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I Samuel 7.12

domingo, 28 de novembro de 2010



Uso do cordão umbilical

Médicos e pacientes Pesquisadora destaca que é preciso incentivar a doação de células-tronco do cordão umbilical


FELIPE RODRIGUES
Da Gazeta de Piracicaba
felipe.rodrigues@gazetadepiracicaba.com.br

Conscientização da classe médica. Esse foi o objetivo da vinda a Piracicaba da pesquisadora Lilian Piñero Eça, phd em biologia molecular. Ela deu palestra a profissionais da área referente à doação de sangue do cordão umbilical, rico em células-tronco. Contrária ao uso de células embrionárias (por conta das possibilidades de efeitos colaterais), Lilian é entusiasta dos benefícios que as pesquisas com o material trazem à medicina. “Não há problema ético algum na doação e os médicos não podem desencorajar os papais interessados em fazer o procedimento”, diz.

O Ministério da Saúde lançou no final de setembro de 2004 uma rede pública de bancos de armazenamento de sangue de cordão umbilical e placentário mas, desde então, ainda há bastante resistência à adoção do procedimento, seja por falta de informação ou por interesses existentes no processo. “É triste, como pesquisadora, observar tantas pessoas que não coletam o sangue do cordão umbilical porque não são esclarecidas. Os médicos que porventura não sabem sobre o assunto devem se manter neutros”.

Lilian avalia que é inadmissível que se jogue no lixo material que pode ser tão útil para saúde das pessoas. São cerca de 80 doenças do sangue que podem ser combatidas a partir do sangue coletado nos cordões umbilicais e placentas. “Existem apenas um banco público no país e outros 30 escritórios privados. Sou a favor da existência dos dois tipos de bancos. Mas é preciso que se unam forças para evitar que essas doenças continuem a fazer vítimas”, diz.

Entre as enfermidades que podem ser combatidas está a leucemia. Devido às dificuldades de se encontrar doadores de medula óssea, busca-se fontes alternativas de células progenitoras. Pesquisas demonstram que o sangue de cordão umbilical é uma fonte rica nessas células progenitoras. A partir dessa descoberta, as células progenitoras obtidas do sangue de cordão umbilical vêm sendo utilizadas em modelos terapêuticos desse tipo de doença.

COMO É. Todo o procedimento é seguro. As mães dispostas a doar passam por uma triagem desde o pré-natal. São excluídas aquelas que apresentam doenças genéticas e histórico de neoplasia, entre outros, e aquelas que tenham deixado de realizar pelo menos duas consultas no pré-natal. Passada a triagem, o sangue do cordão é coletado em partos naturais e cesáreas. O material coletado é acondicionado sob refrigeração. Depois, passa por uma contagem do número de células e de volume. Se os números forem baixos, a unidade coletada é desprezada. Caso apresente um número adequado de células-tronco, a unidade é processada e armazenada.

O processo de armazenamento se faz em nitrogênio líquido, com a criogênese. Até o momento, a mais antiga amostra de células-tronco de sangue do cordão descongelada tinha mais de 20 anos. Com as novas tecnologias, a estimativa é que esse tipo de células possa ser armazenado por tempo infinito. “Ao doar o sangue do cordão umbilical, você ajuda a salvar a vida da própria família”, explica.

NÚMERO

80 doenças são combatidas a partir do uso dessas células

Vida salva na Alemanha

Médicos alemães afirmaram essa semana que curaram completamente pela primeira vez leucemia linfoblástica com transplante de células-tronco do próprio cordão umbilical de uma paciente de nove anos de idade. Os dados foram divulgados pelo banco de cordões umbilicais alemão Vita 34. A doença foi diagnosticada em uma menina alemã de três anos e, que só sobreviveria se realizasse um transplante de células-tronco, porque as células cancerígenas já haviam alcançado o cérebro. Os pais da menina já tinham mantido as células-tronco armazenadas desde o nascimento da menina e, com isso, foi possível extrair as células necessárias ao transplante. Vita 34 ressaltou que até agora 75 mil pais utilizam seus serviços. O diretor médico da empresa explica que 15 crianças, entre elas seis que estavam com danos cerebrais, foram tratadas com células-tronco de seus cordões umbilicais. A empresa centraliza investigações no envelhecimento, multiplicação e reprogramação das células-tronco, além de novos tratamentos baseados em células-tronco para tratar o diabetes de tipo 1, danos cerebrais e doenças cardíacas.


quarta-feira, 24 de novembro de 2010


Rato volta a andar com tratamento desenvolvido por pesquisadores de Curitiba
GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO
Uma nova técnica, que combina terapia com células-tronco e exercícios físicos intensos, conseguiu recuperar os movimentos de ratos paraplégicos.
Desenvolvido por pesquisadores brasileiros, o método fez com que ratos com baixíssima capacidade motora conseguissem voltar a andar, ainda que "mancando".
Em uma escala que vai de zero (animais totalmente paralisados) a 21 (mobilidade excelente), alguns bichos foram do nível dois para o nível 17 em um mês e meio.
Os cientistas provocaram, em laboratório, lesões por trauma nos ratos, simulando as que acontecem na maioria dos acidentes de trânsito.
As cobaias tratadas foram divididas em dois grupos. Um começou a receber a terapia 48 horas após a lesão. O outro as recebeu 14 dias depois do trauma na coluna.
Eles receberam um preparado de células-tronco retiradas da própria medula óssea. Esse material foi injetado no local dos ferimentos.
Uma vez no organismo, as células-tronco se transformaram em células neurais e ajudaram a regenerar as regiões afetadas.
"Por serem autólogas [retiradas do próprio animal], não há risco de rejeição", disse a criadora do método, Katherine Athayde de Carvalho, do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba.
"A técnica já mostrou que essas células não saem de controle e não se diferenciam em outros tecidos, o que é um problema em outros tratamentos", completou.
Segundo a pesquisa, não houve diferença no resultado final entre os dois grupos. "Isso mostra que é possível recuperar os movimentos mesmo após a estabilização da lesão", disse Carvalho.
terça-feira, 16 de novembro de 2010



A técnica, em testes, quer recuperar a região danificada durante o AVC

Um paciente que sofreu um derrame cerebral em Glasgow, na Escócia, é o primeiro voluntário a participar da fase de testes do novo tratamento com o uso de células-tronco. Após receber pequenas doses das células – retiradas de um feto – durante uma semana, o homem foi liberado e passa bem. Segundo Keith Muir, neurocientista da Glasgow University e neurologista do Southern General Hospital, outros doze pacientes irão receber doses ainda maiores de células-tronco no próximo ano. Acredita-se que, com o tratamento, as regiões do cérebro danificadas pelo derrame sejam reparadas.

“Esperamos que no futuro alguns estudos mais abrangentes avaliem se as células-tronco também são indicadas para tratar as sequelas do derrame”, diz Muir. O primeiro grupo de pacientes que vai receber o tratamento será composto por homens acima de 60 anos e que tiveram pequena melhora no quadro passados alguns anos do derrame. Os pacientes serão monitorados de perto por dois anos, para diagnosticar se houve de fato uma melhora significativa na região do cérebro atingida.
Conhecido cientificamente como acidente vascular cerebral (AVC), o derrame pode ser de dois tipos: o isquêmico e o hemorrágico. O primeiro acontece quando há obstrução de uma artéria, interrompendo a circulação sanguínea – e pode vir a morrer por falta de oxigênio e nutrientes. Já no derrame vascular hemorrágico há um sangramento causado pelo rompimento de vaso ou de artéria.
Fonte: Veja

Tradutor

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