Apenas os eventos, rifas e as demais ações postadas neste blog serão usados em prol do tratamento do Arthur.

ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR
I Samuel 7.12

terça-feira, 28 de junho de 2011
Especialistas se reúnem na Conferência ICAS em Istambul

VIENA, 28 de junho de 2011 /PRNewswire/ -- Os tratamentos estéticos
com células-tronco de gordura autóloga estão revolucionando a
cirurgia plástica: cada vez mais as mulheres preferem fazer o aumento
dos seios com células-tronco autólogas em vez de usar os implantes
com silicone. Os maiores especialistas do mundo se reuniram na
Conferência ICAS (International Cell Assisted Surgery) em Istambul
para debater o potencial terapêutico das células-tronco do tecido
adiposo.

"A gordura autóloga enriquecida com célula-tronco é um bioimplante
seguro e sustentável e ideal para procedimentos com anestesia local
natural, aumento dos seios sem cicatriz e modelação do corpo", disse
o DDr. Karl-Georg Heinrich, especialista de Viena em tratamento com
célula-tronco regenerativo e estético, e o primeiro médico europeu a
oferecer esse tratamento. Na Clinic DDr.Heinrich®, ele ajuda as
mulheres de todo o mundo a ter seios maiores, contornos harmoniosos
do corpo e um rosto mais jovem com gordura autóloga enriquecida por
célula-tronco.

Além de apresentações de pesquisadores sobre as mais recentes
descobertas sobre células-tronco derivadas do tecido adiposo (ADSC,
sua sigla em inglês) e suas aplicações estéticas, a conferência
forneceu aos especialistas oportunidades de aumentar sua interação
profissional. O Dr. Heinrich falou sobre suas experiências com
células-tronco derivadas de tecido adiposo e possíveis aplicações
futuras com o Prof. Dr. Yoshimura, Prof. Dr. Illouz, e Dr. Berman, do
Japão.

Todos os médicos concordaram que o enriquecimento de células-tronco
melhora significativamente o tecido implantado em transferências de
gordura autóloga. Outro tema debatido foi a maior segurança dos
tratamentos estéticos com células-tronco autólogas em relação à
anestesia geral graças à anestesia local mais suave.

Além do aumento dos seios com células-tronco, as células-tronco
obtidas de depósitos de gordura autóloga são a base de outros
tratamentos estéticos que serão possíveis no futuro. O Dr. Heinrich
usa, por exemplo, gordura autóloga enriquecida com células-tronco
para modelação sustentável do corpo (por ex., aumento das nádegas),
correção de defeitos de tecido, rejuvenescimento da pele no corpo
todo, e facelifts com células-tronco.

Para obter mais informações, acesse:
sexta-feira, 24 de junho de 2011


Cientistas mais perto de desenvolver células-tronco hematopoiéticas

Investigadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, identificaram um gene e uma nova via de sinalização fundamentais para promover a criação das primeiras células-tronco hematopoiéticas – HSCs (que dão origem a diversos tipos de células sanguíneas), que actuam no desenvolvimento de embriões de vertebrados, avança o Science Daily, citado pela Fundação Rui Osório de Castro.

A descoberta pode ajudar a criar novas terapias contra doenças como a leucemia e problemas sanguíneos congénitos.
As células-tronco hematopoiéticas são células multipotentes que dão origem a todos os tipos de células do sangue, incluindo os glóbulos vermelhos e células imunológicas. 



Garantir uma forma de promover a “auto-renovação de HSCs em pacientes para tratamentos" é o principal objectivo deste estudo realizado por investigadores norte-americanos que defendem, em primeiro lugar, a necessidade de compreender “os mecanismos envolvidos na criação de HSCs durante o desenvolvimento embrionário."



Numa das primeiras pesquisas realizadas com esse objectivo, publicada recentemente na revista Nature, os pesquisadores avaliaram um grupo de 19 genes conhecidos por Wnts, reconhecidos como intervenientes importantes noutros aspectos da embriogénese (processo de formação do embrião).



Depois de analisadas todas as estruturas genéticas em causa, os cientistas centraram posteriormente a sua atenção num único gene, o Wnt16, que se encontra perto de precursores HSC, nos sómitos de embriões vertebrados (estruturas epiteliais que se formam no início do desenvolvimento embrionário e que dão origem à maioria dos músculos do corpo adulto e esqueleto).



Entre as descobertas mais importantes, foi possível apurar que o Wnt16 controla parte da rede de regulação genética necessária para a especificação de HSC, garantindo a existência de moléculas de adesão ou ligantes necessários para estabelecer a produção de células sanguíneas.

Fonte: POP
quarta-feira, 22 de junho de 2011




Estudos científicos comprovam resultados expressivos na aplicação de células-tronco adultas mesenquimais no tratamento de várias doenças como lúpus, AVC, Parkinson, infarto e disfunção do miocárdio, entre outros. Agora, a medicina celular chega com força total nas pesquisas ortopédicas e hoje, certamente, pode-se esperar um novo tipo de medicina neste século. Uma das maiores autoridades no assunto, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e diretor técnico-científico do laboratório Excellion, Dr. Radovan Borojevic convidou o ortopedista e pesquisador Dr. Carlos Henrique Bittencourt, precursor dos estudos e aplicações em PRP (Plasma Rico em Plaquetas), hoje sucesso absoluto no país, a ser o coordenador da Excellion nas pesquisas e aplicações de células tronco adultas no campo ortopédico.

De acordo com Carlos Henrique Bittencourt, a terapia celular tem como principal objetivo o reparo, a melhoria e até mesmo a cura de doenças causadas por traumas ou por degenerações. "Tratamentos realizados a partir da própria célula do paciente já são realizados no Brasil e no resto do mundo no segmento de ortopedia. É uma honra ter sido convidado por Randovan Borojevic para liderar o estudo de células tronco adultas em ortopedia.O objetivo deste procedimento, através da aplicação destas células é acelerar o processo de regeneração da área lesionada. A terapia atua evitando a história natural da lesão degenerativa articular", avalia o ortopedista.
As células-tronco adultas mesenquimais são naturalmente capazes de realizar reparo e regeneração de tecidos e, portanto, os resultados da aplicação em pacientes são excelentes", explica o pesquisador, que acredita ser a medula óssea e o tecido adiposo ótimas fontes de células tronco adultas. "Elas podem ser coletadas, cultivadas, manipuladas e aplicadas em pacientes para diferentes fins. As células mesenquimais podem reparar músculos, tendões, cartilagem, osso, sistema nervoso, entre outras possibilidades", alega Bittencourt.
Em uníssono com o ortopedista, Dr. Borojevic explica o processo de funcionamento e de diferenciação das células-tronco adultas: "As células-tronco mesenquimais têm a capacidade de se diferenciar de acordo com o ambiente tecidual em que são aplicadas. Elas não formam ossos onde não deveriam formar. Isso já foi comprovado e nos deixa tranqüilos e seguros para avançarmos ainda mais com as terapias celulares", diz, lembrando que no Brasil já foram realizados tratamentos celulares em diversos casos como em pacientes que sofriam de necrose da cabeça do fêmur, falha de reparo de fratura de osso, e também em reparo de cartilagem.
Segundo Carlos Henrique Bittencourt os estudos apresentaram resultados muito positivos, principalmente quando comparados às terapias ortopédicas convencionais. "Em vários países, tratamentos com o uso das células-tronco adultas já estão sendo realizados com sucesso. No Brasil, as terapias celulares na ortopedia também já estão em franca expansão e o que pouca gente sabe é que possuímos um laboratório brasileiro autorizado pela Anvisa a manipular essas células para uso humano, portanto já estamos vivenciando esta realidade", conta Bittencourt que iniciou uma pesquisa há cerca de alguns meses com três pacientes em que os casos atendidos foram de uma artroscopia, uma artrotomia com lesão grave e uma injeção articular. Em todos os casos os pacientes sofriam de lesões no quadril.
Percussor das pesquisas em Plasma Rico em Plaquetas (PRP) na área ortopédica, Bittencourt diz que a terapia celular atua em conjunto com as plaquetas de proteína, iniciando um processo de estimulação e crescimento tecidual local, sinalizando para que a célula-tronco se diferencie no processo degenerativo. Isso significa que as plaquetas agregadas às células-tronco expandidas possibilitam maior regeneração de várias doenças "As pesquisas são muito favoráveis. Possuo pacientes com mais de cinco meses de operados que obtiveram excelentes resultados, como é o caso do bailarino Cléber Fanttinati, do balé da Cidade de São Paulo", alega o especialista, lembrando que a biotecnologia certamente é um grande avanço clínico mundial, pois aumenta a qualidade de vida da população e diminui também o custo de tratamentos de saúde ao longo da vida dos pacientes.Fanttinati é enfático em seu depoimento: "Fui operado, há cinco meses, de uma lesão leve na cartilagem do quadril. Fui submetido a aplicação das células-tronco adultas e hoje já estou completamente recuperado, inclusive fazendo exercícios e pulando. Provavelmente, daqui alguns dias, voltarei a dançar".
Dr. Radovan Borojevic informa que cerca de 100 mil casos já foram publicados e apresentados pela Literatura Científica, sem nenhum evento adverso grave relatado. "A aplicabilidade da terapia celular cresceu, nos últimos quatro anos, mais que em todo milênio e nos próximos anos as possibilidades serão infinitas. Tais fatos são bons indícios de segurança do seu uso para diferentes casos, como na ortopedia" conta o biólogo. Segundo Carlos Henrique Bittencourt a grande vantagem é que os tratamentos realizados a partir da própria célula podem trazer resultados mais rápidos e positivos do que as terapias convencionais. As células-tronco adultas têm a capacidade de se diferenciar de forma controlada em diferentes tipos celulares como osso, músculo, vaso sanguíneo, cartilagem, fibroblastos e tecido, promovendo reparo e regeneração da área na qual é aplicada.
Para se obter as células-tronco mesenquimais, o procedimento é simples. Elas podem ser retiradas em qualquer momento da vida do paciente, a partir de qualquer tecido vascularizado. Uma pequena amostra (biópsia) de pele ou de gordura é suficiente para a obtenção de um número muito relevante de células-tronco adultas. O aproveitamento de tecidos excedentes de cirurgias plásticas ou convencionais para obtenção de células-tronco adultas se torna também uma prática mandatória. A biópsia forçada de pele ou da gordura é uma boa fonte, contudo, do ponto de vista quantitativo, não se compara ao aproveitamento dos tecidos excedentes de cirurgias. Portanto, solicitar a guarda das células-tronco após a realização de cirurgias pode ser uma decisão fundamental para manutenção da saúde.
Portanto, solicitar a guarda das células-tronco após a realização de cirurgias pode ser uma decisão fundamental para manutenção da saúde.?No Brasil, apenas o laboratório Excellion, localizado no Rio de Janeiro, é autorizado pela Anvisa a oferecer à população a guarda de células-tronco adultas para utilização médica futura – a chamada criopreservação.A guarda e preservação das células-tronco adultas podem ser feitas por qualquer pessoa em qualquer idade, mas, quanto mais cedo, maior seu potencial de multiplicação. Isso porque elas mantêm as características da idade em que foram retiradas – fator importante para a eficácia do tratamento desejado. Mas, independente da idade, a criopreservação é sempre indicada, pois com o trabalho laboratorial é possível o recrutamento de um número significativo de células que podem ser aplicados pelo médico na regeneração de áreas por ele escolhidas.
As células-tronco adultas mesenquimais têm a capacidade de se diferenciar de acordo com o ambiente tecidual em que são aplicadas. Elas não formam ossos onde não deveriam formar. Segundo o especialista Radovan Borojevic, já foram realizados no Brasil tratamentos celulares em casos como em pacientes que sofriam de necrose da cabeça do fêmur, falha de reparo de fratura de osso, e também em reparo de cartilagem. Todos apresentaram resultados muito positivos, principalmente quando comparados às terapias ortopédicas convencionais. "No Brasil, as terapias celulares já estão em franca expansão, inclusive na área da ortopedia. E o que pouca gente sabe é que temos um laboratório brasileiro autorizado pela Anvisa a manipular essas células para uso humano, portanto já estamos vivenciando esta realidade", comenta o Dr. Randovan.
Saiba mais sobre as células-tronco adultas: afinal, o que são as células-tronco adultas? As células-tronco adultas são diferentes das células embrionárias e das células do cordão umbilical. As células embrionárias têm potencial de proliferação elevado, podendo ocasionar a formação de estruturas estranhas ao local de aplicação (chamadas de teratomas). Além disso, elas originam discussões éticas, morais e religiosas, uma vez que o embrião utilizado na terapia proposta poderia originar um ser vivo. As do cordão umbilical só se diferenciam em células do sangue (células de linhagem hematopoiética), o que limita o seu uso. Outro fator limitador é a indicação de uso em pacientes com até 20 kg apenas - tendo em vista a pouca quantidade de células obtidas do sangue do cordão. Já as células-tronco adultas podem ser extraídas a partir de qualquer tecido vascularizado. Sua aplicação é ampla e de fácil controle médico. As células adultas têm a capacidade de se diferenciar em diferentes tipos celulares como osso, músculo, vaso sanguíneo, cartilagem, fibroblastos e tecido, promovendo o reparo e a regeneração da área na qual é aplicada.
Como é feito o procedimento de coleta das células-tronco? É possível coletar células-tronco adultas através de biópsias de pele ou de aspirado subcutâneo (gordura). Uma grande oportunidade é obtê-las a partir do tecido excedente de cirurgias plásticas ou convencionais, o chamado TEC. A coleta do material deve ser feita por um médico, em acordo prévio com seu paciente. A Excellion é responsável por receber o tecido, separar as células-tronco e cultivá-las em laboratório, visando sua expansão (multiplicação). Após serem cultivadas e manipuladas, as células são congeladas e preservadas no laboratório da Excellion em condições adequadas, para uso imediato ou em longo prazo, de acordo com o pedido do médico.


Fonte: Revista Fator
terça-feira, 21 de junho de 2011
Reprodução

O procedimento de coleta do sangue de cordão umbilical é
seguro tanto para mãe quanto para o bebê

Uma das grandes descobertas da medicina, com certeza, foi o uso de células–tronco do cordão umbilical no tratamento de várias doenças hematológicas. No entanto, apesar dos benefícios da utilização dessas células muitas mamães ainda têm diversas dúvidas sobre o assunto. Por isso, a médica Adriana Ribeiro Homem, responsável técnica do Banco de Cordão Umbilical (BCU), respondeu as 10 dúvidas mais frequentes na sociedade moderna. "O uso de células–tronco do cordão umbilical ainda é um assunto polêmico na atualidade, pois muitas pessoas desconhecem como são realizados os procedimentos e qual a importância para o tratamento e pesquisa de várias doenças", diz a especialista.

O procedimento é seguro?

O procedimento de coleta do sangue de cordão umbilical é seguro tanto para mãe quanto para o bebê, não interfere em nada na hora do parto, após o médico cortar o cordão umbilical, o bebê vai para os procedimentos habituais e a coleta é realizada em cerca de 5 minutos retirando o sangue que ficou no resto do cordão e na placenta.

É indolor?

Sim, é completamente indolor para a mamãe e para o bebê.

Como é feita a coleta e armazenagem?

Assim que a criança nasce o cordão umbilical é cortado e o sangue coletado é colocado dentro de uma bolsa de coleta de sangue, esta bolsa é enviada para o laboratório onde as células-tronco serão separadas. No BCU é usada uma máquina de última geração (SEPAX). Após este procedimento as células-tronco são armazenadas geralmente em 2 bolsas de 25 ml e guardadas em tanque de nitrogênio líquido a -196 °C.

Quais as vantagens de se guardar as células-tronco do cordão umbilical?

Atualmente existem mais de 80 doenças tratáveis com células-tronco e mais de 200 em estudos com grandes resultados. Ao guardá-las o bebê possui a garantia que terá 100% de compatibilidade e utilização imediata no caso de necessitar de um transplante usando estas células. Hoje em dia podem ser usadas células-tronco dos próprios órgãos, gordura, pele e dentes. Mas uma das vantagens em usar as células-tronco do cordão umbilical coletadas no momento do nascimento é que estas são consideradas "virgens", pois não sofreram nenhum tipo de influência do meio externo, como medicamentos, estresse e outras, além de ser uma das áreas da medicina em que as pesquisas mais evoluem, ou seja, certamente novas aplicações surgirão ao longo do tempo.

Portanto, ao fazer a coleta das células-tronco do bebê os pais têm a chance de fazer um tratamento mais eficiente caso o filho seja acometido por alguma doença hematológica que já pode ser tratada pela terapia das células-tronco.

Quais doenças já são tratadas?

Mais de 80 doenças já podem ser tratadas com as células-tronco do cordão umbilical. Dentre elas é possível citar: Anemias, leucemias, linfomas, talassemia, doenças linfoproliferativas e doenças mieloprofilativas.

Quanto tempo elas podem ficar armazenadas?

Graças à tecnologia utilizada atualmente as células-tronco podem ficar armazenadas por tempo indeterminado. As primeiras células-tronco coletadas e criopreservadas já têm 23 anos e estão aptas para utilização.

Quanto custa?

Com o aumento no número de coletas, devido à maior acessibilidade, o custo diminuiu. Sendo que o valor para coletar e armazenar as células-tronco do cordão umbilical é acessível para as classes A, B e C (com diversas formas de pagamento). O fato da concorrência também possibilitou aos pais poderem escolher entre as vantagens e desvantagens que cada uma oferece.

É possível coletar sangue do cordão umbilical em prematuros?

Sim. O procedimento poderá ser realizado a partir de 32 semanas de gestação, conforme descrito na legislação que rege o funcionamento dos bancos de cordão umbilical e placentário (RDC153, de 14 de junho de 2004).

Quem irá coletar o sangue do cordão umbilical do meu bebê em caso de parto de emergência?

Sabendo que podem ocorrer estes imprevistos, em todas as cidades (mais de 40) onde possui um escritório de coleta, temos enfermeiros treinados que ficam de plantão 24h. Podemos contar também com o médico que fará o parto. O procedimento de coleta é simples podendo ser facilmente executado pelo médico assistente.


Qual a diferença entre armazenar as células-tronco num banco privado ao invés de um banco público?

No banco privado o armazenamento das células visa ao uso da própria pessoa que teve as células coletadas ou de familiares. Dessa forma, é permitida a disponibilidade imediata das células-tronco sem a necessidade de espera por uma compatibilidade. Já no banco público o processo de coleta e armazenamento é idêntico aos privados, mas o uso é diferente, pois a pessoa que necessitar das células-tronco para um transplante dependerá de uma compatibilidade para seu uso, ou seja, terá que enfrentar uma fila de espera.

Fonte: Bonde
O que são células tronco ou estaminais? As células tronco são células básicas – “coringas” que, se originam após o encontro do espermatozóide com o óvulo as quais durante o desenvolvimento embrionário, se convertem em todos os tipos de células (células do miocárdio, células nervosas, glóbulos vermelhos, células cutâneas, etc.). A Natureza torna isto possível através da existência de CÉLULAS TRONCO ADULTAS: células que se dividem numa nova célula tronco e numa célula especializada como, por exemplo, uma célula nervosa, célula dérmica, hepática… Em etapas avançadas da vida, as células tronco “reparam” os tecidos danificados. Por isso são VITAIS para cada um de nós.

Quais os tipos de células tronco ou estaminais? Existem três tipos diferentes de células tronco:

1.Células tronco embrionárias: formadas após a fertilização, estas células não especializadas evoluem para todas as outras células. Para ser possível a coleta destas células tronco embrionárias para o desenvolvimento de um tratamento, os embriões têm que ser destruídos em laboratório. Obviamente, isto levanta muitos problemas éticos. Por isto, o BCU não faz qualquer coleta de células tronco embrionárias.

2.Células tronco adultas: são células que não desaparecem após o parto; permanecem no nosso corpo e desempenham um papel na reparação de tecidos danificados. Estas “reservas” vão gradualmente diminuindo, e perdem cada vez mais a vitalidade (I). Estas células tronco adultas também se podem desenvolver para outros tipos de células (II). Estas células são geralmente obtidas através de punção da medula óssea, da gordura descartada após cirurgia plástica, do folículo do pêlo e da polpa dentária.

3.Células tronco do sangue do cordão umbilical e placentário – SCUP: têm a capacidade de se diferenciar para uma ampla gama de outros tipos de células (III) Estas células são muito novas, com muita vitalidade, sem a ação dos fatores do ambiente e também muito fáceis de obter. Estas células podem ser congeladas para uma posterior utilização no tratamento de doenças nos doadores e para outros doentes. As células tronco do sangue do cordão umbilical apresentam uma série de vantagens em relação as células tronco da medula óssea, da gordura, entre outras:
  • têm maior vitalidade
  • são mais fáceis de coletar
  • a coleta não está sujeita a objeções de ordem ética
  • não causam a rejeição

Porque existe menor quantidade de aplicação em doenças das células tronco adultas do cordão umbilical e placentário em relação as da medula óssea?

Até muito recentemente, o sangue do cordão umbilical era, na grande maioria dos casos, simplesmente jogado fora, este é o motivo na demora de sua aplicação nas doenças, portanto mais um motivo para se incentivar a congelar estas células tronco.

Fonte:BCUBRASIL

Equipemento usa força da gravidade e solução química para retirar mais células da medula e dos vasos sanguíneos da placenta

 

Um novo dispositivo consegue elevar em 50% a eficiência da coleta de células estaminais do sangue do cordão umbilical de recém-nascidos e da placenta. O protótipo desenvolvido por estudantes da Johns Hopkins University, nos Estados Unidos, ainda está em fase de testes, mas os resultados são promissores e podem ajudar muitos pacientes com leucemia, linfoma e outras doenças sanguíneas que podem ser tratados com essas células.
"Sangue coletado do cordão umbilical e da placenta após o nascimento é a fonte mais viável de células-tronco, no entanto mais de 90% dele é descartado. Uma das razões principais para isso é a falta de um método de coleta adequado" , afirmaram os membros da equipe de pesquisa. Os alunos acreditam que a invenção, de fácil simples, chamada de Sistema CBX, poderia suprir estas lacunas.
Quando um bebê nasce, algumas famílias pagam para ter armazenado o sangue do cordão umbilical da criança, no caso das células-tronco serem necessárias para tratar uma doença no futuro. Quando as famílias não escolhem esta opção, os materiais contendo sangue do cordão umbilical são descartados como lixo hospitalar. Mas no 180 hospitais filiados com os bancos de sangue públicos do cordão umbilical, as novas mães podem doar sangue do cordão umbilical para que as células-tronco sejam extraídas e utilizadas para reconstruir o sistema imunológico de pacientes gravemente doentes, particularmente aqueles com câncer de sangue, como leucemia, linfoma e mieloma.
De acordo com os pesquisadores, o método atual de coleta destas células do sangue do cordão não funciona bem porque depende estritamente da gravidade. Mesmo quando o procedimento é bem sucedido, os rendimentos médios consistem apenas no suficiente de células-tronco para tratar uma criança, mas não o suficiente para tratar um paciente adulto, com base na dose recomendada de células.
50% mais eficaz
Para resolver estes problemas, os alunos desenvolveram um novo método de coleta que usa ambas as forças mecânicas e uma solução química para ajudar a separar e retirar mais células-tronco da medula e dos vasos sanguíneos da placenta.
Nos primeiros testes com cordões umbilicais e placentas descartadas na Universidade Johns Hopkins Hospital, o dispositivo coletou até 50% mais células-tronco do que o sistema de gravidade tradicional. "Acreditamos que nosso sistema irá aumentar o número de coletas de sangue, o que significa mais pacientes em geral se beneficiarão", disse um dos inventores do dispositivo, James Waring.
"Nosso próximo passo é otimizar o sistema para que ele mesmo recolha mais células-tronco. Com base em experimentos anteriores utilizando técnicas semelhantes, acreditamos que é possível obter duas a cinco vezes mais quantidade do que a produzida pela técnica de gravidade existente. O outro objetivo importante é tornar o uso do sistema o mais fácil possível para funcionários de hospitais", disse o estudante Christopher Chiang.
domingo, 19 de junho de 2011



DA FRANCE PRESSE

Um total de 24 pacientes se inscreveram para se submeter aos primeiros testes clínicos para tratar dois tipos de cegueira com células-tronco, anunciou a companhia ACT (Advance Cell Technology) de Massachusetts.

A FDA (agência de medicamentos e alimentos dos Estados Unidos) deu luz verde há alguns meses para iniciar os testes clínicos que tratarão uma forma de cegueira juvenil conhecida como doença de Stargardt, além da perda da visão por degeneração macular relacionada com a idade, uma das principais causas de cegueira em maiores de 50 anos.
Agora que os primeiros pacientes se inscreveram, os testes começarão "em um futuro muito próximo", disse um porta-voz da ACT.

"Estes testes marcam um passo significativo para um dos campos menos desenvolvidos e mais necessitados do nosso tempo, o tratamento de uma forma até agora incurável de cegueira e para as formas comuns de cegueira", disse o líder das pesquisas, Steven Schwartz, da Universidade da Califórnia.

As células-tronco embrionárias são células mestras do corpo, capazes de gerar todos os tecidos e órgãos. Seu uso é controvertido porque muitas pessoas se opõem à destruição de embriões.

Fonte: Folha
sexta-feira, 17 de junho de 2011


Ciência que avança: Coleta de células-tronco de cordão umbilical já pode ser feita em Novo Hamburgo thumbnailEmpresa realiza o procedimento e encaminha material para que seja congelado em um laboratório em São Paulo, para, se necessário, ser usado em tratamento de doenças. .
Mônica Neis Fetzner monica@novohamburgo.org (Siga no Twitter)
A possibilidade de guardar células-tronco do cordão umbilical de bebês está mais próxima para os pais de Novo Hamburgo. Literalmente. Isso porque, desde maio, o BCU Brasil atua também com um escritório no município, pioneiro na região.
A idéia é extrair as células do cordão umbilical ainda no centro obstétrico e armazená-las para que, se necessário, sejam utilizadas para tratar doenças como linfoma, leucemia e paralisia. Quem explica é Frederico Ely Klein, da franquia hamburguense do Banco de Cordão Umbilical. A empresa está presente também no México, nos Estados Unidos e em outros 40 escritórios no Brasil.
“A contratação do serviço é feita entre os três meses de gestação até o nascimento do bebê. O contrato deve ser assinado na gestação pela mãe e pelo pai”, esclarece. Pelo preço de R$ 3.200,00 (mais a anuidade pelo armazenamento), é possível garantir que o material coletado seja congelado no laboratório do BCU em São Paulo.
Klein define que as células-tronco são células virgens que não sofreram ações do meio externo, e que podem se diferenciar em todos os tecidos do corpo humano, como ossos, sangue e órgãos. “Células que foram congeladas há 25 anos ainda estão aptas para uso. E com a tecnologia que é utilizada hoje em dia, estas células criopreservadas sempre estarão viáveis para uso no futuro.” Segundo ele, a utilização de células-tronco adultas, extraídas do sangue do cordão umbilical, é totalmente autorizada pelas normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

Todos deveriam fazer a

coleta, dizem médicos

O escritório em Novo Hamburgo tem trabalhado, até agora, na exposição do serviço, mas já contabiliza três coletas. “O início está sendo ótimo, melhor que o esperado. Fazemos explicações detalhadas de como funciona o procedimento para os casais que têm nos procurado, em nosso escritório ou na casa da gestante.”
“Os médicos têm aceitado muito bem, apoiando e comemorando o fato de uma empresa estar divulgando isso na região. A opinião desses profissionais é que todos deveriam fazer a coleta. Acreditamos que, com a divulgação que estamos fazendo e as orientações que os médicos têm passado pras gestantes, a procura deve crescer rapidamente”, festeja Klein.
É possível entrar em contato com o BCU – Novo Hamburgo pelo e-mail rs.novohamburgo@bcubrasil.com.br ou pelos telefones (51)3035-2800 e (51)9875-2150. Mais informações podem ser obtidas através da página do BCU na Internet, que disponibiliza, por exemplo, respostas para perguntas mais freqüentes.

Fonte: http://novohamburgo.org/site/destaques/2011/06/16/coleta-de-celulas-tronco-de-cordao-umbilical-pode-ser-feita-em-novo-hamburgo/
quinta-feira, 16 de junho de 2011



Investigadores da Universidade da Califórnia, nos EUA, identificaram um gene e uma nova via de sinalização essenciais para formar as primeiras células-tronco hematopoéticas (HSCs) no desenvolvimento de embriões de vertebrados. A descoberta tem implicações para o desenvolvimento de terapias baseadas em células-tronco para doenças como a leucemia e doenças hematológicas congénitas, avança o portal ISaúde.

As HSCs são células-tronco multipotentes que dão origem a todos os tipos de células sanguíneas, incluindo os glóbulos vermelhos e as células do sistema imunológico. Os tratamentos médicos existentes que utilizam as HSCs têm problemas com a escassez de células e a dificuldade para encontrar doadores e receptores compatíveis. Actualmente, não é possível criar HSCs artificialmente derivadas de células não-multipotentes, como células da pele.

"Precisamos de ser capazes de gerar HSCs auto-renováveis a partir dos pacientes em tratamento. Mas atingir essa meta significa compreender primeiramente os mecanismos envolvidos na criação de HSCs durante o desenvolvimento embrionário", explicou o investigador David Traver.

Os cientistas concentraram-se numa família de 19 genes chamados Wnts, que tinham sido previamente reconhecidos como actores importantes noutros aspectos do desenvolvimento embrionário. "A Sinalização de Wnt está envolvida em praticamente todos os aspectos do desenvolvimento", disse Traver. Os cientistas canalizaram os seus esforços para um único gene pouco estudado, o Wnt16, e descobriram que eles residem perto de precursores HSC nos somitos de embriões de vertebrados. O somito é um segmento corporal precoce do desenvolvimento do embrião que dá origem à maior parte dos músculos e do esqueleto.

Os cientistas chegaram à conclusão de que o Wnt16 controla uma nova rede genética regulatória necessária para a especificação de HSC. O gene acciona as moléculas de adesão essenciais que são necessárias para estabelecer definitivamente a produção de células do sangue. Derrubar o Wnt16 no peixe-zebra, um modelo poderoso de desenvolvimento de vertebrados, resultou em embriões sem HSCs.

Identificar o Wnt16 como um factor vital na produção de HSC expande dramaticamente o que se sabe sobre como os HSCs são formados e fornece uma nova visão sobre o que os tecidos comunicam uns aos outros para alcançar o objectivo final de produzir o sistema sanguíneo adulto. "Estamos à beira de compreender algo sobre o que as pessoas se perguntaram por décadas", comentou Wilson K. Clements.

Fonte: POP
quarta-feira, 15 de junho de 2011

Cientistas brasileiros desenvolveram uma nova técnica para ajudar a recuperar a visão. A fonte é surpreendente, são células-tronco retiradas da poupa do dente de leite. Pesquisadores já estão testando a experiência ...

Fonte: Globo News

Descoberta pode gerar novos tratamentos contra doenças crônicas.
Células conseguiram reparar tecidos danificados em camundongos.


Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos encontrou células-tronco onde até agora elas nunca tinham sido vistas: o pulmão. A descoberta pode render, no futuro, novas opções de tratamento para quem sofre de doenças pulmonares crônicas ao regenerar áreas doentes do órgão, segundo um dos autores do estudo, Piero Anversa, diretor do Centro de Medicina Regenerativa do Hospital de Brigham, afiliado à Universidade Harvard.
A pesquisa foi apresentada na edição desta semana da revista médica “New England Journal of Medicine”.
A equipe de Anversa estudou tecidos pulmonares retirados após cirurgias e conseguiu isolar as células-tronco, que se mostraram capazes de se dividir tanto em novas células-tronco quando em outras que formariam tecidos pulmonares.
Para testar a eficácia de uma futura terapia, eles injetaram essas células-tronco em camundongos com danos pulmonares e viram a formação e integração estrutural de novos bronquíolos e alvéolos.
“Ainda é preciso pesquisar mais, mas estamos animados com o possível impacto que essa descoberta pode ter na nossa capacidade de regenerar ou recriar tecidos pulmonares em áreas doentes do pulmão”, disse, em nota, Joseph Loscalzo, coautor da pesquisa.

Fonte:G1
domingo, 12 de junho de 2011



Mais de um bilhão de pessoas - aproximadamente 15% da população mundial - são portadoras de algum tipo de deficiência, e 20% delas enfrentam grandes dificuldades em seu cotidiano, revelou nesta quinta-feira um relatório conjunto da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Banco Mundial (BM).
O documento, o primeiro de caráter global publicado sobre o tema em 40 anos, destaca que poucos países contam com mecanismos adequados para responder às necessidades dos portadores de deficiência.
O número de pessoas com necessidades especiais, além disso, aumenta devido ao envelhecimento da população e da maior ocorrência de problemas de saúde crônicos, como diabetes, doenças cardiovasculares e mentais.
Grande parte dessas pessoas - entre 110 milhões e 190 milhões - enfrenta ainda barreiras que vão desde a discriminação até a ausência de serviços adequados de atendimento sanitário e reabilitação, passando por sistemas de transporte e edifícios inacessíveis.
Dessa forma, essa parcela representativa da população não tem acesso a um sistema de saúde de qualidade, tem menos sucesso nos estudos e possibilidades de emprego, além de sofrer com maiores taxas de pobreza.
"Devemos fazer mais para romper as barreiras que segregam essas pessoas, em muitos casos excluindo-as da sociedade", disse a diretora geral da OMS, Margaret Chan.
Para isso, a OMS e o BM pedem que os Governos acelerem seus esforços para permitir aos portadores de deficiência acessar serviços básicos, além de investir em programas especializados que permitam a estas pessoas desenvolverem seus potenciais.
O estudo ressalta que nos países mais pobres as crianças com necessidades especiais têm menos possibilidades de se manterem escolarizadas que as demais.
Nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico a taxa de portadores de deficiência inseridos no mercado de trabalho é de 44%, o que representa pouco mais da metade do que a das pessoas sem necessidades especiais (75%).
O estudo mostra ainda alguns exemplos positivos, entre eles Curitiba, com seu sistema público de transporte integrado que facilita o acesso dos portadores de deficiência adotando um design universal e conscientizando motoristas.
Em Moçambique e Tanzânia, oficinas sobre linguagem Braille e de sinais garantem que as mensagens de prevenção contra a aids cheguem aos jovens com necessidades especiais.

Fonte:Terra
  • Rompimento dos meniscos
Se os ensaios clínicos forem bem-sucedidos, milhões de pessoas com lesões nos joelhos poderão se beneficiar de um novo tipo de curativo contendo células-tronco.
O primeiro teste clínico do mundo com o curativo com células-tronco acaba de receber aprovação do órgão regulador de saúde do Reino Unido.
O tratamento inédito está sendo proposto para pacientes com danos severos na cartilagem do menisco, o chamado rompimento dos meniscos.

  • Curativo com células-tronco
O tratamento atual para a maioria das lesões é a retirada do menisco, um procedimento que muitas vezes resulta no aparecimento precoce da osteoartrite.
O chamado Ensaio de Fase I, um dos primeiros a serem aprovados com o uso de células-tronco, vai tratar o rasgo meniscal com uma bandagem celular, semeada com células-tronco do próprio paciente, depois de passarem por um processo de "expansão" em laboratório.
A bandagem celular, produzida pela Azellon Ltd, uma empresa emergente criada por cientistas da Universidade de Bristol, explora uma tecnologia chamada células-tronco autólogas (do próprio paciente).
Nos testes in vitro (cultura de tecidos) essa técnica mostrou-se promissora para a cura dos meniscos rompidos.

O ensaio vai testar sobretudo o perfil de segurança do curativo com células-tronco em dez pacientes com rompimento do menisco. Mas será possível obter algumas informações preliminares sobre sua eficácia.
  • Tratamento do menisco
O curativo, contendo as células-tronco do próprio paciente, será implantado em um procedimento cirúrgico simples, usando um instrumento especialmente projetado para essa operação.
Os pacientes serão monitorados de perto ao longo de cinco anos.
O objetivo final é que o curativo com células-tronco seja um tratamento de primeira linha, em lugar da remoção do menisco.
"As células-tronco são muito promissoras em termos científicos e médicos, mas só podemos saber se elas funcionam ou não testando-as em ensaios clínicos," disse o Dr. Anthony Hollander, coordenador da pesquisa.

Fonte: Diário da saúde
quinta-feira, 9 de junho de 2011

Técnica dispensa o uso de células-tronco embrionárias

Fibroblastos, as células usadas na experiência dos pesquisadores suecos Fibroblastos, as células usadas na experiência dos pesquisadores suecos (Dr Gopal Murti/Science Photo Library/Latinstock)
Pesquisadores da Universidade de Lund, na Suécia, provaram que é possível converter células maduras da pele em células do cérebro sem passar pelo estágio de células-tronco. É a primeira vez que este tipo de célula é obtido desta maneira. A primeira evidência de que isso poderia ser realizado surgiu no ano passado, quando uma equipe norte-americana reprogramou células da pele para se tornarem células cardíacas.
A reprogramação geralmente envolve fazer com que uma célula adulta, já especializada (ou seja, com propriedades específicas para a constituição de um tecido especial do corpo, como as células musculares cardíacas, por exemplo), retorne ao estado em que era indiferenciada, ou pluripotente. Só depois ela é convertida em uma 'nova' célula. Este mecanismo, no entanto, é ainda pouco compreendido pelos cientistas.
Já a técnica que os pesquisadores de Lund desenvolveram não devolve a célula ao estágio de indiferenciação. E é surpreendentemente simples do ponto de vista genético: envolve apenas três genes, ativados durante a formação das células cerebrais na fase fetal. Os cientistas reprogramaram células chamadas fibroblastos e as transformaram diretamente em células nervosas. O método pode ser uma alternativa às questões éticas que pesquisas com células-tronco embrionárias suscitam, oferecendo um novo caminho para a criação de tecidos e órgãos que possam recuperar ou substituir partes do corpo lesionadas. Além disso, o uso de células reprogramadas eliminaria o risco de formação de tumores nem causaria rejeição em caso de transplantes.
A descoberta também representa uma mudança fundamental na forma como se enxergam as funções e capacidades de células maduras.  Os próprios cientistas se mostraram surpresos. "Realmente não acreditávamos que isso funcionaria. Achávamos apenas que seria uma experiência interessante", disse Malin Parmar, coordenador da equipe. "Contudo, logo vimos que as células eram surpreendentemente receptivas a receber instruções."
Durante os experimentos, a equipe ainda constatou que a ativação de dois genes também pode produzir um tipo de célula do cérebro capaz de substituir as que morrem em pacientes com Parkinson. "Esta é uma grande ideia a longo prazo", afirma Parmar. "Esperamos ser capazes de fazer uma biópsia no paciente, produzir células de dopamina, por exemplo, e depois enxertá-las como tratamento para o Parkinson." Até que isso ocorra, no entanto, mais pesquisas são necessárias. O próximo passo agora é determinar qual é o tempo de vida da célula reprogramada.

Fonte: Veja

Células-tronco perdem ou ganham de dezenas a centenas de genes ao se especializarem e se transformarem em neurônios (em vermelho)
O neurocientista brasileiro Stevens Rehen deu mais um passo para desvendar as causas de um fenômeno celular intrigante que ele próprio identificou dez anos atrás e que contribui para tornar o cérebro de cada pessoa diferente do de todas as outras. Em um trabalho publicado em 7 de junho na revista PLoSone, Rehen descreve um dos possíveis mecanismos que levam as células cerebrais a ganhar ou perder cromossomos, os filamentos enovelados de DNA que abrigam os genes, e tornam o cérebro um mosaico de células com características genéticas distintas das herdadas dos pais.
Rehen investigava o desenvolvimento cerebral de roedores em 2001 quando constatou algo totalmente inesperado: uma em cada três células do cérebro em formação continha uma quantidade de material genético bem diferente da esperada. Em vez dos 40 cromossomos característicos dos camundongos, as células anormais apresentavam cromossomos a mais ou a menos, fenômeno conhecido como aneuploidia. Ele viu ainda que as células aneuploides – elas perdem ou ganham de centenas a milhares de genes com a eliminação ou o acréscimo de um único cromossomo – não eram eliminadas durante o desenvolvimento do cérebro, fosse de roedor ou humano. A maior parte sobrevivia, integrava-se às redes neurais e, aparentemente, funcionava como as demais células cerebrais.
Na tentativa de entender o que causava a aneuploidia observada nos experimentos com roedores e com amostras de tecido cerebral humano, Rehen e seu grupo na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) refizeram agora os testes, desta vez usando células de camundongos cultivadas em laboratório. No Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, a biomédica Rafaela Sartore induziu dois tipos de células bastante versáteis – as células-tronco embrionárias e as células-tronco de pluripotência induzida, reprogramadas para voltarem a ser capazes de gerar outras células – a se transformarem em neurônios, as células que processam e armazenam informação no cérebro.
Ela verificou que cerca de um em cada três neurônios tinha número de cromossomos diferente do normal, proporção semelhante à que Rehen havia encontrado antes. Rafaela constatou, porém, que o ganho ou a perda de cromossomos não resulta de defeitos genéticos que existiam nos pais e foram herdados pela prole. A aneuplodia ocorre durante o processo de especialização (diferenciação) celular, depois que um derivado da vitamina A aciona na célula-tronco a cadeia de reações químicas que vai fazê-la se dividir e originar dois neurônios.
Nessa fase da proliferação celular, Rafaela e Rehen observaram uma redução de 50% nos níveis de uma proteína chamada survivina, que garante a migração adequada dos cromossomos da célula-mãe para as duas células-filhas. Com menos survivina disponível, o risco de surgirem neurônios com cromossomos a mais ou a menos em uma delas aumenta bastante. “A aneuploidia parece ser um ônus do processo de formação de neurônios em velocidade acelerada, como o que ocorre durante o desenvolvimento fetal”, comenta Rehen. “Ela se soma às características genéticas herdadas dos pais para tornar cada cérebro único”, diz o pesquisador, que coordena o Laboratório Nacional de Células-tronco Embrionárias (LaNCE).
O resultado obtido agora pelo grupo de Rehen acrescenta um elemento de complexidade ao processo de diferenciação celular, com implicações positivas e negativas. A aneuploidia pode ajudar a explicar diferenças de comportamento entre irmãos gêmeos idênticos ou o surgimento de doenças do cérebro – há estudos mostrando que os neurônios de pessoas com mal de Alzheimer costumam apresentar uma cópia extra do cromossomo 21. Mas também complica o desenvolvimento de terapias com células-tronco para doenças neurodegenerativas, como o próprio Alzheimer ou Parkinson. A partir de agora, os pesquisadores terão de levar em consideração o risco de aumento de aneuplodia decorrente da transformação das células-tronco em neurônios. “Ainda não sabemos se os efeitos gerados pela aneuploidia são prejudiciais, benéficos ou neutros”, diz Rehen. “Precisamos aprender mais sobre a citogenética dessas células”.
Fonte:Revista Pesquisa





Cientistas da University College de Londres estão próximos de descobrir uma maneira de curar os efeitos do enfarte. Através da proteína Timosina beta 4, os pesquisadores estimulam a produção de células-tronco do coração. A experiência foi realizada em ratos. Demonstrou melhoras de no mínimo, 25% no desempenho do coração dos animais. Agora, os especialistas da Universidade de Londres querem realizar a experiência em humanos.

Os resultados da pesquisa surpreenderam. Até então, os cientistas pensavam que o coração era incapaz de se regenerar. Essa característica representava uma má qualidade de vida para as vítimas de ataque cardíaco. Só no Reino Unido, mais de 750.000 pessoas vivem com insuficiência cardíaca. Os que sofrem com a doença, sentem dificuldades em tarefas simples como comer, se vestir ou levantar-se da cama.

Os tratamentos para doenças cardíacas variam desde medicamentos até transplantes. Cerca de 40% das pessoas morrem dentro de um ano após o diagnóstico. A sobrevida dos que sofrem com insuficiência cardíaca é pior do que alguns casos de câncer.

Esse estudo inovador, demonstrou que o coração adulto contém células, que quando são estimuladas da maneira correta, podem se transformar em novas células cardíacas e reparar um coração danificado.

O professor Peter Weissberg, diretor médico da British Heart Foundation, que financiou a pesquisa, comemora os resultados. Para ele “a restauração do coração, está passando da ficção para uma possibilidade”.

O estudo foi publicado na revista Nature.

Fonte: Portal Universidade
quarta-feira, 8 de junho de 2011


Procedimento que “reprograma” células adultas é mais uma esperança para cura de doenças.
Para “driblar” o impasse ético e religioso que envolve as pesquisas com células-tronco, os pesquisadores apostam em células-tronco adultas reprogramadas em laboratório como alternativa viável para pesquisas e evolução do conhecimento científico. Ao modificar, em laboratório, as características de células-tronco adultas para que possam ser mais versáteis – que então recebem o nome de pluripotentes induzidas (IPS cells, na abreviação em inglês) –, os cientistas passam a contar com células-tronco “artificiais” – livres, portanto, das polêmicas que envolvem essas pesquisas.
“As células-tronco pluripotentes induzidas ainda estão sendo estudadas e ainda devem evoluir tecnologicamente, mas mesmo assim já representam um grande avanço nas pesquisas com biotecnologia no mundo”, observa o professor Carlos Menck, presidente da Sociedade Brasileira de Genética (SBG). “Isso certamente deve acelerar descobertas importantes para o tratamento e prevenção de doenças e para aumentar ainda mais nossa compreensão sobre tudo o que envolve o corpo humano”.
As células-tronco têm a capacidade de se renovar continuamente após a divisão celular e são vistas pela comunidade científica como um novo caminho para a descoberta de novos tratamentos para inúmeras doenças. Segundo o professor Menck, entre as células-tronco mais conhecidas, as embrionárias são as mais versáteis. “Elas são capazes de se transformar em diversos tecidos do corpo humano, mas só podem ser adquiridas nos cinco primeiros dias após a fecundação e após este período os embriões são descartados, por isso algumas religiões são contra as pesquisas para obtenção de células-tronco embrionárias”.
As células-tronco adultas estão presentes em diversos órgãos do corpo e são capazes de se transformar em células do tecido em que são feitas. Sua função é repor as células que morrem diariamente. São células que podem ser encontrados no cordão umbilical, tecido adiposo, polpa dentária, sangue menstrual, líquido amniótico, couro cabeludo, cérebro, retina, pele, medula óssea e músculos. Contudo, possuem a limitação de se diferenciar em poucas linhagens celulares além dos tecidos onde estão presentes.
Para Menck, o estudo das células-tronco induzidas e as suas possibilidades de uso enchem de esperança médicos, cientistas e portadores de doenças até hoje incuráveis. “Elas poderão ser utilizadas para substituir tecidos doentes ou lesionados, ou no lugar de células que o organismo deixou de produzir”.
Pesquisa de células-tronco no Brasil-No Brasil são permitidas pesquisas com células-tronco embrionárias, mas é necessário seguir as diretrizes da Lei de Biossegurança. De acordo com Menck, para obter as células-tronco embrionárias são utilizados embriões congelados em clínicas de fertilização in vitro há mais de três anos, ou que não podem ser implantados no útero, e que tenham o consentimento dos casais que os geraram.
Portal Saiba Mais Sobre Biotecnologia é fonte de pesquisa gratuita para estudantes e professores- A SBG lançou em maio o portal “Saiba Mais Sobre Biotecnologia”, com conteúdo online gratuito para estudantes, professores e quem mais tiver interesse e curiosidade em entender melhor o que é e quais são as aplicações possíveis para a manipulação genética. O portal já nasce como uma importante ferramenta de apoio a estudantes e professores de Ensino Médio, cursinhos, universidades e é dividido em cinco áreas: biotecnologia, vegetais transgênicos, animais transgênicos, terapia gênica e células-tronco.[http://sbg.nucleoead.net].
SBG-A Sociedade Brasileira de Genética (SBG) reúne, desde 1955, geneticistas brasileiros e todas as pessoas interessadas em assuntos relacionados à genética. É filiada à Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência e tem atualmente 1287 associados, entre professores, pesquisadores e profissionais ligados à centros de pesquisa, universidades, fundações e empresas. A entidade publica livros e edita duas revistas, assinadas pela elite da genética brasileira: Genetics and Molecular Biology, publicação científica internacional, e a Genética na Escola, voltada para professores de Ensino Médio e Superior. [www.sbg.org.br].

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=161022
domingo, 5 de junho de 2011


Animais operados voltam a movimentar pernas e pesquisadores ficam otimistas com aplicação em humanos
Mariana Lucera

Foto: PETER ILICCIEV / FIOCRUZ MULTIMAGENS

Uma pesquisa feita pelo INCTC (Instituto Nacional de Células-Tronco e Terapia Celular), com a colaboração do Hemocentro de Ribeirão Preto, tem usado células-tronco retiradas da polpa do dente de leite humano para tratar paralisia em cães com lesões crônicas na medula. Os animais, operados há um mês, já conseguem responder a reflexos nas patas traseiras, que antes não tinham, e conseguem se movimentar em esteira aquática, sem o peso da gravidade.
O estudo é desenvolvido há dois anos, por pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) da Capital. "Nosso objetivo é fornecer bases para o tratamento da paralisia em humanos, por meio de resultados obtidos com tratamento de animais", diz o pesquisador Matheus Levi Tajra Feitosa.
Quatro cães das raças lhasa apso e dachshunds foram operados. Um dos lhasas, o Juquinha, foi o primeiro a apresentar resultados positivos ,depois de um mês de operação (veja vídeos).
Em escala de 0 a 14, na qual 0 seria a total paralisia e 14, a total movimentação, o cão saiu do estágio 4 para o 8. "Foi uma evolução considerável em um curto período de tempo", diz Feitosa.
O lhasa Bond, operado há 15 dias com células-tronco, desta vez retiradas da medula óssea canina, já apresenta melhora, mas será avaliado nesta semana. "Acreditamos que ele deve ter o mesmo tipo de evolução que o Juquinha", diz Feitosa.
O pesquisador Carlos Alberto Almeira Sarmento diz que os resultados são promissores. "Depois da cirurgia, é fundamental iniciar a fisioterapia, que potencializa os resultados."
Escolha

Os cães submetidos a cirurgia são escolhidos em uma clínica veterinária da Capital. São animais que sofreram lesão na coluna, perderam movimentos há pelo menos um ano e não têm mais chances de voltar a andar. "Explicamos para os donos todos os riscos, que são os mesmos de uma cirurgia padrão", diz Feitosa.

A primeira parte da pesquisa deve ser concluída ainda neste ano. Para levar o tratamento para testes com humanos, os pesquisadores do INCTC precisarão de mais cinco anos.

"Novos alunos ainda vão ingressar nessa pesquisa e darão continuidade", conta Feitosa.
Teste em humanos

Cientistas da Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e do Centro de Biotecnologia e Terapia Celular do Hospital São Rafael, em Salvador (BA), revelaram, na semana passada, que um policial militar de 47 anos, que ficou paraplégico há nove anos, passou por um transplante de células-tronco há quase um mês e já consegue movimentar as pernas. O nome dele não foi revelado. Os médicos usaram células-tronco mesenquimais, que são encontradas primariamente na medula óssea e dão origem a vários tipos de tecidos. Elas são retiradas do osso do quadril do próprio paciente e injetadas diretamente no local em que a coluna foi atingida.

Ainda é cedo para dizer se ele andará novamente. Outras 19 pessoas com lesões na medula também vão receber células-tronco.

De ossos

Além da polpa do dente de leite, os pesquisadores também têm retirado células-tronco da medula óssea fetal canina na pesquisa. Ambas as fontes de material já foram amplamente caracterizadas e testadas em animais e não causaram malefícios.

As células-tronco da medula óssea fetal de cachorros apresentam menor risco de rejeição, por serem um tipo de transplante heterólogo, ou seja, de animais da mesma espécie.

No entanto, as células da polpa dentária humana apresentam maior predisposição a formar células de origem nervosa do que as retiradas da medula óssea. Os dois tipos foram testados e não apresentaram formação de tumores.

As células-tronco retiradas da polpa dentária humana foram injetadas na musculatura de cães com distrofia muscular e regeneraram os órgãos. Dos animais que já passaram pela cirurgia, são os dois da raça lhasa apso que demonstraram maior melhora. Cada um foi operado com um tipo de célula.

Os outros dois animais operados, que ainda estão em fase de teste, são da raça dachshunds e receberam célula-tronco da medula óssea canina. "Mas esses cães não apresentaram melhoras semelhantes aos outros animais, porque tinham uma lesão mais extensa, já havia contratura dos membros pélvicos e uma grande atrofia", explica o pesquisador Matheus Levi Tajra Feitosa.

Os resultados obtidos até hoje não dão conta de identificar qual dos tipos de célula é o mais eficaz.

As células-tronco

As células-tronco são primitivas e produzidas no desenvolvimento do organismo para originar outros tipos de célula. Pesquisadores tentam usá-las para sanar tecidos danificados.

São vários tipos. As totipotentes podem produzir todas as células embrionárias e extraembrionárias. As pluripotentes originam tipos celulares do embrião. As multipotentes são as que produzem várias linhagens. As oligopotentes dão origem a células dentro de uma única linhagem. As unipotentes produzem somente um tipo celular maduro.



quarta-feira, 1 de junho de 2011

Paraplégico movimenta pernas após transplante pioneiro na Bahia

No tratamento são usadas células tronco mesenquimais. 

Policial passou nove anos na cadeira de rodas.

Celulas tronco na Bahia (Foto: Reprodução/TV Globo)

O transplante de célula-tronco na medula óssea realizado no último dia 14 de abril, em Salvador, traz resultados que animam os médicos. Um policial militar de 47 anos, que não quis ser identificado, paraplégico depois de um acidente e passou os últimos nove anos numa cadeira de rodas. Após se submeter ao tratamento, ele voltou a movimentar as pernas.
O policial não fazia nenhum movimento da cintura para baixo. Ele também teve melhora na musculatura que controla o fluxo de fezes e urina e não precisa mais de fraldas e outros equipamentos. A esperança de voltar a ter uma vida normal nunca foi tão grande.
“Antes eu tinha um tronco que estava vivo e pernas que não respondiam. Agora eu percebo que elas estão vivas, pertencem a mim e depende de mim para que elas acordem”, destaca.
Agora, o policial já consegue mover os joelhos para cima, uma façanha para quem tem a musculatura atrofiada pela falta de uso. Outra mostra impressionante da recuperação da força nas pernas está em um exercício, que ainda exige equilíbrio. Para a equipe de fisioterapia o mais surpreendente na recuperação do paciente é que ele está pedalando.
Para que o paciente fosse submetido a um transplante de células-tronco, uma pesquisa foi feita durante cinco anos e, antes de ser usada em humanos, a técnica mostrou bons resultados em animais.


Células usadas no tratamento podem se transformar em tecido (Foto: Reprodução/TV Globo)

No tratamento, os médicos usam células-tronco mesenquimais, que têm grande capacidade de se transformar em vários tipos de tecido. Elas são retiradas do osso do quadril do próprio paciente e injetadas diretamente no local onde a coluna foi atingida. A técnica pioneira foi desenvolvida por cientistas da Fundação Osvaldo Cruz e do Hospital São Rafael, onde fica um dos mais modernos centros de terapia celular do país. Os pesquisadores estão espantados com a evolução rápida do paciente.
"Basicamente em uma semana ele já começou a ter resultados clínicos, uma melhora na sensibilidade, uma melhora na postura sentada e este paciente vem evoluindo", observa Marcus Vinícius Mendonça, neurocirurgião.
Mas os médicos acham cedo para dizer se ele e as outras 19 pessoas com o mesmo problema que também irão receber células tronco vão voltar a andar normalmente Ricardo Ribeiro, coordenador do programa.
"Esse paciente pode ter ainda outras melhoras e os outros podem ter melhoras maiores, ou iguais ou piores. Então, a gente tem que esperar".
Por enquanto o policial é entusiasmado pelo primeiros resultado e faz planos. "Eu sempre gostei de praia, ir à praia, poder tomar um banho de mar sem que ninguém te carregue, né? poder ir a um estádio, que eu sempre gostei de futebol, poder jogar um futebol, ir a shopping, fazer o que eu sempre fazia", espera.

Fonte: G1

Tradutor

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