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I Samuel 7.12

quarta-feira, 25 de maio de 2011


Embora a quimioterapia seja usada para matar células cancerígenas, também apresenta efeito tóxico sobre células normais, tais como as da medula óssea e as do sangue, muitas vezes limitando a capacidade de usar e gerir o tratamento quimioterápico .Invetigadores relatam que uma abordagem possível para reduzir este efeito tóxico seria modificar as células para que tenham um gene que as torna resistentes à quimioterapia, avança o portal ISaúde.

Os cientistas Hans-Peter Kiem, Jennifer Adair e Maciej Mrugala apresentaram dados de um ensaio clínico no qual as células-tronco da medula óssea de doentes com tumores cerebrais foram retiradas e modificadas com um vector de retrovírus para introduzir o gene resistente à quimioterapia. As células foram então injectadas novamente no sangue do doente. Na experiência, que foi projectada para avaliar a segurança e a viabilidade, foram administradas com segurança células-tronco do sangue geneticamente modificadas que persistiram por mais de um ano e não apresentaram quaisquer efeitos nocivos aparentes.

Esta abordagem foi testada em doentes com uma forma terminal de cancro do cérebro chamada glioblastoma. Actualmente, a sobrevida média para pacientes com glioblastoma é de apenas 12 a 15 meses. O prognóstico é pobre porque não há qualquer cura disponível e os médicos não podem usar efectivamente o tratamento existente . As células de glioblastoma produzem uma grande quantidade da proteína chamada MGMT que as torna resistentes à quimioterapia, então os médicos usam uma segunda droga, chamada benzilguanina, para derrubar o MGMT e tornar as células tumorais sensíveis à quimioterapia.

Esta combinação de dois golpes potentes não está limitada às células tumorais do cérebro. A benzilguanina também desabilita o MGMT nas células normais do sangue e da medula óssea, deixando-as também susceptíveis aos efeitos da quimioterapia. Os efeitos no sangue e na medula óssea dos pacientes podem ser consideráveis e, muitas vezes, limitam a capacidade de administrar efectivamente a quimioterapia.

"Os nossos resultados iniciais são encorajadores, pois o nosso primeiro paciente ainda está vivo e sem evidência de progressão da doença há quase dois anos após o diagnóstico", diz Kiem. Os resultados do estudo sugerem que a administração das células modificadas representam um método seguro para proteger as células da medula e do sangue dos efeitos nocivos da quimioterapia em pacientes com tumor cerebral. 

Ensaios clínicos futuros serão feitos para determinar se esta quimioterapia combinada irá também melhorar a sobrevida de pacientes com glioblastoma.

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