Apenas os eventos, rifas e as demais ações postadas neste blog serão usados em prol do tratamento do Arthur.

ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR
I Samuel 7.12

domingo, 31 de julho de 2011

Objetivo do estudo é saber se células-tronco podem ser usadas no combate à doença


AFP
Pesquisa com células-tronco
Células-tronco: pesquisa deverá usar 200 pacientes ao redor do mundo
Londres - Um grande teste clínico analisará o possível tratamento da esclerose múltipla (EM) com células-tronco, a fim de estabelecer se elas podem conter e inclusive reverter o dano cerebral ocasionado pela doença.

A pesquisa, na qual participarão 200 pacientes de todo o mundo, será liderada por cientistas do Imperial College de Londres, que receberam fundos da Sociedade de EM e da Fundação de Células-Tronco do Reino Unido para começar o teste no final deste ano.
Os especialistas tomarão células-tronco da medula óssea dos pacientes, depois as tratarão em laboratório e voltarão a injetar na corrente sanguínea, segundo os detalhes do teste divulgados nesta sexta-feira no Reino Unido.
Os pesquisadores esperam que as células-tronco encontrem um caminho até o cérebro para que possam reparar o dano causado pela EM, uma doença que causa lesões crônicas no sistema nervoso central e cujas causas são desconhecidas.
O pesquisador chefe deste estudo no Imperial College, Paolo Muraro, disse nesta sexta-feira que esta é a primeira vez que os especialistas se unem para provar células-tronco em EM em um teste de grande escala.
Os cientistas trabalharão em laboratórios em Londres e Edimburgo, onde cultivarão as células-tronco.
"O projeto de pesquisa de Muraro representa o primeiro teste deste tipo feito pelo Reino Unido sobre o uso de células-tronco para o tratamento de EM", afirmou nesta sexta-feira o presidente da Fundação de Células-Tronco do Reino Unido.

Fonte: Exame.com
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Cientistas descobrem sétima e oitava bases do DNA
Como as novas bases do DNA representam um estado intermediário no processo de demetilação, elas podem ser importantes para a reprogramação celular e para o câncer, já que os dois envolvem a desmetilação do DNA.


















Quantas bases tem o DNA?

Durante décadas, os cientistas consideraram que o DNA é composto por quatro unidades básicas - adenina, guanina, timina e citosina.

Essas quatro bases são ensinadas nas escolas e nos livros de ciência e formaram a base do conhecimento crescente sobre como os genes codificam a vida.

No entanto, em 2010, eles expandiram essa lista de 4 para 6.

Agora, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, descobriram as sétima e oitava bases do DNA.

Novas bases do DNA

As duas bases mais "novas" do DNA são 5-formilcitosina e 5-carboxilcitosina.

Elas são na verdade versões da citosina que foram modificadas por proteínas Tet, entidades moleculares que se acredita terem um papel importante na demetilação (ou desmetilação) do DNA e na reprogramação das células-tronco.

Assim, a descoberta pode trazer avanços para a pesquisa com células-tronco, dando um vislumbre das mudanças no DNA - como a remoção de grupos químicos através da demetilação - que poderiam reprogramar células adultas para fazê-las agir como células-tronco.

"Antes que possamos compreender a magnitude desta descoberta, temos que descobrir a função dessas novas bases," disse Yi Zhang, autor principal do estudo.

"Como essas bases representam um estado intermediário no processo de demetilação, elas podem ser importantes para a reprogramação celular e para o câncer, já que os dois envolvem a desmetilação do DNA."

Precisão do experimento

Já se sabe bastante sobre a quinta base, a 5-metilcitosina. Esta metilação está associada com o silenciamento genético, uma vez que ela faz a dupla hélice do DNA dobrar-se ainda mais apertado sobre si mesma.

No ano passado, o grupo de Zhang descobriu que as proteínas Tet podem converter a 5-metilC (a quinta base) em 5-hidroximetilC (a sexta base do DNA) no primeiro de uma reação de quatro passos, trazendo de volta a tradicional citosina.

Mas, por mais que tentassem, os pesquisadores não conseguiram continuar a reação para atingir as sétima e oitava bases, agora chamadas 5-formilC e 5-carboxiC.

O problema, eles finalmente descobriram, não era que a Tet não estava dando os segundo e terceiro passos, mas que seu experimento não era sensível o suficiente para detectá-los.

Assim que perceberam as limitações do ensaio, eles reprojetaram o experimento e, de fato, foram capazes de detectar as duas novas bases do DNA.
  • O DNA não tem todas as respostas, concluem cientistas 


Fonte: Diário da Saúde
quarta-feira, 27 de julho de 2011

Para o governo, decisão é uma "boa notícia" para pacientes que padecem de doenças aparentemente incuráveis


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Governo comemorou a decisão e falou que ela ajuda a manter a esperança a milhões de norte-americanos em todo o país

Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou nesta quarta-feira (27) o processo apresentado por dois cientistas do país contra o financiamento governamental para a pesquisa com células-tronco, representando uma vitória para o presidente Barack Obama. Obama reduziu, por meio de uma ordem executiva em 2009, as restrições à pesquisa com células-tronco impostas durante a Presidência de George W. Bush (2001-2009) e ampliou o financiamento para esse campo.

A decisão do juiz Royce Lamberth chega depois que um tribunal de apelações determinou, em abril, que o Governo podia seguir financiando a pesquisa, enquanto o tribunal do distrito federal de Washington revisava o caso. Os cientistas James Sherley e Theresa Deisher sustentavam que o relaxamento das normas sobre financiamento para a pesquisa desviava fundos dos estudos com células-tronco de adultos, sua especialidade.

O processo argumentava também que as pesquisas com fundos do Instituto Nacional de Saúde (NIH, na sigla em inglês) violavam a lei Dickey-Wicker de 1996, que proíbe que os contribuintes financiem projetos que afetem embriões. Lamberth congelou o financiamento para a pesquisa com células-tronco em 2010 por considerar que o processo tinha possibilidades de prevalecer, mas o tribunal de apelações revogou rapidamente sua ordem perante os protestos do Governo de Obama.

O juiz concluiu nesta quarta-feira que as diretrizes do NIH não violam as leis federais. Sua decisão se baseou nas conclusões da citada corte de apelações em abril. O magistrado disse estar sujeito às conclusões do tribunal de maior instância e deu sinal verde à solicitação do Governo de desprezar o caso. A vice-conselheira de Obama, Stéphanie Cutter, disse que a decisão de Lamberth é uma "boa notícia" para os pacientes que padecem de doenças como o mal do Alzheimer ou o de Parkinson, entre outras doenças incuráveis.

Stéphanie destacou que Obama respalda as pesquisas "responsáveis" com células-tronco por considerar que "poderiam tratar ou curar doenças que afetam milhões de americanos cada ano". A assessora lembrou que Obama suspendeu as restrições para as pesquisas com células-tronco criadas depois de agosto de 2001, o que ampliou as informações disponíveis aos cientistas e especialistas no setor privado e no NIH. "As pesquisas com células-tronco oferecem esperança a milhões de americanos em todo o país",

No entanto, os detratores da pesquisa com células-tronco, principalmente os grupos religiosos dos EUA, argumentam que esta representa a destruição de embriões humanos.

Fonte: R7
  
                      Será?! Macacos podem aprender habilidades humanas, alertam cientistas



Sabe o filme 'Planeta dos Macacos', que conta a história de um mundo dominado pelos primatas? Se você acha que tudo aquilo não passa de ficção científica barata, deve ficar alerta ao comunicado da Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha, que pediu ao governo britânico regras rígidas para pesquisas médicas envolvendo animais. Os cientistas da Academia temem que, com o avanço da ciência, os pesquisadores acabem criando macacos capazes de falar ou coordenar pensamentos como humanos.
De acordo com o comunicado, a Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha afirma não ser contra os experimentos com células-tronco em animais, mas ressalta que esses temas "precisam ser urgentemente regulados".
A preocupação maior dos cientistas é com os experimentos feitos em macacos de grande porte, o que é proibido na Grã-Bretanha mas liberado nos Estados Unidos. "Tememos que a introdução de células cerebrais humanas no cérebro de primatas faça com os que os primatas adquiram algumas das capacidades exclusivamente humanas, como a linguagem", afirma o professor Thomas Baldwin, membro da Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha.
Logo de cara, essa notícia tem toda o jeito de ser uma propaganda viral para o lançamento do filme 'Planeta dos Macacos: A Origem', com estreia prevista para dezembro deste ano. Mas o alerta é sério, a Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha é uma entidade conceituada e o trabalho dos pesquisadores foi divulgado na revista científica Nature, uma das mais conceitudas no mundo das Ciências.

'Planeta dos Macacos: A Origem'
O filme 'Planeta dos Macacos: A Origem' conta a história do que aconteceu na Terra antes dela ser dominada pelos macacos. No longa, pesquisadores descobrem uma fórmula que aumenta a capacidade de inteligência dos primatas. Após algumas reviravoltas, o macaco Caesar, primeiro símio a testar a droga, se volta contra os humanos e liberta os outros animais de sua espécie. Eles iniciam uma revolta que toma conta do planeta.
                                                          
                                                      Assista ao trailer abaixo:


Fonte: MTV
segunda-feira, 25 de julho de 2011

  Uma equipe de cientistas da Universidade de Michigan conseguiu reprogramar células de pele de adultos que se comportam como células-tronco, informou nesta segunda-feira a instituição. As células reprogramadas também são conhecidas como células-tronco pluripotentes induzidas (iPS, por sua sigla em inglês) e exibem muitas das propriedades das células-tronco de embriões.

 Os pesquisadores da Universidade de Michigan utilizarão as iPS junto com as células-tronco de embrião humano para estudar a origem e a progressão de várias doenças e tentar buscar novos tratamentos. Das primeiras cinco cepas de iPS do consórcio, três provêm de células de pele doadas por pacientes com transtorno bipolar e serão usadas para estudar esse problema. O trabalho foi realizado por um consórcio criado em março de 2009 do qual participam diversas faculdades, laboratórios e centros de estudos da Universidade de Michigan. "As duas principais metas que tínhamos quando iniciamos o consórcio eram a produção de cepas de células-tronco de embrião humano e cepas de células iPS. Agora alcançamos os dois objetivos", disse a codiretora do consórcio Sue O'Shea, professora de biologia celular e de desenvolvimento da escola de medicina.

Em outubro de 2010 os pesquisadores do consórcio anunciaram que tinham criado a primeira cepa de células-tronco de embrião humano no país. Após seis meses, anunciaram que tinham criado as primeiras cepas de células-tronco de embrião humano portadoras dos genes responsáveis por uma doença hereditária.
Uma das metas do consórcio era a criação de cepas de células iPS e de células-tronco de embrião humano afetadas por doenças para poder compará-las. Quando as células iPS de humanos foram descobertas em 2007, alguns as proclamaram como possíveis substitutas das células-tronco de embrião humano.
No entanto, estudos recentes descobriram algumas importantes diferenças entre as iPS e as células-tronco de embrião humano, e a maioria dos pesquisadores diz que, se for necessário, continuarão os trabalhos com os dois tipos de células, junto com as células-tronco de adultos.

fonte:Terra
quinta-feira, 21 de julho de 2011

As células-tronco neurais são capazes de ajudar as pessoas a recuperar a aprendizagem e as habilidades de memória perdidas devido ao tratamento com radiação para tumores cerebrais. Pesquisas com ratos revelam que as células-tronco transplantadas dois dias após a irradiação craniana restauraram a função cognitiva, de acordo com a medida realizada em avaliações de um a quatro meses. Em contraste, os ratos irradiados que não foram tratados com células-tronco não demonstraram melhora cognitiva, avança o portal ISaúde.

"Os nossos resultados fornecem evidências sólidas de que tais células podem ser usadas para reverter o dano induzido pela radiação no tecido saudável do cérebro", disse o professor de radiologia oncológica Charles Limoli.

A radioterapia para tumores cerebrais é limitada através do grau de tolerância do tecido circundante. Os doentes que recebem radiação em níveis eficazes sofrem graus variados de perda na aprendizagem e na memória que afectam negativamente a qualidade de vida. "Em quase todos os casos, as pessoas sofrem um défice cognitivo grave, que é progressivo e debilitante. Pacientes pediátricos com cancro podem recuar até três pontos de QI por ano".

Para o estudo da UCI, células-tronco neurais multi-potentes foram transplantadas para o cérebro de ratos submetidos ao tratamento com radiação. Elas migraram para o hipocampo e desenvolveram-se em células cerebrais. Os investigadores avaliaram os ratos no primeiro e no quarto meses após o transplante, observando melhora nas habilidades de aprendizagem e de memória em ambos os períodos.

Além disso, os cientistas descobriram que transplantar apenas 100 mil células-tronco neurais humanas foi suficiente para melhorar a cognição após a irradiação craniana. Entre as células que sobreviveram ao processo, cerca de 15% transformaram-se em novos neurónios, enquanto 45% se tornaram astrócitos e oligodendrócitos - células que apoiam os neurónios cerebrais.

O mais notável é, segundo Limoli, que ele e os seus colegas descobriram que cerca de 11% das células enxertadas expressam um marcador de aprendizagem induzido comportamentalmente, indicando a integração funcional daquelas células em circuitos de memória no hipocampo.

"Esta pesquisa sugere que as terapias com células-tronco possam um dia ser implementadas na clínica para prestar socorro aos doentes que sofrem de deficiências cognitivas resultantes dos seus tratamentos de cancro. Apesar de ainda faltar muito trabalho, um ensaio clínico analisando a segurança de tais abordagens pode ser viável dentro de alguns anos, provavelmente com pacientes portadores de glioblastoma multiforme, um tipo particularmente agressivo e letal de cancro cerebral", disse Limoli.

Fonte: POP
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Doenças auto-imunes podem ser tratadas com nova terapia celular que poderá propiciar melhor qualidade de vida aos pacientes com diabetes tipo 1, lúpus eritematoso sistêmico e esclerose múltipla.
O XV Congresso da Sociedade Brasileira de Medula Óssea, que acontece de 11 a 14 de agosto no Centro de Convenções do Hotel Windsor Barra, no Rio de Janeiro, terá como um dos temas o uso de células-tronco hematopoéticas (CTH), capazes de produzir tecidos de ossos, cartilagem e músculo cardíaco.
Nos últimos anos, foram desenvolvidas várias pesquisas relacionadas ao uso dessas células no tratamento de algumas doenças auto-imunes. O tratamento é feito por meio do transplante autogênico de células tronco hematopoéticas (TACTH) ou seja utilizando células do próprio paciente. Algumas doenças como diabetes tipo 1, lúpus e esclerose múltipla, já estão sendo tratadas com o TCTH em grandes centros como Rio de Janeiro e São Paulo. Estudos comprovaram, por exemplo, que pessoas que sofriam de diabetes tipo 1, tiveram melhora significativa, deixando até de utilizar a insulina por vários anos.
Os estudos sobre o transplante de medula óssea (TMO) para outras enfermidades não hematológicas ou neoplásicas, de acordo com presidente do Congresso, Dr. Luis Fernando Bouzas, são casos sem grande perspectiva de melhora com os tratamentos que existem hoje, como a esclerose múltipla e sistêmica. “A possibilidade com o transplante é de proporcionar uma qualidade de vida completamente diferente aos pacientes, pois o transplante aumenta a sobrevida, estabiliza a enfermidade e reduz a necessidade de medicamentos por muitos anos”, afirma o especialista.
Medicina Regenerativa: novos horizontes- A medicina regenerativa, que faz uso de CTH e Mesenquimais (CTM) para a recuperação de certos tecidos danificados, é outra novidade que será tratada no Congresso. Consiste em fazer aplicações de CTH/CTM diretamente sobre o tecido lesado, como o coração após um infarto ou comprometido com doença de Chagas. A Universidade de São Paulo (USP) tem utilizado a injeção de CTH diretamente em ossos fraturados, onde foi constatado uma recuperação muito mais rápida do paciente, bem como em doenças neurológicas e vasculares, porém ainda sob protocolos de pesquisa.
Apesar de se encontrar em fase experimental, já existem pedidos de autorização para que os procedimentos com CTH/CTM entrem na rotina do SUS – Sistema Único de Saúde. Estes procedimentos encontram-se em fase de discussão em grupos de trabalho da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e dos Ministérios da Ciência e Tecnologia e Saúde, cuja conclusão será a normatização/regulamentação do preparo das células para o uso terapeutico.
Além do TCTH e da Terapia celular com CTH e CTM, outros temas importantes serão discutidos no Congresso: .A seleção ideal de doadores no tratamento de doenças hematológicas malignas |.O uso das células do Sangue de Cordão Umbilical |.Simpósio de HLA e Doenças |.Biologia da Célula Tronco normal e tumoral .TCTH – Tendências dos últimos 30 anos |.TCTH em Pediatria |Transplante alogênico em pacientes idosos |.Prevenção e Atuação nos Acidentes nucleares e radioativos .Aspectos Multidisciplinares do TCTH |. Principais complicações do TCTH e seu manejo|.Apresentação de resultados e propostas futuras dos Centros de TCTH Nacionais.
O encontro tem parceria com o ISCT (International Society for Cellular Therapy ou Sociedade Internacional para Terapia Celular) e terá a participação de entidades co-irmãs como a Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH), Associação Brasileira de Histocompatibilidade (ABH) e Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE).
Também será realizada reunião dos representantes Latino Americanos sob a chancela da Worldwide Bone Marrow. Transplantation (WBMT ) e da SBTMO, no sentido de organizar uma possível Sociedade Latino Americana de TCTH, fortalecendo o desenvolvimento da atividade em nosso continente.
.[XV Congresso da Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea – SBTMO, dias 11 a 14 de agosto de 2011, no Centro de Convenções do Hotel Windsor Barrak, Avenida Lucia Costa, 2630 - Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ].

Fonte: Portal Fator Brasil
Oncogenes
Até agora, os cientistas acreditavam que os chamados oncogenes seriam genes que, quando sofrem alguma mutação, alteram as células saudáveis em células tumorais cancerosas.
Mas cientistas da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, acabam de demonstrar que esses "oncogenes" também podem alterar as células normais de uma forma totalmente inusitada: transformando-as em células-tronco.
"A realidade parece ser bem mais complicada do que as pessoas pensam," disse Jiang Zhong, coordenador da pesquisa. "O que é um gene de célula-tronco? O que é um gene de câncer? Eles podem ser a mesma coisa."
A descoberta, além de dar um novo rumo às pesquisas genéticas voltadas para o câncer, abre caminho para uma abordagem mais segura e mais prática para o tratamento de doenças como a esclerose múltipla e do próprio câncer, usando terapias de células-tronco.
Células da pele viram células do cérebro
Zhong e seus colegas conseguiram transformar células da pele humana em células do cérebro, suprimindo a expressão da p53, uma proteína codificada por um oncogene amplamente estudado.
Isto sugere que o que a mutação da p53 faz é ajudar a determinar o destino final das células - bom ou ruim - e não apenas determinar o câncer como resultado final.
"Quando você desativa a p53, as pessoas pensam que a célula torna-se cancerosa, porque nós tendemos a nos concentrar no lado ruim das coisas," disse Zhong, referindo-se aos outros grupos de cientistas que chegaram à conclusão de que a proteína gera células de câncer.
"Na verdade, a célula torna-se mais plástica e pode fazer coisas boas também. Digamos que a célula seja como uma pessoa que perde o emprego (o 'desligamento' da p53). Ela pode se tornar um criminoso ou poderia encontrar outro emprego e ter um impacto positivo na sociedade. O que a empurra em uma direção ou outra nós não sabemos, porque o ambiente é muito complicado," explica o pesquisador.
Endoderma, mesoderma e ectoderma
As células-tronco podem se dividir e se diferenciar em diferentes tipos de células no corpo.
Em humanos, as células-tronco embrionárias se diferenciam em três famílias, ou camadas germinativas, de células. As razões por que e como certas células-tronco se diferenciam em determinadas camadas em particular ainda não são claramente compreendidas.
No entanto, é a partir dessas camadas que os tecidos e órgãos se desenvolvem.
O endoderma, por exemplo, leva à formação do estômago, cólon e pulmão, enquanto o mesoderma forma os tecidos ósseos, o sangue e o coração.
Em seu estudo, a equipe de Zhong examinou as células da pele humana, que estão relacionadas ao cérebro e às células neurais do ectoderma.
Desligando o gene
Quando a p53 foi suprimida, as células da pele se desenvolveram em células que se parecem exatamente iguais às células-tronco embrionárias humanas.
Mas, ao contrário de outras células-tronco sintetizadas pelo homem, que são pluripotentes e podem se transformar em quaisquer outras células no corpo, essas células se diferenciaram apenas em células da sua própria camada germinativa, ou seja, do ectoderma.
"As IPSCs [células-tronco pluripotentes induzidas] podem se transformar em qualquer coisa, o que as torna difíceis de controlar," disse Zhong. "Nossas células estão permanecendo dentro da linhagem do ectoderma."
Ao contrário de uma limitação, isto é na verdade um fator positivo para o uso dessas células, uma vez que os cientistas sabem que ela seguirá um caminho mais restrito, com possibilidade de uma aplicação mais direcionada.

Fonte: Diário da Saúde
segunda-feira, 18 de julho de 2011

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Experimento está sendo testado em seres humanos.

Efeito em lesionados há menos de 30 dias é melhor.


Pacientes com lesões na medula podem se recuperar mais rápido com a ajuda de células retiradas de seu próprio corpo, afirmam estudos feitos na República Tcheca apresentados no Congresso Mundial de Neurociência, realizado em Florença, na Itália. A pesquisa está em fase de testes em seres humanos – ao todo, 41 pessoas já participaram.

Os pesquisadores fizeram lesões experimentais em ratos, simulando o quadro em humanos, e perceberam que alguns tipos de células poderiam auxiliar na regeneração do local. Eles usaram células-tronco (que dão origem a diversos tipos de células) da medula óssea e também células precursoras da medula espinhal de embriões humanos.

Em humanos, foram utilizadas células obtidas da medula óssea do próprio paciente. Ao injetá-las, perceberam que essas células eram capazes de migrar para o tecido na medula espinhal e ajudar a regenerar o local lesionado.
Mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem uma lesão na medula espinhal, anualmente.
No entanto, não são todos os pacientes que podem ser beneficiados. O estudo mostrou que as aplicações feitas em pessoas lesionadas em até 30 dias foram mais eficientes e o paciente apresentou uma melhora significativa. Quando as células foram aplicadas em pacientes lesionados há mais de 467 dias, o tratamento não teve resultado tão eficiente.

“Nestes pacientes lesionados há mais tempo, estamos usando outras estratégias combinadas com outras células. Nosso objetivo é continuar explorando a eficácia destas combinações”, disse ao G1 Eva Sykova, pesquisadora e professora da Universidade Charles, da República Tcheca.

Segundo ela, mais de 40 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem uma lesão na medula espinhal anualmente e aproximadamente 2,5 milhões ficam com a lesão permanente. No Brasil, o Censo de 2000 – último levantado com os dados sobre paraplegia e tetraplegia – registrou 24 milhões de casos. A cada ano, surgem mais 10 mil novos casos somente no Brasil.

Fonte: G1

A radioterapia é uma das ferramentas mais efetivas contra tumores cerebrais, muito sensíveis aos feixes de elétrons disparados pelo equipamento. Ao mesmo tempo em que destrói as células cancerígenas, o tratamento pode provocar perdas cognitivas nos pacientes. O efeito, que se manifesta a longo prazo e principalmente em crianças, é combatido com medicamentos que, porém, são pouco eficazes.

A solução para reparar os danos no cérebro pode estar nas células-tronco, de acordo com um estudo publicado na edição da revista Cancer research, da semana passada. “Esses efeitos colaterais são progressivos e debilitantes. Por isso, qualquer tratamento para reverter os danos deve ser perseguido”, diz ao Estado de Minas Charles Limoli, principal autor do estudo e professor de radiologia oncológica da Universidade da Califórnia, em Irvine. Limoli conta que, em 2009, sua equipe já havia conseguido sucesso em um experimento com células-tronco para recuperar a função das células danificadas, mas, agora, a tecnologia foi refinada.

Na ocasião, eles usaram células-tronco embrionárias pluripotentes, aquelas retiradas de embriões, com capacidade de se diferenciar em qualquer tipo de tecido ou órgão. Mas essas estruturas são conhecidas também por provocar tumores como teratomas, formados por resíduos fetais e tecidos embrionários. Agora, Limoli voltou a aplicar células-tronco embrionárias – as adultas parecem ineficazes em tratamentos para o cérebro –, mas em um nível de especialização maior.

Essas células são neurais e, dentro do cérebro, transformam-se em neurônios e células gliais. “No estudo atual, o foco do nosso trabalho foi estabelecer o comportamento das células-tronco neurais de origem humana, transplantadas para o cérebro que passou por radiação ionizante e determinar se elas poderiam, com segurança, atenuar os danos cognitivos induzidos pela radioterapia”, diz o pesquisador.

Resultado importante

O estudo foi feito com ratos, que receberam radiação suficiente para danificar as células cerebrais. Limoli explica que não se sabe o motivo pelo qual a radioterapia danifica as funções de cognição e memória, mas uma hipótese é que os elétrons alterem a química das células nos tecidos próximos à aplicação. Dois dias depois de irradiar os feixes de elétrons nos animais, os cientistas aplicaram injeções contendo as células-tronco neurais no cérebro. Para fazer comparações posteriores, alguns dos ratos não receberam o transplante celular.

Nos quatro meses seguintes, os animais passaram por testes de cognição e memória, que verificaram a eficácia do tratamento (leia entrevista). Tanto os ratos que receberam a injeção quanto os que somente foram submetidos à radiação fizeram os testes. O primeiro grupo se saiu melhor do que o segundo em mais de 50%. Passado o período de experimentos, os cientistas analisaram os tecidos dos cérebros dos animais. Eles descobriram que as células-tronco injetadas migraram para o hipocampo, área ligada à memória e ao aprendizado, onde se formam constantemente novos neurônios.

Os exames mostraram que no primeiro e no quarto meses depois das injeções, a quantidade de células neurais aumentou 23% e 12%, respectivamente, em ambos os hemisférios cerebrais dos ratos. Isso significa que, mesmo a longo prazo, os efeitos se mantiveram. Para Limoli, esse é um tratamento promissor tanto para danos cerebrais induzidos pela radiação quanto para doenças degenerativas como Alzheimer e Parkinson, que também prejudicam funções do cérebro. Mas ele lembra que, antes de começar os testes em humanos, o que pode ocorrer em menos de dois anos, são necessários mais estudos que comprovem a segurança do tratamento.

Embora os ratos não tenham sofrido danos colaterais, até que a pesquisa evolua para a fase clínica é necessário entender melhor o comportamento das células neurais e as dosagens precisas das injeções. Além disso, a equipe de Limoli quer investigar qual a melhor forma de transplantar o material para o cérebro. “Laboratórios de pesquisa de todo o mundo têm trabalhado intensamente para encontrar maneiras de fazer com que as células-tronco migrem pelo tecido cerebral, se fixem no local certo e, uma vez lá, consigam sobreviver”, diz ao EM Milos Pekny, pesquisador da Universidade de Göteborg, na Suécia, que publicou um trabalho na revista Cell a respeito.

Ele descobriu que células-tronco transplantadas para o cérebro de ratos geram células neurais numerosas e maduras se uma estrutura, chamada astrocito, não for ativada. “Eles são tipos de célula do sistema nervoso central que controlam muitas funções cerebrais, incluindo a capacidade do cérebro de se autorregenerar”, explica. Quando células-tronco são transplantadas no órgão, Pekny afirma que os astrocitos são ativados, com um impacto negativo para o transplante.

Mas a equipe do cientista descobriu como manipular um gene que impede a ativação dos astrocitos depois das injeções de células-tronco. Com isso, o material injetado não sofreu alterações, e os cérebros dos ratos se regeneraram. “As pesquisas nesse sentido ainda estão começando e muito trabalho precisa ser feito. Mas é inegável que temos dado passos muito grandes na direção de beneficiar pessoas com danos cerebrais”, diz.

Entrevista
''Teste clínico em dois anos'', diz Charles Limoli (Steve Zylius/Divulgação)
''Teste clínico em dois anos'', diz Charles Limoli
Charles Limoli, esquisador da Universidade da Califórnia, em Irvine

Já que as células-tronco neurais foram capazes de reparar problemas cognitivos e de memória, essa abordagem poderia ser útil também para pacientes com doenças degenerativas, como Alzheimer e Parkinson?
Sim. Embora nosso trabalho seja focado na interrupção da cognição provocada pela toxicidade dos tratamentos de câncer, como radioterapia ionizada ou quimioterapia, muitos pesquisadores estão explorando o uso de células-tronco para restaurar condições neurodegerativas resultantes de Alzheimer, derrames e traumas provocados por acidentes, por exemplo.

Como é possível medir o grau de cognição de um rato?
Usamos um teste chamado Reconhecimento de locais inéditos, que mede o comportamento exploratório inato dos ratos. Em resumo, os ratos são familiarizados com objetos simples colocados sobre uma superfície plana e depois reintroduzidos nesse local, mas, agora, os objetos mudaram de posição. Se o rato é esperto, então o animal vai explorar a nova localização dos objetos porque ela é diferente e mais interessante. Já se o rato tem algum problema cognitivo, por exemplo, induzido por radiação, então o animal passa menos tempo explorando o objeto no novo local.

Ainda é cedo para falar em estudos clínicos, com humanos?
Ainda precisamos elucidar os mecanismos pelos quais as células-tronco transplantadas melhoram a cognição, para definir a maneira ideal de fazer esse transplante, identificar os melhores tipos e as melhores fontes de células-tronco e, finalmente, nos assegurar da segurança desses tecidos transplantados. A segurança é a última questão em que precisamos focar antes dos testes clínicos. Esperamos que isso seja possível em menos de dois anos.

Palavra de especialista
Siddharthan Chandran, pesquisador


“O Santo Graal da medicina regenerativa é a neurologia regenerativa, mesmo reconhecendo o enorme desafio que é conseguir restabelecer a estrutura e a função dos neurônios. Embora reparar lesões do cérebro não signifique necessariamente desenvolver novamente essas funções, o reparo e o desenvolvimento são faces da mesma moeda. As células-tronco fazem essa ponte e, embora seja prematuro concluir que elas coroarão essa próxima década como a era da “reparação cerebral”, acredito que as pesquisas recentes mostram que temos muita razão para ser otimistas.”Fonte:ESTADO DE MINAS


Células-tronco: prós e contras No momento de optar ou não pelo armazenamento das células-tronco do cordão umbilical surgem diversas dúvidas. Quais os prós e contras de tomar uma decisão tão inovadora e importante como essa?
A escolha pelo armazenamento das células-tronco está longe de ser um serviço oferecido pelo governo ou até por hospitais particulares. Esse passo se dá apenas por meio de laboratórios privados, ou seja, todo o processo é custeado e munido de taxa de manutenção. O preço é o principal motivo pelo qual muitos pais optam por não armazenar as células-tronco de seus futuros bebês. Mas afinal de contas, quanto vale uma vida?
Já é provado que as células-tronco provenientes de doadores familiares têm mais chances de serem compatíveis com o paciente do que as células doadas por desconhecidos. As células-tronco do cordão umbilical de parentes e não parentes já foram utilizadas com sucesso em diversos procedimentos cirúrgicos e tratamentos. – isso porque as células-tronco do cordão umbilical são classificadas como “naive (natural, ingênuo)” e tem menos chance de rejeição em transplantes.
Quer saber mais a respeito das células-tronco do cordão umbilical? Acesse: CordVida.com

Fonte: CENTRAL DA MAMÃE/ kidshealth
domingo, 17 de julho de 2011
A odontologia é um serviço prestado aos que necessitam, não uma mercadoria para colocar na prateleira para ser vendida. Sou favorável a fechar cada vez mais a propaganda para odontologia
Nessa semana ocorreu em Ponta Grossa a terceira pré-conferência do Conselho Regional de Odontologia (CRO/PR), na sede regional da Associação Brasileira de Odontologia (ABO). Na pauta esteve o debate em torno de alterações no Código de Ética da categoria, no qual estiveram inclusos temas como o uso de células-tronco e a aplicação de publicidade pelos cirurgiões-dentistas. O presidente do CRO/PR, Dr. Roberto Cavali, falou a respeito dessas e de outras questões, e se posicionou - as regras para publicidade devem ser mais rigorosas.
Jornal da Manhã - Quais foram os aspectos mais debatidos nas pré-conferências realizadas até o momento?
Roberto Cavali - Em primeiro lugar, a ética como um todo, no relacionamento entre profissionais e pacientes e entre profissionais e profissionais. E também no relacionamento com os profissionais da odontologia com seus auxiliares. Esses foram os pontos mais debatidos. Em segundo lugar, a questão da propaganda. Muitos gostariam que o código [de Ética da categoria] fosse mais aberto, permitindo a difusão dos produtos comercializados no consultório. Me parece não ser a opinião da maioria. A maioria acha que pode ser mantido o atual código, ou fazer com que haja até mais fechamento nessa questão. Outro aspecto é a questão dos credenciamentos a planos de saúde. Hoje o profissional da área de odontologia está credenciado a planos. No código diz que não podemos aceitar valores aviltantes. Isso é subjetivo, mas os planos nos pagam valores abaixo da tabela, o que pode ser entendido como aviltante. Em Ponta Grossa, pelo que conversei com os conselheiros, me parece que o debate seguiu o mesmo ritmo.
JM - Sobre alterações no Código de Ética da categoria, quais itens, na sua opinião, merecem alterações?
Cavali - Principalmente o relacionamento profissional X paciente. Acho que tem que deixar bem claros os direito e deveres de ambos. O paciente, como todo cidadão, conhece seus direitos. De outro lado, o outro ator participante dessa peça é o cirurgião-dentista, que também tem seus direitos e deveres. A segunda questão é a propaganda. A odontologia é um serviço prestado aos que necessitam, não uma mercadoria para colocar na prateleira para ser vendida. Sou favorável a fechar cada vez mais a propaganda para odontologia. Anunciar a clínica e os aparelhos que ela possui é uma coisa, mas anunciar cura para doenças faz parecer que o profissional está torcendo para que elas aconteçam. Não posso aceitar o anúncio de clareamento dental, se a pessoa sequer sabe se precisa. E recentemente tinha um cirurgião-dentista vendendo isso pela internet. Não tem por que mostrar um procedimento do qual as pessoas não sabem se têm necessidade. Para fazer um diagnóstico, precisa ver o paciente e examinar, em consultório. Não adianta dizer que a extração de dente custa determinado valor, se não sabe se a pessoa precisa. Isso é estar torcendo para a pessoa ter um problema.
JM - Que outros aspectos do cotidiano odontológico são tema de debate?
Cavali - Outra questão muito discutida são os transplantes. O órgão dental pode ser transplantado, e tem na sua “polpa dentária” muitas células tronco, algo que merece cuidado, porque pode existir uma comercialização indevida desse material dental. Me refiro a um material que está no “nervo” do dente, no ligamento periodontal, que une dente e gengiva. Imagine se daqui a pouco isso começar a virar comercialização, vão começar a desdentar para vender! Hoje se trabalha muito com cirurgia óssea, e o banco de ossos também precisa ser debatido, para evitar esse tipo de coisa.
JM - A odontologia de relaxamento, feita com medicamentos de combate à ansiedade e soporíferos, é uma técnica que ganha espaço?
Cavali - A odontolgoa já usa isso há bastante tempo. São maneiras de manipular e tratar o paciente. Pode ser feita de forma química ou por hipnose. Mas também com condicionamento do paciente e da forma mais natural possível, em relacionamento de confiança entre profissional e paciente. Eu defendo esse último método. É claro que há casos que necessitam meios químicos. Mas, a hipnose, por exemplo, necessita dentista habilitado. O natural mesmo é uma boa conversa, para condicionamento e confiança que o paciente venha depositar no profissional.
JM - E quais são as técnicas mais recentes em uso, ou em estudo?
Cavali - Prática com que se trabalha muito, e que há cerca de cinco anos o Conselho habilitou profissionais para realizar, é a analgesia inalatória, feita com óxido nitroso. Antes era usado muito em crianças, mas pode ser usado em adultos também. Um método químico que envolve substância para que o paciente fique muito relaxado e seja atendido com menor o estresse possível.
JM - Qual é o problema mais comum hoje entre os pacientes? A falta de escovação correta?
Cavali - O índice de cáries tem diminuído bastante no Brasil, mas ainda é item bastante elevado. A falta de escovação não é um problema, mas sim a falta de escovação correta. Às vezes é feita de maneira apressada, incorreta, e as pessoas não usam o fio dental, que é básico, porque nos espaços entre os dentes a escova não penetra. Se tivéssemos mais enxaguatórios bucais, isso com certeza reduziria problema gengivais. Os problemas de gengiva são sérios porque acarretam problemas também em outros órgãos do paciente. Com isso eles têm suscetibilidade a problemas cardíacos. E as gestantes têm possibilidade até de ter filhos prematuros. Isso é natural, porque a boca faz parte do aparelho digestivo, fonte de entrada de todas as bactérias nocivas ao organismo. Costumo dizer que o sangue que passa nos dentes é o mesmo que passa no fígado e nos rins.
JM - Dizem que é muito grande o número de dentistas no mercado de trabalho. É um problema, uma solução, ou apenas boato? Qual a situação atual?
Cavali - É verdade. E temos hoje no Brasil cerca de 250 mil cirurgiões-dentistas. Não é uma solução para a população porque isso está muito mal distribuído. No Norte e Centro-Sul faltam profissionais. No Sul e Sudeste a oferta é extremamente grande. Então, esses profissionais do Sul e Sudeste se tornam presas fáceis de planos odontológicos e clínicas que não dão o retorno que a população precisa. Para você ter uma ideia, no Paraná temos hoje em atividade cerca de 16 mil cirurgiões-dentistas. Seis mil estão na capital. Mas temos 399 municípios. A maioria dos dentistas está em cidades como Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu. E outras localidades não têm nenhum cirurgião-dentista. Precisaria uma ação governamental e política de incentivo para que os profissionais pudessem ir às várias localidades, distribuídos de forma mais equânime. Mas ele [profissional] só terá condições de fazer isso com apoio político governamental. Do contrário, dificilmente ele vai se deslocar. O que pedimos é a criação da carreira de Estado para cirurgião-dentista. O dentista seria então funcionário público com salário compatível, parecido com a carreira de procuradores federais, que começam em cidades pequenas e depois são levados às cidades maiores. Seria a única solução.
Fonte:JM News
sábado, 16 de julho de 2011

Pesquisadores da Universidade de Saúde do Texas, em Houston (EUA), estão testando uma terapia com células-tronco em uma paciente que sofreu um AVC (acidente vascular cerebral, também conhecido como derrame).
Na fase 2 dos testes, que foi aprovada pela FDA (agência do governo americano para fiscalizar alimentos e medicamentos), eles estão testando a segurança e eficácia da terapia, que começou 19 dias após a ocorrência do derrame.
A terapia regenerativa, chamada ALD-401, funciona da seguinte maneira: foram coletadas células-tronco da medula óssea da paciente e identificadas aquelas que possuem alto nível de uma enzima que serve como marcador de células-tronco. Essas células, então, foram colocadas no organismo pela artéria carótida da paciente.
Estudos anteriores da mesma pesquisa demonstraram, em ratos, que essas células aceleram a recuperação do paciente após o derrame. De acordo com Sean Savitz, professor de neurologia da universidade e um dos autores do estudo, outros estudos clínicos anteriores indicaram que as células-tronco podem “consertar” o cérebro após um derrame. O AVC é causado por um coágulo sanguíneo no cérebro.
Após sofrer o derrame, a paciente, uma revendedora de cosméticos de 67 anos, foi enviada para a pesquisa de Savitz. Ela só decidiu participar do estudo após pesquisar na internet reportagens sobre testes com células-tronco.
- Fiquei muito animada com o que eu vi sobre as pesquisas com células-tronco. Eu decidi participar por minha causa e, também, pelas outras pessoas.
Savitz aguarda os primeiros resultados do teste, mas já demonstra animação.
- Essa é uma nova abordagem do uso de células-tronco para tratar derrame. Uma dúvida que ainda temos é se podemos estender a janela de administração das células-tronco (iniciar o tratamento em um tempo maior que 19 dias). Com uma janela maior, mais pessoas poderão ser ajudadas com essa terapia.

Fonte:R7
Cirurgia no hospital Karolinska, em Estocolmo, Suécia
A traqueia implantada no paciente foi construída com suas próprias células-tronco, cultivadas sobre um molde artificial. Por isso, está livre de rejeição
São Paulo – Médicos realizaram a primeira cirurgia bem sucedida de implante de uma traqueia viva 100% cultivada em laboratório com as células-tronco do próprio paciente. A cirurgia foi feita no dia 9 de junho, mas só foi divulgada na semana passada. O homem de 36 anos que teve a traqueia substituída por conta de um câncer teve alta na sexta-feira.

O procedimento foi realizado pela equipe do professor Paolo Macchiarini, no hospital da Universidade de Karolinska, em Estocolmo, Suécia. Com um tumor que bloqueava todo o órgão e sem opções de doadores compatíveis, a equipe médica tinha no implante artificial a única opção para salvar o paciente.
Embora a equipe já tivesse feito transplantes de traqueia anteriormente, eles usavam material doado aliado às células-tronco do paciente para evitar a rejeição. O novo método, no entanto, utiliza um molde sintético, construído em laboratório. Esse molde é recoberto com as células-tronco, que crescem para formar os tecidos orgânicos.
O molde para a traqueia artificial foi criado na University College, de Londres, com nanocompostos desenvolvidos e patenteados pelo professor Alexander Seifalian. Um nanocomposto é um material com componentes menores do que 100 nanômetros – para efeito de comparação, um fio de cabelo humano possui 60 mil nanômetros de espessura.
Usando esse material, eles criaram polímeros (longas cadeias de pequenas moléculas) que, tendo como base uma tomografia computadorizada do paciente, foram usados para criar a estrutura básica da traqueia. O molde pronto foi levado a Estocolmo, onde as células tronco do paciente foram incorporadas e cultivadas sobre ele. O resultado é uma traqueia viva que pode ser implantada sem risco de rejeição.
A operação sendo apontada como uma marco na história da bioengenharia e abre caminho para a futura criação de órgãos humanos mais complexos em laboratório.
Fonte:EXAME.com
quinta-feira, 14 de julho de 2011


Detalhe dos dentes que cresceram a partir de células-tronco.
Detalhe dos dentes que cresceram a partir de células-tronco.


Cientistas do Japão publicaram recentemente um artigo que detalha como foi possível fazer novos dentes crescerem com sucesso a partir de células-tronco de camundongos.
Segundo informação disponibilizada no TG Daily, Takashi Tsuji e seus colegas da Universidade de Tokyo removeram diferentes células-tronco dos dentes molares de ratos para construir novos dentes. As células-tronco dos molares foram então transferidas para um laboratório onde o crescimento de novos dentes fosse possível. Depois foram colocadas em um molde especial para que os pesquisadores pudessem manipular a forma e aspecto dos futuros dentes, dessa maneira poderiam apresentar semelhanças com os originais.

Quando as células se desenvolveram e formaram dentes comuns de rato, os pesquisadores os implantaram nas mandíbulas de camundongos recém-nascidos, com cerca de um mês de idade. Os dentes transplantados ligaram-se aos ossos do maxilar em cerca de 40 dias e pouco tempo depois as fibras nervosas tinham começado a crescer nos dentes manipulados. Os camundongos que receberam os dentes criados com células-tronco não apresentaram problemas de mastigação algum durante os estudos.

Tsuji espera que a partir de estudos como este será possível fazer com que órgãos humanos cresçam a partir de células-tronco.

De acordo com MedicalXPress, site especializado em ciências médicas, o artigo completo da pesquisa, com detalhes descrevendo o crescimento dentário e o transplante bem-sucedido dos novos dentes já está publicado no site PLoS One.
terça-feira, 12 de julho de 2011


Mãe de todas as células-tronco
Pela primeira vez, cientistas conseguiram isolar uma célula-tronco do sangue humano em sua forma mais pura - como uma única célula-tronco capaz de regenerar o sistema sanguíneo inteiro.
Eles se referem a ela como a "mãe de todas as células-tronco".
Esta descoberta, uma das mais importantes na área desde que as células-tronco foram descobertas 50 anos atrás, permitirá aproveitar melhor o poder dessas células produtoras de vida para tratar o câncer e outras doenças debilitantes de forma mais eficaz.
Célula-tronco principal
"Esta descoberta significa que agora temos um roteiro mais detalhado do desenvolvimento do sistema circulatório humano, incluindo as longamente procuradas células-tronco sanguíneas," disse o principal pesquisador da equipe John Dick, do Instituto do Câncer de Ontário, no Canadá.
"Nós isolamos uma única célula que forma todos os braços do sistema circulatório, que é a chave para maximizar o potencial das células-tronco para uso em mais aplicações clínicas. As células-tronco são tão raras que isto é um pouco como encontrar uma agulha em um palheiro," afirmou.
Essa célula-tronco principal abre caminho para a produção de quantidades suficientes de células-tronco para atendimento aos pacientes. A principal fonte até agora era o sangue do cordão umbilical, insuficiente para muitos pacientes.
Citometria de fluxo
A descoberta foi possibilitada por uma tecnologia chamada citometria de fluxo: um processo que classifica rapidamente, peneira e purifica milhões de células do sangue, colocando-as em recipientes específicos para análise científica.
Agora, os cientistas podem começar a mapear os interruptores moleculares que orientam como essas células-tronco mães se comportam e se diferenciam, e também descobrir as diferenças entre elas e os demais tipos celulares do sangue.

Fonte: Diário da Saúde


quinta-feira, 7 de julho de 2011

Liberação de medicamento acontece cinco anos após um escândalo científico desbancar a posição de liderança do país em pesquisas com células-tronco

Células-tronco: o novo medicamento marca o retorno da Coreia do Sul às pesquisas, cinco anos depois de um escândalo científico no país

Células-tronco: o novo medicamento marca o retorno da Coreia do Sul às pesquisas, cinco anos depois de um escândalo científico no país (Thinkstock)
A Coreia do Sul acaba de aprovar o primeiro tratamento clínico do mundo com células-tronco para pacientes que tiveram um ataque cardíaco. O medicamento Hearticellgram-AMI, desenvolvido pela FCB-Pharmicell, foi liberado pela agência sanitária do país no começo de julho, depois de seis anos de testes clínicos.
A liberação do medicamento acontece cinco anos depois de um escândalo científico ter desbancado a posição de liderança do país em pesquisas com células-tronco. À época, o cientista Hwang Woo-suk foi acusado de fraude após manipular dados importantes em um estudo sobre clonagem de células-tronco.
“Essa é a primeira medicação de células-tronco aprovada para o uso clínico não apenas na Coreia do Sul, mas em todo o planeta”, diz Song Jae-Mann, presidente do Hospital Universitário de Yonsei, onde os testes foram conduzidos. “A expectativa é de que isso acelere as pesquisas com células-tronco no mundo”, diz.
De acordo com Oh Il-hwan, professor de biologia molecular da Universidade Católica de Medicina de Seul, a aprovação do medicamento marca a abertura do governo para o desenvolvimento progressivo das pesquisas com células-tronco. “Esperamos que esse campo se torne mais flexível a partir de agora”, diz.
Células-tronco - Elas são células encontradas em embriões, no cordão umbilical e em tecidos adultos, como o sangue, a medula óssea e o trato intestinal, por exemplo. Ao contrário das demais células do organismo, as células-tronco possuem grande capacidade de transformação celular, e por isso podem dar origem a diferentes tecidos no organismo. Além disso, as células-tronco têm a capacidade de auto-replicação, ou seja, de gerar cópias idênticas de si mesmas.
No caso do tratamento da Coreia do Sul, as células usadas são somáticas - e não embrionárias. O uso de células-tronco somáticas em tratamentos não é uma novidade para pacientes que não respondem bem às terapias convencionais. Países como os Estados Unidos e a Alemanhã estão usando esse tipo de tratamento em pesquisas. O diferencial da Coreia do Sul, no entanto, é que seu tratamento teria se mostrado bom o suficiente para sair do campo da pesquisa e ser aprovado para uso clínico.
Controvérsia - Apesar de aprovada pelo órgão sanitário local, a medicação ainda não foi analisada por pesquisadores independentes. Segundo Oh Il-hwan, tanto essa lacuna na análise quanto o número insuficiente de testes sobre a eficácia da medicação foram decepcionantes e acabaram colocando na corda bamba o que poderia vir a ser considerado um avanço indiscutível.

Fonte:Veja
quarta-feira, 6 de julho de 2011
A ortopedia é uma das áreas da medicina que tem apresentado grandes avanços em estudos de terapias com células-tronco. A visibilidade dada aos resultados preliminares de algumas dessas pesquisas tem feito com que se dissemine a ideia de que as células-tronco poderão ser a “cura para todos os males” para a reabilitação de ligamentos, tendões, músculos e cartilagens. O uso de células-tronco de diversas origens, como as de sangue de cordão umbilical, de gordura e do endométrio, tem se mostrado realmente uma alternativa terapêutica promissora. Mas nenhuma das pesquisas em andamento cumpriu ainda todas as etapas necessárias para garantir a eficácia e a segurança desse tipo de terapia em seres humanos. No Brasil, as pesquisas também não estão em estágios conclusivos.
Por enquanto, os resultados de alguns desses estudos apontam que há benefícios na utilização de células-tronco em ortopedia. Considerado referência mundial na área, o Centro de Pesquisas de Células-Tronco da Universidade de Pittsburgh (EUA) realizou estudos em animais utilizando células-tronco em lesões musculares. Houve maior rapidez na cicatrização, mas a terapia não impediu a formação de fibrose, que é o excesso de tecido acumulado na região de uma cicatriz, como uma reação natural do organismo ao trauma. Com isso, o custo-benefício pode não ser vantajoso, já que o que se almeja é exatamente uma alternativa que evite o desenvolvimento da fibrose, que pode levar a novas lesões. Um outro estudo mostrou resultados melhores na recuperação das cartilagens de cabras que receberam infiltrações de ácido hialurônico e células-tronco para o tratamento da osteoartrose, uma doença relacionada ao desgaste da cartilagem das articulações. Os poucos estudos realizados com seres humanos foram conduzidos com pequenos grupos e, portanto, não são conclusivos. Apesar disso, apontam que o emprego de células-tronco para tratar os casos de osteoartrose pode resultar em uma melhora da cartilagem, com sua possível regeneração.
Estudos apontam que o emprego de células-tronco para tratar casos de osteoartrose pode resultar em uma melhora da cartilagem, com sua possível regeneração.
É preciso, porém, estabelecer a diferença entre a busca de alternativas de tratamento utilizando células-tronco – que são o objeto das pesquisas em andamento – e os procedimentos como o transplante de células-tronco autólogas (da própria pessoa) visando à recuperação de lesões ortopédicas. Esses procedimentos já vêm sendo realizados há alguns anos, principalmente no Japão, para tratar lesões de cartilagens não osteoartríticas. Neles, células-tronco da medula óssea do próprio indivíduo são transplantadas para a região com lesão, com bons índices de sucesso na recuperação de defeitos da cartilagem. Como são células autólogas, a rejeição é praticamente inexistente e os riscos são os mesmos de qualquer procedimento cirúrgico.
Os indícios de que as células-tronco poderão desempenhar um importante papel na terapia de problemas ortopédicos são bastante promissores, mais ainda quando combinadas com outras substâncias ou como um dos pilares de terapias com genes. Contudo, ainda estão distantes da comprovação científica de sua eficácia e segurança.

Fonte: Página  Einstein                       
segunda-feira, 4 de julho de 2011

Descoberta pode levar a maneiras de intervir para que células se dividam mais e aumentem em número ao invés de se reduzirem

                                                     Foto: Johns Hopkins University
Hongjun Song, professor de neurologia e neurociência e diretor do Stem Cell Program in the Institute for Cell Engineering, da Johns Hopkins University School of Medicine

Pesquisadores da Johns Hopkins University, nos Estados Unidos, descobriram que uma célula-tronco do cérebro é capaz não só de se substituir, dando origem a neurônios especializados e a tipos importantes de células do cérebro, mas também é capaz de gerar duas novas células-tronco cerebrais. A descoberta pode levar a maneiras de intervir para que essas células se dividam mais e aumentem em número ao invés de se reduzirem ao longo do tempo, o que normalmente acontece, talvez devido ao envelhecimento ou doenças.

Os pesquisadores, liderados por Hongjun Song, seguiram células-tronco do cérebro solitárias ao invés de rotular e monitorar toda a população de uma só vez no cérebro de camundongos. A equipe injetou uma pequena quantidade de um produto químico no cérebro de aproximadamente 50 animais para induzir a rotulagem extremamente limitada.

Os cientistas desenvolveram programas de computador e elaboraram uma nova técnica de imagem que permite analisar fatias manchadas do cérebro dos ratos e, em última instância, seguir células-tronco como glia radial escolhidas aleatoriamente. O método permitiu a eles rastrearem todas as novas células derivadas de uma única célula-tronco original.

"Nós reconstituímos a árvore genealógica de uma única célula-tronco. Descobrimos que as células individuais em um sistema nervoso intacto de animais exibem propriedades de células-tronco, são capazes tanto de se replicar quanto de produzir diferentes tipos de células neurais diferenciadas", disse o pesquisador Guo-Li Ming.

A equipe acompanhou as células rotuladas por um período de um a dois meses e analisou algumas um ano mais tarde para descobrir que, mesmo a longo prazo, a célula "mãe" ainda estava se dividindo.

Além disso, os pesquisadores investigaram como essas RGLs (células-tronco como células radiais da glia) foram ativadas em um nível molecular, focando em particular no papel regulador de um gene associado ao autismo chamado PTEN. A sabedoria convencional é que a supressão deste gene leva a um aumento na ativação de células-tronco. No entanto, os cientistas demonstraram que foi um efeito transitório no cérebro do rato, e que, em última instância, a exclusão de PTEN leva à depleção de células-tronco.

Fonte: Isaúde

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