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I Samuel 7.12

quinta-feira, 21 de julho de 2011

As células-tronco neurais são capazes de ajudar as pessoas a recuperar a aprendizagem e as habilidades de memória perdidas devido ao tratamento com radiação para tumores cerebrais. Pesquisas com ratos revelam que as células-tronco transplantadas dois dias após a irradiação craniana restauraram a função cognitiva, de acordo com a medida realizada em avaliações de um a quatro meses. Em contraste, os ratos irradiados que não foram tratados com células-tronco não demonstraram melhora cognitiva, avança o portal ISaúde.

"Os nossos resultados fornecem evidências sólidas de que tais células podem ser usadas para reverter o dano induzido pela radiação no tecido saudável do cérebro", disse o professor de radiologia oncológica Charles Limoli.

A radioterapia para tumores cerebrais é limitada através do grau de tolerância do tecido circundante. Os doentes que recebem radiação em níveis eficazes sofrem graus variados de perda na aprendizagem e na memória que afectam negativamente a qualidade de vida. "Em quase todos os casos, as pessoas sofrem um défice cognitivo grave, que é progressivo e debilitante. Pacientes pediátricos com cancro podem recuar até três pontos de QI por ano".

Para o estudo da UCI, células-tronco neurais multi-potentes foram transplantadas para o cérebro de ratos submetidos ao tratamento com radiação. Elas migraram para o hipocampo e desenvolveram-se em células cerebrais. Os investigadores avaliaram os ratos no primeiro e no quarto meses após o transplante, observando melhora nas habilidades de aprendizagem e de memória em ambos os períodos.

Além disso, os cientistas descobriram que transplantar apenas 100 mil células-tronco neurais humanas foi suficiente para melhorar a cognição após a irradiação craniana. Entre as células que sobreviveram ao processo, cerca de 15% transformaram-se em novos neurónios, enquanto 45% se tornaram astrócitos e oligodendrócitos - células que apoiam os neurónios cerebrais.

O mais notável é, segundo Limoli, que ele e os seus colegas descobriram que cerca de 11% das células enxertadas expressam um marcador de aprendizagem induzido comportamentalmente, indicando a integração funcional daquelas células em circuitos de memória no hipocampo.

"Esta pesquisa sugere que as terapias com células-tronco possam um dia ser implementadas na clínica para prestar socorro aos doentes que sofrem de deficiências cognitivas resultantes dos seus tratamentos de cancro. Apesar de ainda faltar muito trabalho, um ensaio clínico analisando a segurança de tais abordagens pode ser viável dentro de alguns anos, provavelmente com pacientes portadores de glioblastoma multiforme, um tipo particularmente agressivo e letal de cancro cerebral", disse Limoli.

Fonte: POP

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