Apenas os eventos, rifas e as demais ações postadas neste blog serão usados em prol do tratamento do Arthur.

ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR
I Samuel 7.12

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Equipe da UFRJ transformou células-tronco induzidas em células cerebrais.

Técnica pode ajudar na procura por remédios para combater o distúrbio.


Um laboratório na Universidade Federal do Rio de Janeiro funciona como uma espécie de fábrica de células. No local, os cientistas brasileiros conseguiram recriar neurônios de pacientes que sofrem de esquizofrenia - um transtorno mental sem cura, mas que pode ser controlado com medicamentos. Eles aplicaram uma tecnica criada no Japão em 2007, com tecnologia totalmente brasileira.
Os pesquisadores usaram um pedaço de pele de uma pessoa esquizofrênica e - com a ajuda de um vírus - forçaram as celulas a "voltar no tempo" até virarem células tronco embrionárias, que dão origem a vários tecidos. O passo seguinte foi fabricar os neurônios.
Durante a pesquisa, a equipe brasileira conseguiu identificar certas alteracões nos neurônios de um paciente esquizofrênico. Essas células consomem mais oxigênio e produzem mais radicais livres, o que pode provocar danos às celulas.
Os neurônios criados em laboratório devem ajudar os cientistas a entender melhor esse distúrbio e a encontrar medicamentos mais eficientes para tratar a esquizofrenia. As descobertas feitas no laboratório podem trazer maior esperança a quase dois milhões de brasileiros que sofrem desse mal.
No futuro, será possível vislumbrar uma medicina individualizada. Com um fragmento da pele de um paciente, será possível transformar a pele em célula-tronco e, depois, em neurônio. A partir daí, medicamentos poderão ser testados para que se descubra qual são mais eficazes para determinado paciente.

Fonte: G1
sábado, 20 de agosto de 2011



Medicina tem grandes avanços por causa da utilização de células-tronco do cordão umbilical em tratamentos da doença que atinge o ator Reynaldo Gianecchini...
(da assessoria)


Células-tronco, eficaz para tratar a doença
(foto: divulgação)
Brasil - Nos últimos 25 anos os casos de linfoma não-Hodgkin praticamente duplicaram principalmente em pessoas com mais de 60 anos, no entanto, a população jovem não está livre desta doença. Um exemplo é o ator Reynaldo Gianecchini, que recentemente descobriu estar com linfoma de células T não Hodkins. O linfoma não-Hodgkin é um câncer que atinge o sistema linfático, este é responsável por produzir e armazenar linfócitos, sendo que as células T presentes protegem o organismo contra vírus, fungos e algumas bactérias.

Na maioria dos casos o linfoma é tratado com quimioterapia, radioterapia, ou ambos. Todavia, o que muita gente não sabe é que o transplante de células-tronco hematopoéticas é uma opção extremante eficaz para tratar a doença. Este tipo de célula é encontrado no sangue do cordão umbilical e placentário (SCUP), que por não ter sofrido a ação de fatores externos (estresse, tempo, medicamento entre outros) tem uma ótima eficácia no tratamento de linfoma e de várias outras moléstias hematológicas.

Devido a esta importante utilidade na medicina é de suma importância que seja incentivada a coleta e armazenamento de células do SCUP. Além de serem fáceis de coletar não causam rejeição nem ferem princípios éticos e religiosos. “As células-tronco do SCUP são muito importantes para o tratamento do câncer de linfoma e de muitas outras doenças, por isso não deve ser descartadas. Mesmo que uma família não tenha condições financeiras de armazenar as células em um banco privado ela pode doar para um banco público”, afirma a Dra. Adriana Homem, responsável técnica do Banco do cordão umbilical (BCU Brasil).

Outra vantagem do armazenamento das células-tronco do cordão umbilical é o fato de elas poderem ficar guardadas por tempo indeterminado, ou seja, por toda a vida, o que garante mais uma esperança de vida para quem decide por esta opção. Além disso, as constantes pesquisas em andamento com este tipo de célula já têm apresentado resultados positivos no tratamento de mais de 200 doenças, o que, a torna, atualmente, como o que há de mais avançado na medicina regenerativa.

Sobre o BCU Brasil
Desde 2009 no Brasil, o Banco de Cordão Umbilical (BCU) é o maior da América e um dos maiores do mundo. Possui mais de 40 escritórios espalhados em todas as regiões do país. O BCU atualmente tem mais de 25 mil amostras de células-tronco armazenadas. Isso é possível porque a empresa conta com equipamentos tecnológicos de última geração e uma equipe formada por profissionais com mais de 10 anos de experiência em criogenia. Mais informações no site www.bcubrasil.com.br
Médica responsável técnica: Dra. Adriana Homem (CRM-SP: 95224)
quinta-feira, 18 de agosto de 2011


Câncer de Gianecchini é raro e agressivo


Ator inicia quimioterapia nesta quinta-feira (18) para tratar linfoma do tipo T


Do R7



Reynaldo Gianecchini inicia nesta quinta-feira, 18/08/2011, a quimioterapia para tratar o câncer linfático.


O ator tem um linfoma não Hodkin do tipo T, considerado mais raro e mais agressivo.


O linfoma pode ser do tipo B ou T. Dos pacientes que apresentam a doença, 85% é do tipo B e apenas 15% iguais ao do ator.

Giane está internado no hospital Sírio-Libânes, em São Paulo, e está acompanhado da mãe, Heloísa.

Não é possível fazer previsão de alta e dependendo da resposta do ator ao tratamento, ele pode ser submetido a uma cirurgia que utiliza as células-tronco do próprio paciente.
video
Fonte:R7
quarta-feira, 17 de agosto de 2011


Duas teses em andamento na Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP utilizam injeções de células-tronco em cães com lesões crônicas de coluna lombar e com restrições de movimento. A iniciativa, aliada fisioterapia pós-operatório, já apresenta resultados promissores: alguns dos animais que receberam injeções de células-tronco voltaram a apresentar movimentos.
As pesquisas  são realizadas pelos médicos veterinários Carlos Alberto Palmeira Sarmento e Matheus Levi Tajra Feitosa junto ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Terapia Celular (INCTC) com colaboração do Hemocentro de Ribeirão Preto. Carlos Sarmento trabalha com células-tronco extraídas de medula óssea fetal canina proveniente de campanhas de castração. Já Matheus Feitosa utiliza células-tronco obtidas da polpa de dente de leite de crianças.
“Analiso os resultados do meu trabalho com bastante otimismo, apesar de saber que é necessário um trabalho de fisioterapia contínuo. Mas acredito que com esta e outras pesquisas, os estudos envolvendo células-tronco possam apresentar resultados cada vez melhores”, aponta Carlos Sarmento, que é bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes). A pesquisa é orientada pela professora Maria Angélica Miglino, da FMVZ, e deve ser defendida em 2012.
Já Matheus Feitosa pondera que “Apesar de promissores, os resultados são fruto de pesquisas em animais e até se chegar a terapias válidas para seres humanos, ainda teremos um longo caminho pela frente. Por isso, não podem ser encarados como uma possível cura para humanos com lesões medulares”, ressalta, lembrando da importância da realização de outras pesquisas na área. Feitosa é bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O professor Carlos Eduardo Ambrósio, da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA) da USP, em Pirassununga, é o orientador da pesquisa, que tem defesa prevista para o final de 2011.
Os dois pesquisadores realizaram os testes em cães considerados “desenganados” pela medicina veterinária: com lesões crônicas de coluna há anos ou vários meses e que têm graves dificuldades motoras, como perda severa de sensibilidade nas patas traseiras, e que já realizaram cirurgia para corrigir a lesão, sem resultados satisfatórios, ou que estavam passando por tratamentos alternativos como acupuntura e fisioterapia sem apresentar melhora no quadro clínico.
Um dos diferenciais do projeto, de acordo com os pesquisadores, é que a solução de células-tronco é injetada tanto no local exato da lesão da coluna lombar como também um pouco antes e um pouco depois do lugar lesionado. Um exame de ressonância magnética  fornece um diagnóstico preciso do local exato da lesão. Após a cirurgia, os animais continuam fazendo fisioterapia cerca de três vezes por semana em sessões de aproximadamente 1h30, durante três meses, com a finalidade de estimular a musculatura, que estava atrofiada. Este trabalho de fisioterapia veterinária é realizada na clínica da doutora Helena Sakata.
Resultados
Carlos Sarmento já realizou a cirurgia de aplicação de células-tronco em 3 cães ao longo do mês de abril: no dia 11, no daschund Fred, que tem atrofia e contratura muscular; no dia 12, no daschund Bola, que apresenta somente atrofia, e, no dia 25, no lhasa apso Bond, que apresenta somente atrofia muscular. “As lesões desses três animais são idênticas, mas o comprometimento muscular é distinto”, esclarece.
O cão Bond mostrou os resultados mais satisfatórios até agora: tenta levantar as patas traseiras, voltou a abanar o rabo (o que não fazia antes da aplicação com células-tronco), consegue apoiar as duas patas traseiras na esteira aquática e “anda” dentro d’água, sem nenhum apoio. Os pesquisadores utilizaram uma escala comportamental para avaliar a locomoção dos animais (escala de Olby et al) que varia de 0 (nenhum movimento) a 14 (movimento normal). “Sobre o Bond, pode ser dito que saiu de um escore 3 para um 5. Ele dá passos com o membro direito e começa a usar as articulações do membro esquerdo, que não utilizava antes da cirurgia”, informa Sarmento.
O cão Fred não apresentou nenhuma melhora após a intervenção. “Como o quadro deste cão era mais grave antes da cirurgia de aplicação de células-tronco, será necessário investir mais em fisioterapia, para diminuir a contratura e aumentar a amplitude do movimento”, diz o veterinário. Já o cão Bola também não apresenta uma boa resposta ao tratamento. Segundo o veterinário, há ainda dois cães recrutados e que  receberão as injeções com células-tronco.
Matheus Feitosa já tem três cães selecionados. A cirurgia de aplicação de células-tronco foi feita em um deles, o lhasa apso Juquinha, em 9 de dezembro de 2010. Antes da intervenção, o animal apresentava movimento de poucas articulações, mas não conseguia suportar o próprio peso sozinho e andava arrastando as patas traseiras. “Este cão se encontrava no número 4 da escala. Com 30 dias após a cirurgia, ele passou a apoiar as duas patas sozinho e já consegue andar na esteira aquática sem nenhum apoio. Ele foi do grau 4 para o 8, e chegou até o 10”, descreve Feitosa. “Operamos outro cão, o daschund Billy no último dia 7 de junho e ele vai iniciar a fisioterapia nos próximos dias. No entanto, como apresenta obesidade mórbida, tem um prognóstico mais reservado. O escore dele está entre 1 e 2”, completa.
Seleção
Os cães foram selecionados em uma clínica de fisioterapia animal na grande São Paulo. Os proprietários passaram por uma entrevista, onde os pesquisadores apontaram os riscos do estudo. Os animais cujos donos aceitaram participar do projeto realizaram uma série de exames pré-operatórios no Hospital Veterinário de Cães e Gatos, em Osasco, na Grande São Paulo.
Os cães aprovados nos testes foram encaminhados para o exame de ressonância magnética. A quarta etapa foi a própria cirurgia. Por fim, os animais passam novamente por outro exame de ressonância magnética a fim de mostrar se houve regeneração do local onde as injeções foram aplicadas.

Fonte: UOL Ciência e Saúde
Bioimpressão: impressora

























Bioimpressão: impressora
A técnica de bioimpressão dá aos cientistas controle sobre uma etapa crucial no desempenho do papel das células-tronco, chamada formação do corpo embroide.

Bioimpressão

Cientistas estão usando uma impressora jato de tinta adaptada e uma "tinta especial" - uma solução contendo células vivas - para criar tecidos biológicos artificiais.

O objetivo é usar a impressora a "jato de bio-tinta" para construir novas partes do corpo para transplantes de órgãos, ou tecidos para fazer reparos regenerativos, como implantes de pele, por exemplo.

Estas novas terapias começam com uma massa cuidadosamente impressa de células-tronco embrionárias.

E agora houve um progresso significativo na impressão dessa massa inicial de células-tronco.

Formação do corpo embroide

O Dr. Utkan Demirci e sua equipe da Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos, está usando uma técnica acústica para gerar gotículas minúsculas a partir de um depósito de fluido.

As gotas usadas na impressão jato de tinta têm volume na faixa dos picolitros - um picolitro equivale a 10-12 litros.

A técnica dá aos cientistas controle sobre uma etapa crucial no desempenho do papel das células-tronco, chamada formação do corpo embroide.

Fazer com que o corpo embroide forme-se corretamente, sem trauma mecânico, é fundamental para preservar a capacidade das células-tronco de se transformar em qualquer tecido que se queira.

É nesse ponto que entra a técnica de bioimpressão, que afeta menos as células do que a técnica manual de pipetação.

Precisão nas células-tronco

Os cientistas agora já conseguem controlar o tamanho das gotas, o que permite determinar como os corpos embroides irão crescer. E o processo é rápido, fornecendo até 160 gotas por segundo, devidamente "configuradas" com sua porção de células-tronco.

Também, esta é a primeira vez que se consegue um sistema escalável - que pode imprimir desde uma célula até dezenas de milhares de células, usando uma única gota de cada vez. Esse nível de precisão na manipulação das células-tronco é inédito.

"Por ter a capacidade de manipular as células em um ambiente de alto rendimento de forma confiável e repetitiva, seja uma única célula ou dezenas de milhares de células em uma única gota, [a técnica de bioimpressão] tem o potencial para oferecer soluções para muitos problemas na medicina e na engenharia," observa o Dr. Demirci.

O próximo passo da pesquisa será comparar os efeitos da técnica de bioimpressão sobre a função das células e sua capacidade para formar os tecidos desejados.

Fonte:Diário da saúde
sábado, 13 de agosto de 2011
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto começaram a testar uma combinação de células-tronco extraídas da medula óssea com três quimioterápicos para tratamento de pacientes com diabete tipo 1.

O trabalho está sendo realizado em parceria com cientistas da Universidade Northwestern, em Illinois (EUA), e deve atender 30 pacientes - 10 no Brasil, 10 nos Estados Unidos e 10 no Hospital Saint-Louis, em Paris, na França.

O protocolo da pesquisa permite a participação de voluntários a partir de 12 anos, que tenham apresentado os primeiros sintomas da doença há no máximo três meses.

A diabete tipo 1 é uma doença autoimune, caracterizada pela destruição das células produtoras de insulina, o que afeta a capacidade de metabolizar o açúcar. Essa forma da doença é mais comum em crianças e adolescentes. Se não for controlada, a doença pode afetar os rins, os olhos, a circulação e o coração.

No tratamento, células-tronco da medula óssea são extraídas por meio de uma máquina capaz de separar os componentes do sangue e congeladas. Em seguida, o paciente passa por um tratamento com altas doses de quimioterápicos, para reduzir seu sistema imunológico. As células-tronco são então reinjetadas, como numa transfusão de sangue. Elas entram na corrente sanguínea e se encaminham para a medula óssea.

"A ideia é que, após o procedimento, o sistema imunológico do paciente se altere e ele não ataque mais o pâncreas", explica Júlio Voltarelli, coordenador da Divisão de Imunologia Clínica e da Unidade de Transplante de Medula Óssea do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto.

"A gente ainda não fala em cura da diabete, mas em remissão, em uma melhora da doença. E estamos tentando fazer isso pela neutralização do sistema imunológico", explica.

Por reduzir temporariamente as defesas do organismo, o tratamento deixa o paciente mais sujeito a infecções, por exemplo. "Acreditamos que esse efeito colateral não é tão grave. Os pacientes ficam vulneráveis a infecções por um tempo curto, pouco mais de uma semana", diz o médico.

"O diabete, principalmente em crianças, é terrível. Ela cresce dependente de insulina e ao final poderá ter complicações cardíacas, neurológicas, vasculares e impotência."

Dificuldade. A equipe de Voltarelli realizou outra pesquisa para tratar diabete tipo 1 há oito anos. O método também utilizou uma associação de células-tronco com quimioterápicos.

Dos 25 pacientes que foram submetidos ao tratamento, nenhum teve complicações sérias - 2 tiveram algum tipo de infecção, que foi tratada sem maiores complicações.

Todos deixaram temporariamente de usar insulina, mas a maioria precisou retomar as injeções do hormônio. Passados oito anos, apenas seis continuam sem aplicar as injeções.

"Estamos mudando o esquema de tratamento para tentar reduzir o número de pacientes que volta a usar insulina", afirmou Voltarelli. A diferença na pesquisa atual é a mudança nos medicamentos usados.

Atualmente, vários centros de pesquisa no mundo estudam uma forma de tratar o diabete tipo 1 utilizando células-tronco. Há também pesquisas sendo feitas em Harvard e na Universidade Stanford, ambas nos Estados Unidos.

Fonte: BONDE
quinta-feira, 11 de agosto de 2011



Cientistas conseguiram, pela primeira vez, curar um tipo de leucemia com terapia gênica. Eles modificaram células do próprio sangue dos pacientes para torná-las capazes de identificar e destruir células cancerosas.
Até agora, três pessoas que participaram dos testes clínicos foram beneficiadas: duas não apresentaram nenhum sintoma da doença depois de um ano de tratamento. O terceiro voluntário obteve uma melhora parcial, com diminuição do tumor.
Todos tinham uma forma grave e avançada de leucemia linfoide crônica (LLC). A única esperança de cura seria o transplante de células-tronco ou de medula óssea, duas técnicas que oferecem um grande risco à saúde.
Além disso, nem sempre é fácil encontrar um doador compatível. Os cientistas já estão preparando testes para utilizar a mesma terapia gênica em outros tipos de câncer.
"Funcionou muito bem. Estamos surpresos com um resultado tão animador", afirma Carl June, pesquisador da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e coautor do trabalho publicado na última edição das revistas Science Translational Medicine e The New England Journal of Medicine.
June pondera que a pesquisa terminou há um ano. Agora, é preciso verificar se os resultados são duradouros e o câncer não retornará. Os cientistas procuram há anos mecanismos para melhorar a habilidade natural do sistema imunológico de lutar contra tumores.
Tentativas anteriores de recrutar células T - os soldados do sistema de defesa no sangue - e alterá-los geneticamente para aumentar sua eficácia não deram certo: as células modificadas não se reproduziam bem e rapidamente desapareciam.
A equipe utilizou uma nova técnica para inserir novos genes nas células T e sinalizar que elas deveriam se multiplicar e destruir o câncer. Os exércitos de células T modificadas destruíram o tecido tumoral.
Depois, permaneceram em alerta para matar o câncer caso reaparecesse. No estudo, os cientistas coletaram sangue dos próprios pacientes para obter milhões de células T. Elas foram alteradas e reinjetadas nos voluntários.
Os pesquisadores descreveram o relato clínico de um dos pacientes, um homem de 64 anos. Nas duas semanas seguintes à infusão das células modificadas, ele não notou nenhuma diferença.
Depois, teve calafrios, náusea e febre: um sintoma de que muitas células cancerosas morriam ao mesmo tempo. "Foi como a pior gripe que ele já pegou na vida", afirma June. "Mas, depois, estava acabado: a leucemia havia desaparecido." As informações são da Associated Press.

Fonte: Paranáonline
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Dois trabalhos de pesquisa apoiados pela FAPESP, envolvendo a laserterapia e desenvolvidos no Laboratório de Pesquisas Básicas do Departamento de Dentística da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (FOUSP), ganharam primeiro e segundo lugares em congressos internacionais.

O estudo Laser phototherapy improves cell growth of human dental pulp stem cells, da doutoranda Leila Soares Ferreira e orientado pela professora Márcia Martins Marques, coordenadora do laboratório, ficou em primeiro lugar na 3ª edição do congresso da World Federation for Laser Dentistry – European Division (WFLD-ED), realizado entre 9 e 11 de junho em Roma, na Itália.

Segundo Marques, a apresentação no evento mostrou os primeiros resultados da pesquisa “Estudo do efeito da fototerapia com laser em baixa intensidade sobre células-tronco obtidas de polpa de dentes decíduos”, que conta com o apoio da FAPESP na categoria Auxílio à Pesquisa – Regular.

“Ficamos surpresos, pois esse trabalho está no início – começou há um ano – e levamos resultados apenas parciais. Mas foi um resultado muito gratificante”, disse à Agência FAPESP.

“O estudo consiste no uso da laserterapia em células-tronco de polpas dentárias humanas com vistas a seu futuro uso em regeneração tecidual – seja de dente decíduo ou permanente”, disse a pesquisadora. O objetivo da irradiação do laser será o de favorecer uma adaptação rápida das células-tronco cultivadas em laboratório quando implantadas no organismo.

“Atualmente, há duas possibilidades. Podemos fazer a fototerapia ainda na placa de cultura ou diretamente no tecido, no momento do implante. E o nosso objetivo futuro é utilizar o laser em regeneração tecidual em pacientes”, disse Marques.

Quando estão fora das condições normais de crescimento – ou seja, como seria no momento do implante –, as células-tronco apresentam redução na proliferação. “Mas, ao irradiarmos essas células com laser em baixa intensidade no protocolo ideal, foi possível fazer com que crescessem como se estivessem na melhor condição possível de cultivo”, explicou.

O procedimento poderá beneficiar, por exemplo, jovens com problemas em dentes cuja raiz ainda não tenha sido formada. “Nesses casos, a polpa dentária morre e a raiz para a sua formação, além de poder ocorrer a perda desse dente em quatro ou cinco anos. No futuro, poderemos repor essa polpa por um tecido formado em laboratório com células-tronco e a irradiação com laser poderá melhorar esse procedimento de implante”, indicou.

“Nesse aspecto, receberemos de 15 a 20 de agosto na FOUSP, também com apoio da FAPESP, o professor Shiwei Cai, do Departamento de Endodontia da Universidade do Texas, que irá apresentar palestra sobre ‘Regeneração tecidual em Endodontia’”, disse.

Controle da inflamação

O outro trabalho, intitulado Effect of laserphototherapy (LPT) on prevention and treatment of chemo-induced mucosites in hamsters, ficou em segundo lugar durante o congresso da World Federation for Laser Dentistry – South American Division (WFLD-SAD), realizado nos dias 3 e 4 de junho em Belo Horizonte.

Trata-se dos resultados finais do projeto “Estudo pré-clínico da ação da fototerapia com laser em baixa intensidade (Ftlbi) na prevenção e reabilitação da mucosite quimioinduzida em hamsters”, de Talita Lopez, coordenado por Marques e que contou com apoio da FAPESP na modalidade Bolsa de Iniciação Científica.

O objetivo do estudo foi determinar o protocolo mais eficaz de irradiação do laser para o controle e tratamento de mucosite – inflamação que ocorre com frequência em pacientes submetidos a terapias oncológicas.

Para verificar a aplicabilidade da terapia, a pesquisadora explica que foram realizados testes in vivo, envolvendo a indução da mucosite em hamsters. Com o objetivo de verificar em que momento a irradiação teria melhor resposta no organismo, os testes foram divididos em três grupos.

No primeiro, a fototerapia foi aplicada antes do tratamento oncológico. No segundo, o laser foi usado somente após a quimioterapia. Já no último grupo, os animais receberam a laserterapia antes e depois da sessão quimioterápica.

“Dos três casos, observamos que o segundo grupo foi o que apresentou melhor resultado, tanto clínica como histologicamente, com índice de lesões menor do que nos outros dois”, apontou Marques.

O laser possui um efeito bioestimulador e de controle da inflamação. “Quando aplicado no organismo não evita que a lesão apareça. No entanto, quando surge, curiosamente, o paciente se queixa menos de dores”, disse a professora, cujo Laboratório de Pesquisa Básica atua em parceria com o Laboratório Especial de Laser em Odontologia da USP, onde a laserterapia é aplicada em humanos.

Fonte: REDENOTICIAS.com.br

domingo, 7 de agosto de 2011
O VI Congresso Médico do Nordeste, além do I Simpósio das Ligas Acadêmicas do RN e o I Encontro de Medicina e Arte do RN, serão encerrados hoje, no Hotel Pirâmide, Via Costeira, movimentando a classe médica desde ontem e trazendo a Natal especialistas das mais diversas áreas.  médico cirurgião plástico Dr. Charles Sá, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), trouxe para o evento novidades sobre o "Uso de célula-tronco em cirurgia plástica"

Nesse tipo de procedimento, as células-tronco são retiradas das próprias pacientes, durante o processo de lipoaspiração. A gordura retirada na lipo é isolada e centrifugada num aparelho importado dos Estados Unidos que pouquíssimos médicos no país possuem.

DivulgaçãoCirurgião plástico Charles Sá diz estar orgulhoso de poder trazer para Natal essa técnica de pontaCirurgião plástico Charles Sá diz estar orgulhoso de poder trazer para Natal essa técnica de ponta


"Está comprovado que a gordura é rica em células-tronco, principalmente na região da barriga, mas também nas coxas. Em vez de descartar esse material, vamos aproveitá-lo no preenchimento de sulcos da face", explica o cirurgião.

De acordo com Charles Sá, as principais vantagens das células-tronco, em relação aos preenchimentos com ácido hialurônico (atualmente muito usado nos consultórios), são maior durabilidade e menor risco de rejeição, já que as células-tronco pertencem ao organismos dos próprios pacientes.

"Estou realizado por poder oferecer em Natal um procedimento de ponta na cirurgia plástica brasileira", acrescenta Charles, que concedeu entrevista por e-mail ao TN Família. Confira.

- Como as células-tronco são usadas na cirurgia plástica? Quais vantagens elas trazem para o procedimento?

As pesquisas relacionadas ao uso de células-tronco na medicina estão em sua fase inicial, principalmente em relação à cirurgia plástica. Podemos, porém, dizer que já conseguimos resolver problemas relacionados a perda de volume de parte da face ou do corpo, por exemplo, podemos citar doenças como a Síndrome de Romberg, em que parte da face da paciente atrofia de modo irreversível, ou  em casos de trauma em os tecidos foram destruídos causando depressões visíveis de difícil correção. Nestes casos conseguimos resultados fantásticos e duradouros, principalmente se considerarmos técnicas mais antigas.

- Os cirurgiões precisam passar por algum treinamento específico para passar a realizar cirurgias com células-tronco?

Com certeza, o uso de células-tronco exige muito estudo. Podemos dizer que é um nova medicina que se inicia, a Medicina Regenerativa. Está apenas começando, mas o futuro próximo é muito promissor, porém, exigirá muito treinamento, estudo e pesquisa por parte dos médicos que desejam se dedicar a esta nova especialidade.

- As células-tronco são mais utilizadas em procedimentos estéticos ou corretivos?

O uso de células-tronco se expande para o campo da cirurgia plástica estética e reparadora. Conhecidas por sua capacidade de se transformarem em diversos tecidos do corpo, essas células podem ter infinitos usos na cirurgia plástica. No futuro, um deles será a reposição de órgãos que, por motivo de doenças ou acidentes, tenham sido severamente danificados.  Só para citar algumas: uma paciente submetida a mastectomia poderá ter seu seio 'reconstituído'; um paciente com marcas de queimaduras poderá ter a pele renovada; um paciente que teve um órgão decepado poderá substituí-lo, como no caso da jovem francesa que teve seu rosto desfigurado por um cão. A mesma foi submetido a uma cirurgia de transplante parcial de face; cirurgia complexa e com múltiplas complicações físicas e psíquicas. Conseguindo dominar as células-tronco, poderemos fazer tecidos a partir das células do próprio paciente, sem problema de rejeição. No futuro, em casos como o da paciente francesa, seremos capazes de 'reproduzir' o rosto do paciente, refazê-lo como era antes do acidente. Além, disso, podemos pensar na renovação dos tecidos também no sentido de rejuvenescimento.

- Em quais tipos de procedimento as células-tronco são mais usadas?

Atualmente, um dos procedimentos mais realizados é o uso de células-tronco no preenchimento de rugas profundas na face. As células-tronco são retiradas das próprias pacientes, durante processo de lipoaspiração. A gordura retirada na lipo é isolada e centrifugada num aparelho importado dos Estados Unidos que poucos médicos no país possuem. Está comprovado que a gordura é rica em células-tronco, principalmente na região da barriga, mas também nas coxas. Em vez de descartar esse material, vamos aproveitá-lo no preenchimento de sulcos da face. As principais vantagens das células-tronco, em relação aos preenchimentos com ácido hialurônico (atualmente muito usado nos consultórios) são maior durabilidade e menor risco de rejeição, já que as células-tronco pertencem ao organismos dos próprios pacientes. Estou realizado por poder oferecer em Natal um procedimento de ponta na cirurgia plástica brasileira.

Fonte: Tribuna do Norte
sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Jaquison Benites Lima, 14 anos, é um exemplo na medicina tradicional que deu certo. O adolescente mora com a familia na Aldeia Amambai, no municipio de Amambai, região sul do Estado e, felizmente, recebeu todo apoio para vir para Campo Grande e depois São Paulo. A historia de Jaquison, ao contrario da menina de 8 anos, Thiely, internada no Hospital Regional a espera de uma cirurgia para amputar uma perna; não teve conflitos religiosos entre a medicina tradicional e a crença de seu povo, que acredita que por meio de rezadores é possivel a cura. No caso da menina, a intervenção cirurgica deve acontecer depois da primeira quinzena de agosto, conforme o medico que a atende e também ao adolescente, Marcelo Souza.O adolescente iniciou tratamento em sua cidade em 2009. Lá foi diagnosticada uma aplasia de medula, que é uma doença caracterizada pela deficiência medular, ou seja, disfunsão da medula ossea. O diagnostico é possivel por meio de um exame de hemograma, que apresenta os niveis de todos os componentes sanguineos. Os principais sintomas dessa doença são: anemia (palidez), devido ao baixo numero de hemacias; infecções continuas, devido ao baixo numero de leucocitos; e sangramento de mucosas, devido ao baixo numero de plaquetas. 

Depois da descoberta da doença de Jaquison, foi verificada a compatibilidade para um transplante entre irmãos, já que o adolescente tinha quatro, mas sem sucesso. A mãe dele engravidou e ai surgiu uma possibilidade de transplante de medula ossea com o uso de sangue do cordão umbilical do futuro recem-nascido, mas isto não era uma garantia de cura, ja que nem sempre o resultado é de compatibilidade entre doador e receptador.

Teste feitos, foi comprovada a compatibilidade entre Jaquison e seu quinto irmão. O adolescente teve que ir para São Paulo para fazer o transplante. Agora ele esta e um dos dois quartos destinados especialmente para crianças ou adolescentes transplantados da Associação dos Amigos das Crianças com Cancer (AACC), em Campo Grande. A tia Rozangela é quem o acompanha. Além de abrigo, ele recebe apoio psicologico, opiniões de entretenimento e acompanhamento nutricional. A volta para casa deve acontecer neste sabado, 6 de agosto.
fonte: midiamaxnews



quarta-feira, 3 de agosto de 2011


 Voltado para especialistas e residentes, o encontro médico reunirá nomes nacionais e internacionais, entre eles os cirurgiões americanos Blake Rodgers, que explicará uma técnica especial para o tratamento de coluna em pacientes com obesidade mórbida, e Ray Linowitv, que abordará o uso de células tronco na regeneração da coluna.

 De acordo com Eduardo Barreto, coordenador do Serviço de Neurocirurgia do Norte D’Or, um dos tratamentos em foco será a hidrodiscectomia, uma nova técnica de intervenção cirúrgica para tratar hérnias de disco: “Ao contrário da radiofrequência, ela não provoca lesões e, assim sendo, possibilita recuperação mais rápida. Nós aspiramos o disco degenerado com um jato de soro fisiológico, o que nos permite limpar o disco, ou seja, retirar as substâncias nociceptivas que geram as dores”, conta ele, lembrando que cerca de 5,4 milhões de brasileiros padecem com o problema.        
A escoliose idiopática, de etiologia desconhecida ou tendência familiar, que normalmente acomete crianças em idade escolar e adolescentes, também está na pauta: “Algumas intensidades do problema, como curvas em progressão, por vezes demandam intervenção cirúrgica. Além disso, alguns portadores sofrem com doenças do sistema nervoso, tornando necessários um exame neurológico minucioso e a ressonância magnética”.

Fonte: Jornal Brasil
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Todos vocês, naturalmente, já devem ter ouvido falar em “Medicina Regenerativa”. Muitos, por influência midiática, podem ainda associá-la ao conceito exclusivo do uso de células-tronco, tratando-a como uma prática duvidosa e que ainda estaria longe de acontecer. Hoje, irei mostrar que é exatamente o contrário: a Medicina Regenerativa é a maior aliada da vida e está muito perto da prática clínica! Isso porque se utiliza de células novas para a recuperação daquelas danificadas.
O DNA e o RNA das células novas são capazes de promover esta revitalização dos tecidos velhos. Isso acontece por intermédio de substâncias sinalizadoras chamadas citocinas, que podem promover aceleração da cicatrização, diminuição da inflamação, fortalecimento e ativação do sistema imunológico e aumento da capacidade de divisão ou diferenciação celular. E o mais interessante: muitas vezes são as células do próprio paciente que promovem a recuperação da estrutura danificada.
Vejam, por exemplo, o caso do PRP: o Plasma Rico em Plaquetas. Através desta técnica, retira-se pequena quantidade de sangue do próprio paciente, centrifuga-se este sangue e a parte do plasma onde as plaquetas ficam concentradas é isolada e ativada, para aplicação diretamente na região da lesão, onde são liberados os fatores de crescimento. O material, rico em células novas e produtos biológicos do próprio indivíduo, é capaz de promover e induzir a regeneração deste tecido, ou seja, a recuperação acontece estimulada pela ação de substâncias que já existem no próprio organismo.
Para se ter uma ideia do quanto a Medicina Regenerativa tem evoluído e conquistado a credibilidade junto à Comunidade Científica Internacional, hoje, são realizadas e publicadas milhares de pesquisas na área e o tema é um dos mais discutidos em Congressos Internacionais. A descoberta de sua aplicabilidade tem se ampliado cada vez mais, sendo bastante indicada para os casos de lesões articulares e musculares, estética, fraturas e degenerações ósteo-neuromusculares, lesões esportivas, oncologia e durante procedimentos cirúrgicos. Entre as técnicas, sempre ligadas ao conceito da medicina antienvelhecimento, está o PRP, o Ácido Hialurônico, o uso da célula-tronco mesenquimal derivada da medula óssea e da gordura, dentre outras fontes celulares.
Vale lembrar que o material biológico utilizado para o tratamento na Medicina Regenerativa pode ser extraído do próprio paciente ou ser proveniente de células e tecidos animais comercializados por laboratórios farmacêuticos certificados pela Comunidade Científica. Na validação desses materiais, observam-se as boas práticas de qualidade, a segurança oferecida e os estudos de sua eficácia clínica. Na maior parte dos casos, as técnicas da Medicina Regenerativa não oferecem nenhuma contraindicação, podendo ser utilizada em diversas faixas etárias ou casos clínicos. E o resultado é uma recuperação rápida, devido ao fato de o procedimento ser minimamente invasivo. Normalmente, o paciente se submete a três sessões para a aplicação de biomateriais e a recuperação acontece gradativamente, alcançando-se, em boa parte dos casos, resultados satisfatórios.
Portanto, precisamos quebrar o mito de que a Medicina Regenerativa está muito longe da realidade. Não há procedimento que valorize mais o organismo do que aquele que busca uma recuperação de uma forma mais natural possível, buscando-se como aliadas as células saudáveis, as maiores representantes do corpo vivo! Hoje, ela é considerada a “Medicina do Futuro”, porque tende a elevar a esperança média de vida do ser humano.
Procure se informar sobre a Medicina Regenerativa e esteja atento a todas as novidades que são divulgadas. Você estará em contato com o que
pode ser a Nova Era da Medicina e da Saúde Humana.

Referências
Redler LH, Thompson SA, Hsu SH. Platelet-Rich Plasma Therapy: A Systematic Literature Review and Evidence For Clinical Use. The Physician and Sports Medicine 2011 Feb; 39(1): 42-51.
Badylak SF, Nerem RM. Progress in tissue engineering and regenerative medicine. Proc Natl Acad Sci USA. 2010 Feb; 107(8): 3285-6.

Fonte: Jornal da manhã
segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Nascido prematuro, o menino contraiu uma infecção hospitalar durante o período de internamento, o que comprometeu seu desenvolvimento

Reprodução / TV Globo
Foto: Reprodução / TV Globo

Os pais do menino pernambucano Djair Júnior, 4 anos, comemoram os resultados iniciais do tratamento a que o filho está sendo submetido. Nascido prematuro, o menino contraiu uma infecção hospitalar durante o período de internamento, o que comprometeu seu desenvolvimento. Em abril, eles conseguiram ir para a China, para que ele fosse tratado com células-tronco.

Agora, Djair está com o sorriso estampado no rosto, porque já consegue ficar sentado para assistir tv e até coloca os pés no chão. “Ele já vem segurando a cabecinha com mais firmeza, antes ele era um mamulengo, mole, mole. Isso vai ajudar o controle da cervical, para que com a fisioterapia e a reabilitação, ele tenha o aprendizado para poder engatinhar, começar a sentar e chegar onde a gente espera, que é um dia ver Júnior andando”, diz a mãe, Rita de Cássia Teodósio, esperançosa.

O custo do tratamento, passagens, passaportes, hospedagem e demais despesas, foi de R$ 170 mil, conseguidos graças à colaboração de amigos de Rondônia, onde moravam, e de pessoas aqui de Pernambuco. Hoje, a família tem um gasto mensal de R$ 700 com o tratamento do menino.

Nem tudo foi resolvido: médicos chineses alegaram que Djair Júnior sofreria de cegueira. Em novos exames feitos na volta ao Brasil, a suspeita dos médicos estrangeiros não foi confirmada. “Uma médica especialista falou que realmente eles estavam enganados. Cego ele não é, mas tem um grau forte de astigmatismo, que deixa a lente ocular distorcida. O uso dos óculos poderá ajudar, como também, daqui a um tempo, a possibilidade de fazer uma cirurgia na vista”, explica a mãe.

Fonte:Globo.com






Número de amostras criopreservadas no Estado já passa de 1.500. Crescimento foi de 50% somente nos seis primeiros meses se comparado ao mesmo período do ano anterior.O avanço das pesquisas em torno das células-tronco tem refletido diretamente no aumento no número de casais interessados em criopreservar o sangue de cordão umbilical de seus bebês. Dados do Criobanco Medicina e Biotecnologia, instituição capixaba especializada em terapia celular, dão conta de que somente no primeiro semestre deste ano o aumento foi de 50%, se comparado ao mesmo período de 2010. São mais de 1.500 amostras criopreservadas nos três tanques da instituição, a única do Espírito Santo.

Desse total, a maioria, 60%, é de bebês capixabas. As demais são de amostras de células provenientes de Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro e Sergipe, uma vez que a instituição, que tem atuação nacional, também é procurada por famílias de fora do Estado interessadas no procedimento.
De acordo com o gerente executivo do Criobanco, Rodrigo Mota, o serviço de criopreservação de células-tronco, que há alguns anos era tido como um movimento tímido, consolidou-se no mercado nacional, e especialmente local, em função dos avanços com as pesquisas na área e também com a maior informação da população. Segundo ele, antes da decisão os casais procuram se esclarecer sobre o tema, aprofundando-se no assunto, o que torna as decisões mais conscientes.
"Quem contrata sabe que ainda há limitações na amplitude de tratamentos e possibilidades terapêuticas, mas toma a decisão apostando na boa condução científica que o assunto tem tido, e também na chance de uma tranquilidade no futuro", completa.
Avanço das pesquisas com células-tronco
De acordo com o diretor técnico do Criobanco Medicina e Biotecnologia, o médico hematologista Edgard de Barros Nascimento, ao longo dos últimos anos, diversas pesquisas foram realizadas e muitas já apresentam resultados com a aplicação terapêutica das células-tronco de cordão umbilical.
"Milhares de pessoas já foram submetidas a transplantes de medula óssea, utilizando-se células provenientes do cordão umbilical. Portanto, esse é um procedimento cada vez mais comum. Mas a novidade dos últimos anos que eu destaco é o início das utilizações clínicas dessas células em terapias regenerativas, ainda que experimentais. Estamos presenciando um número crescente de protocolos de pesquisa recrutando pacientes voluntários a ingressarem em estudos para tratamentos de doenças incuráveis, como paralisia cerebral e diabetes, através de células-tronco de cordão umbilical", explica.
Saiba mais:

Quais as fontes de células-tronco?
Capazes de se multiplicar e se diferenciar em diversos tecidos, as células-tronco são encontradas em todo o corpo humano. No entanto, as fontes mais utilizadas, em virtude da grande disponibilidade, são as da medula óssea e do sangue do cordão umbilical.

Qual a diferença entre célula-tronco embrionária e adulta?
As embrionárias têm maior capacidade de diferenciação em qualquer tecido do organismo. No entanto, como as pesquisas com esse tipo de célula foram autorizadas há pouco tempo, a medicina correu em uma via paralela de estudo, descobrindo cada vez mais as diversas possibilidades trazidas pelas do cordão umbilical e da medula, as chamadas células-tronco adultas, que também estão presentes em todos os outros órgãos do corpo humano. Estas últimas de forma diferente das células embrionárias não oferecem o risco de formação de tumores (teratomas) na sua utilização terapêutica.
Quais as vantagens das células-tronco retiradas do sangue do cordão umbilical e da medula?
As células-tronco do cordão umbilical apresentam menor chance de rejeição após o transplante, a disponibilidade é imediata, eliminando-se talvez a necessidade de busca por um doador compatível; e, armazenadas, permanecem jovens, possuindo um potencial regenerativo superior ao das células da medula.  Em contrapartida, as células provenientes da medula possuem um período de "pega" menor, ou seja, o paciente transplantado retoma sua defesa imunológica mais rapidamente.

Quais doenças podem ser tratadas com a célula-tronco do sangue do cordão?
Leucemias, linfomas, mieloma, deficiências imunológicas, anemias, doenças do metabolismo, entre outras que possam ser tratadas através de transplante de medula. Estudos indicam, para o futuro, a possibilidade de cura de diabetes tipo 1, esclerose múltipla, lesões raquimedulares, cerebrais, ósseas e articulares, doenças cardíacas etc.

Quanto custa?
O serviço de coleta e processamento das células-tronco de cordão umbilical custa em média R$ 4 mil. Para a manutenção do material criopreservado há uma taxa aproximada de anuidade de R$ 600,00, o equivalente a R$ 50,00 por mês. O valor tende a diminuir à medida que aumentar o número de usuários e que os insumos utilizados no processo de criopreservação forem sendo produzidos no Brasil, ao invés de importados.

Como é realizada a coleta?
Durante a gestação uma enfermeira acompanha a mãe até o momento do parto, que pode ser realizado em qualquer maternidade, e conduz a coleta do sangue e seu encaminhamento ao banco para processamento e armazenamento. Uma vez congelado o sangue fica em tanque de nitrogênio líquido a temperaturas baixíssimas (cerca de -196ºC).

Fonte: ESHOJE

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