Apenas os eventos, rifas e as demais ações postadas neste blog serão usados em prol do tratamento do Arthur.

ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR
I Samuel 7.12

quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Abordando temas como o uso da terapia celular para tratamento de doenças cardiovasculares e neurológicas, começa, a partir desta quarta-feira (28), o VI Congresso Brasileiro de Terapia Celular. promovido pela Associação Brasileira de Terapia Celular. O evento acontece até o próximo dia 1º de outubro no Gran Hotel Stella Maris.
Com mais de mil inscritos, o congresso reunirá pesquisadores, profissionais da área, estudantes e professores de todo o país, que também devem discutir o uso da terapia celular. Além dos renomados especialistas brasileiros, as conferências, cursos, mesas e seminários promovidos durantes os quatro dias de evento contarão com a participação de especialistas dos Estados Unidos, Itália, Argentina e Suécia.

O objetivo do Congresso é divulgar as mais recentes inovações no desenvolvimento da ciência e da tecnologia na área da terapia celular, possibilitando o intercâmbio entre profissionais, segundo o presidente do Comitê Organizador do evento, Ricardo Ribeiro dos Santos.
Apesar de encerradas as inscrições pela internet, aqueles que ainda desejam participar do evento poderão inscrever-se durante o próprio evento.

Fonte: Correio
sábado, 24 de setembro de 2011



Cientistas franceses descobriram que os ovos de xenopus, rãs carnívoras africanas, facilitam a programação de células e abrem perspectivas no campo da medicina regeneradora. A equipe do Instituto de Genética Humana de Montpellier, em colaboração com o Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), conseguiu multiplicar a capacidade de transformação de células da pele de ratos em células-tronco com ajuda desses ovos.

Sua aplicação serviu para multiplicar por 100 essa eficácia mediante uma técnica dupla: a injeção de quatro genes específicos no núcleo das células de rato e sua posterior incubação em um extrato dos ovos das xenopus. Com essa técnica, a equipe dirigida por Marcel Méchali conseguiu multiplicar por um fator maior que 100 a obtenção de células-tronco pluripotentes induzidas (IPS).

"Estes resultados confirmam o interesse das células-tronco resultantes de células diferenciadas para fazer auto-implantes e apresentam perspectivas terapêuticas interessantes no âmbito da medicina regeneradora", informou um comunicado do CNRS.

A partir da técnica mista mencionada, o núcleo das células se programa duplamente, embora ainda não totalmente. Os pesquisadores admitem que ainda falta identificar os componentes presentes nos extratos que são capazes de apagar a identidade de células diferenciadas. Segundo o CNRS, a pesquisa confirma as possibilidades das células IPS no âmbito da medicina regeneradora.

"As células IPS poderiam no futuro permitir substituir células doentes ou destruídas por ataque de outras células do paciente e reconstruir desse modo o órgão ou o tecido danificado por uma doença ou acidente, sem problema de rejeição", explicou o CNRS. Os ovos de xenopus - rã bem conhecida pelos cientistas por suas aplicações em pesquisa - são significantes pela facilidade de serem encontrados em grandes quantidades, ao contrário dos ovos de mamíferos.
Fonte: Terra
quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O uso de células-tronco do cordão umbilical no tratamento de diversos tipos de doenças tem se popularizado em diversos países. No entanto, grande parte da população brasileira ainda desconhece o tema e o País fica atrás no uso e nas pesquisas relacionadas aos tratamentos com células-tronco, afirma a médica responsável técnica do Banco de Cordão Umbilical (BCU).

"No Brasil já existe uma aceitação boa, mas poderia ser melhor, pois devido à pequena quantidade de amostras de sangue que existem no país ficamos atrás de nações europeias e dos EUA", diz Adriana Homem. As células-tronco são células coringas que se transformam em qualquer tecido do corpo humano.
Nos tratamentos de câncer hematológico, como linfomas, mielomas e leucemias, este tipo de célula já é usado com sucesso. E outras enfermidades já estão na fase final de pesquisa, como, por exemplo, diabete tipo I, doenças auto-imunes, lúpus e cardiopatias. "Por causa do uso das células-tronco, países mais desenvolvidos tiveram uma diminuição em custos no tratamento oncológico, além de melhorar a qualidade de vida dos pacientes juntamente com um prognóstico muito mais animador do que o vivido há décadas".
A coleta de células-tronco do cordão umbilical é um procedimento indolor e seguro para a mãe e a criança. Após a coleta, as células são armazenadas e sobrevivem por tempo indeterminado. Os pais podem optar por guardar em um banco privado, em que as células são para uso do próprio filho, ou podem doar em um banco público para pessoas que estão numa fila de espera.

Fonte: Terra
sexta-feira, 9 de setembro de 2011




INFORMAÇÕES LIGUE : (11) 4753-5541
FALAR COM  ADRIANA / EDVALDO



Uma equipa internacional composta por investigadores de cancro de instituições da França, Canadá, EUA, e do Centro Alemão de Pesquisa de Cancro (Deutsches Krebsforschungszentrum, DKFZ) descobriu que a sinalização hiperactiva de um determinado factor de crescimento conhecido por IGF1 promove o linfoma agudo de células T (T-ALL). Quando os investigadores bloquearam este factor, as células de cancro do sangue pararam de crescer. Além disso, as células-tronco de cancro, que são particularmente perigosas, perderam a capacidade de auto-renovação. Inibidores deste factor de crescimento já estão disponíveis e podem ajudar a melhorar o tratamento deste tipo de leucemia e prevenir a reincidência, avança o site Ciência Diária.

Existem numerosos factores especializados de crescimento que são responsáveis pela divisão e diferenciação de diferentes tecidos do nosso corpo quando necessário. Estes fatores semelhantes à hormona se ligam aos receptores correspondentes na superfície das células alvo e então ordenam para que se dividam. No entanto, uma única alteração genética pode ser suficiente para todo o sistema sair do controle. Se, por exemplo, o gene para um factor de crescimento ou para o receptor correspondente é hiperactivo, então a célula recebe sinais permanentemente para se dividir – e isso pode resultar em cancro.

Estes sinais de crescimento defeituosos desempenham um papel fundamental em muitos tipos de cancro. Assim, as células do cancro de mama formam receptores além da quantidade necessária para o factor de crescimento Her2/neu em cerca de 20 por cento das mulheres afectadas; no cancro de intestino, os médicos encontram frequentemente um excesso de produção do factor de crescimento EGF. Agora, a equipa do estudo recente descobriu que o crescimento maligno é impulsionado pelo factor 1 de crescimento semelhante à insulina (IGF1) na leucemia linfoblástica aguda de células T (T-ALL). Bloquear o sinal deste factor não só parou o crescimento de células cancerígenas, mas também fez com que as células estaminais do cancro perigoso perdessem sua capacidade de auto renovação.

As leucemias linfoblásticas agudas são as malignidades mais frequentes nas crianças; no entanto, adultos idosos também podem ser afectados. Os resultados da pesquisa abrem novas perspectivas para o tratamento, porque substâncias inibidoras do receptor de IGF1 já estão disponíveis e actualmente estão sendo testadas para outros tipos de cancros, como o cancro da mama, em ensaios clínicos. Andreas Trumpp, líder da equipa e especialista em células-tronco, explica que pacientes idosos com cancro de células T têm uma taxa de recorrência particularmente elevada após a quimioterapia aparentemente bem sucedida. A inibição do padrão de sinalização do IGF1 poderia focar as células-tronco leucémicas em particular para prevenir a recorrência deste tipo de cancro.

Fonte: POP
terça-feira, 6 de setembro de 2011



Cientistas cultivam células-tronco intestinais em laboratório


Regeneração semanal
Cientistas da Universidade de Barcelona, na Espanha, conseguiram pela primeira vez identificar e cultivar em laboratório células-tronco intestinais.
Ao longo da vida, as células-tronco intestinais regeneram a camada interna dos nossos intestinos em uma base semanal.
Os cientistas tinham indícios da presença dessas células há décadas, mas elas nunca haviam sido isoladas.
A descoberta, publicada na revista Nature Medicine, pode ter grandes impactos para a medicina regenerativa.
Células-tronco do cólon
Cultivar células vivas fora do organismo geralmente exige que as células sejam colocadas em um meio de cultura com a mistura correta de nutrientes.
Contudo, como temos mais de 200 tipos de células no corpo, encontrar a combinação precisa de nutrientes para um determinado tipo de célula não é uma tarefa fácil.
Com isto, cultivar células-tronco humanas em laboratório (in vitro) vinha se mostrando uma tarefa impossível até agora. E isso incluía as chamadas CoSC - colon stem cells, ou células-tronco do cólon.
"Esta é a primeira vez que se tornou possível cultivar CoSCs individuais em laboratório e derivar linhagens de células tronco intestinais humanas em condições laboratoriais bem definidas," afirma Peter Jung, um dos membros da equipe.
Medicina regenerativa
A descoberta dá aos cientistas uma "receita" precisa para isolar as células-tronco do cólon e derivar delas linhagens que podem crescer sem se diferenciar por meses.
"De fato, nós já conseguimos manter as células tronco em um disco de Petri por até 5 meses, ou podemos induzir essas células a se diferenciarem artificialmente, como acontece com elas no interior dos nossos corpos," diz o pesquisador.
Como as células-tronco intestinais regeneram nosso intestino continuamente, os cientistas acreditam que o avanço terá grande impacto sobre a chamada medicina regenerativa, que busca formas de desenvolver novos tecidos, e até novos órgãos, para repor os que se degeneram com o tempo ou por doenças.

Fonte: Diário da Saúde
segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Cientistas criam células-tronco para evitar extinção de espécies


Espécies de rinoceronte-branco do norte, em foto de 2000 (AP)
Pesquisas podem ajudar a salvar espécies ameaçadas, como a do rinoceronte-branco do norte
Cientistas nos EUA anunciaram ter produzido células-tronco de rinoceronte-branco do norte e de um macaco africano, o que pode ajudar a garantir a sobrevivência das duas espécies ameaçadas de extinção.
Os cientistas relatam, na publicação Nature Methods, que as células-tronco poderão ser transformadas em diferentes tipos de células do corpo dos animais. Se forem convertidas em óvulos e esperma dos animais, “filhotes de proveta” poderão ser desenvolvidos.
Tais aplicações ainda estão num futuro distante, mas a chefe da equipe de pesquisa, Jeanne Loring, disse que os estudiosos ficaram especialmente entusiasmados com os resultados obtidos com as células de rinoceronte, que superaram suas expectativas.
As células-tronco foram feitas a partir da pele dos animais, em um processo de “reprogramação” – nele, retrovírus e outras ferramentas da biologia celular moderna são usados para devolver as células a um estágio prévio de desenvolvimento.
Nesse estágio, as células são “pluripotentes”, ou seja, podem ser induzidas a formar diferentes tipos de células específicas, como neurônios e cartilagens.
Os procedimentos em questão dependem muito de tentativas e erros, e os pesquisadores esperavam êxitos nos feitos com o macaco africano (chamado de drill), pelo histórico de experimentos prévios feitos com primatas. Mas os resultados das pesquisas com o rinoceronte surpreenderam.
“Não foi fácil fazer com que funcionasse, mas funcionou”, disse Loring à BBC News.
Aplicações
As aplicações iniciais da pesquisa devem ser medicinais. No caso de animais sofrendo de doenças degenerativas, como diabetes, as células-tronco podem, em tese, virar substitutas de células que estiverem perdendo suas funções.
Estudos que partem dessa premissa já estão em curso em humanos, para combater problemas como falência cardíaca, cegueira, derrames e lesões na espinha dorsal – ainda que o uso prático de tais pesquisas seja tema de debates.
Primata drill
O primata drill, cuja população está em queda na Nigéria e em Camarões
Uma ideia que empolga os cientistas é criar embriões ao induzir células-tronco a fazer óvulos e esperma.
“Fazer gametas (células reprodutivas) a partir de células-tronco ainda não é algo rotineiro, mas há relatos de que isso esteja sendo feito com animais em laboratórios”, prosseguiu Loring.
Ela crê que a técnica é mais promissora do que a de clonagem de animais ameaçados, por ter uma taxa de sucesso maior. “Você tem a possibilidade de fazer novas combinações genéticas, em vez clonar, que apenas reproduz animais já existentes.”
‘Último esforço’
O cientista conservacionista Robert Lacy, da Sociedade Zoológica de Chicago, disse que a técnica pode, algum dia, tirar algumas espécies do risco de extinção, mas que ainda há muito trabalho a ser feito.
“As perspectivas para o uso desses métodos, de dar continuidade à linhagem dos últimos indivíduos de algumas espécies, será um último esforço, após termos falhado em proteger esses animais de maneiras prévias, mais simples e eficientes”, afirmou Lacy.
Esse é o caso, ele diz, do rinoceronte-branco do norte, existente na África e ameaçado pela caça ilegal.
Três anos atrás, a população selvagem da espécie estava reduzida a apenas quatro indivíduos que habitavam um parque nacional na República Democrática do Congo. Expedições recentes sequer conseguiram localizar esse pequeno grupo.
Já o primata drill (Mandrillus leucophaeus) também está com uma população declinante na Nigéria e em Camarões, principalmente por causa da caça e por perda de habitat.
As pesquisas de células-tronco têm unido cientistas conservacionistas e de laboratório – caso de Jeanne Loring, que chefia o Centro de Medicina Regenerativa no Instituto de Pesquisas Scripps, na Califórnia.
Seu objetivo imediato é replicar o trabalho desenvolvido com o rinoceronte em outras dez espécies de animais ameaçadas, incluindo uma de elefante.
Fonte: BBC Brasil
 

Tratamento com célula-tronco para derrame passa pelo primeiro teste

Sem efeitos colaterais
Uma técnica pioneira que usa células-tronco para tratar pacientes com AVC (Acidente Vascular Cerebral) superou a primeira etapa de testes.
A técnica foi testada em três pacientes em um hospital de Glasgow, na Escócia, que haviam sofrido AVC (derrame).
Durante os testes, não foram verificados efeitos colaterais adversos.
Com isso, o tratamento agora será avaliado em um número maior de voluntários, com vistas ao seu processo de aprovação para uso generalizado.
Em busca dos efeitos benéficos
Os primeiros pacientes receberam doses muito pequenas de células-tronco, uma vez que o principal objetivo dos médicos da Universidade de Glasgow era verificar se o procedimento é seguro.
"Como é a primeira vez que esse tipo de terapia com células-tronco é usada em humanos, é importante determinarmos que há segurança para podermos seguir em frente. Agora temos permissão para testar uma dose maior de células," disse Keith Muir, líder da equipe.
Mas o objetivo principal dos pesquisadores é que as células-tronco ajudem o organismo a reparar o tecido cerebral danificado pelo derrame.
Com um número maior de participantes, será possível avaliar as eventuais vantagens do tratamento com células-tronco em relação aos tratamentos convencionais.

Fonte: Diário da saúde

Células-tronco começam a ser usadas no tratamento de doenças arteriais coronarianas

As doenças cardiovasculares, em especial a Doença Arterial Coronariana (DAC), prevalecem como a principal causa de mortalidade no Brasil e no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Só em 2010, foram 16,7 milhões de mortes relacionadas a complicações coronarianas, sendo 7,2 milhões por DAC. E mais: acredita-se que em 2020 esses valores possam atingir o patamar de 35 a 40 milhões, resultando em gastos exorbitantes para os cofres públicos.

Mas, uma revolução no tratamento das doenças cardiovasculares promete mudar essa realidade: a administração de células-tronco na reparação do tecido cardíaco. Apesar do método ainda estar em fase inicial, os resultados já começam a ser considerados pela classe médica como uma possibilidade para o tratamento das doenças arteriais coronarianas.

A exemplo do médico Luis Henrique Wolff Gowdak, cardiologista do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Ele estará em João Pessoa neste sábado (10) para disseminar os benefícios do método, durante a miniconferência ?O uso das células-tronco no tratamento da doença arterial coronariana ? estado da arte?. A apresentação ? que será realizada às 8h45, no auditório do Conselho Regional de Medicina (CRM-PB), no Centro da Capital ? faz parte da programação do 1º Simpósio sobre os Avanços no Tratamento da Doença Arterial Coronariana.

Fonte:PBagora
sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Franceses produzem glóbulos vermelhos a partir de células-tronco

Pesquisa mostra que no futuro quem precisar de transfusão de sangue poderá ser seu próprio doador.
Pesquisa mostra que no futuro quem precisar de transfusão de sangue poderá ser seu próprio doador.
AFP/JODY AMIET

Pesquisadores franceses conseguiram fabricar glóbulos vermelhos a partir de células-tronco. Uma primeira transfusão desses glóbulos vermelhos fabricados em laboratório foi feita em seres humanos, mostrando que além deles terem o mesmo desempenho de glóbulos naturais, podem também sobreviver no organismo.

O estudo publicado nesta quinta-feira na revista científica americana Blood e dirigido pelo doutor Luc Douay, do hospital Saint-Antoine, da Universidade Pierre et Marie Curie, em Paris, deixa a esperança de que um dia os pacientes que necessitam de transfusão sanguínea poderão ser seus próprios doadores, através de suas células-tronco.
A pesquisa pioneira para se obter sangue artificial pode representar uma alternativa para a crescente necessidade de doações de sangue no mundo e para suprir a carência de doadores, além de reduzir o risco de infecções.
No corpo humano circulam entre 5 e 6 litros de sangue. Os glóbulos vermelhos são os responsáveis por transportar o oxigênio dos pulmões para os tecidos. Mas, segundo a equipe, mesmo se os pacientes poderão contar com os glóbulos artificiais é preciso avanços tecnológicos para possibilitar sua produção em grande escala. Para isso, uma possibilidade seria utilizar células de sangue do cordão umbilical que se proliferam mais rapidamente do que células-tronco adultas.

Fonte: Tribuna do Norte
quinta-feira, 1 de setembro de 2011


Rio - Pesquisadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, realizaram com sucesso  o primeiro fase de testes no tratamento de pacientes que sofreram acidente vascular cerebral (AVC), o procedimento usa células-tronco. A técnica consiste em injetar as células cérebro da vítima. Três pacientes passaram pela primeira fase de teste. De acordco com os médicos, tudo correu como esperado. As informações são do jornal inglês Daily Mail.

A próxima etapa é aumentar o dose de células-tronco, até o momento nenhum efeito adverso foi encontrado. No procedimento são usadas células-tronco de fetos humanos em vez de embriões, os mesmos foram utilizados em um teste com células-tronco para tratar pacientes com lesões na medula espinhal.

O principal responsável pelo  estudo, Keith Muir, da Universidade de Glasgow Instituto de Neurociência e Psicologia, disse que aguarda com expectativa a avaliação dos pacientes ainda em maior dose. Agora, mais nove pessoas serão incluídas no tratamento.

Segundo a Academia Brasileira de Neurologia, o AVC é a maior causa de mortes no Brasil. O problema afetou cerca de 85 mil pessoas no Brasil somente no 1º semestre de 2011.

Fonte: O DIA ONLINE

Tradutor

Google-Translate-ChineseGoogle-Translate-Portuguese to FrenchGoogle-Translate-Portuguese to GermanGoogle-Translate-Portuguese to ItalianGoogle-Translate-Portuguese to JapaneseGoogle-Translate-Portuguese to EnglishGoogle-Translate-Portuguese to Spanish

Bem vindos!!



Criamos este blog para ajudar na Campanha pela recuperação
do Arthur com o transplante de células -tronco que será feito
na China.
Saiba todas as formas de se envolver na campanha
em busca de uma qualidade de vida para o Arthur.
Junte-se á nós,abrace essa causa
ENVOLVA-SE

Ajude doando e divulgando essa campanha.

Adriana e Edvaldo
(pais do Arthur)

Arthurzinho!

Roy Tanck's Flickr Widget requires Flash Player 9 or better.

Rotary promove jantar em Prol da Campanha

Roy Tanck's Flickr Widget requires Flash Player 9 or better.

Seguidores






Tecnologia do Blogger.