Apenas os eventos, rifas e as demais ações postadas neste blog serão usados em prol do tratamento do Arthur.

ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR
I Samuel 7.12

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Quem diria que do sangue menstrual seria possível criar células-tronco, capazes de se transformar em diferentes tecidos do corpo e que podem ajudar na pesquisa de novos tratamentos. A descoberta deve ser um motivo de orgulho para o país, pois foi feita por médicos do Instituto Nacional de Cardiologia, em parceria com o Instituto de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

No momento, eles estão investindo nas células do músculo do coração de pacientes que podem morrer de repente por causa de uma arritmia cardíaca rara, a síndrome do QT longo.

Mãe e filha, que tem o problema são as duas primeiras voluntárias a participar deste estudo.

No sangue menstrual, os pesquisadores encontraram um tipo de célula considerada a célula do futuro pela medicina, por ter alta capacidade de transformação em tecidos do corpo.

Apesar dos resultados positivos com as células do sangue da menstruação, os cientistas ainda não conseguiram saber qual a quantidade necessária de sangue, nem qual a melhor idade para a coleta.

Fonte: RN
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
 

Técnica pioneira no país foi desenvolvida por cientistas da Fundação Osvaldo Cruz no laboratório do hospital São Rafael, em Salvador, onde está um dos mais avançados centros de terapia celular da América Latina.


Há um ano, o Jornal Nacional mostrou o início dos testes com células-tronco para devolver os movimentos a paraplégicos, em Salvador. Uma pesquisa de médicos do Centro de Terapias Celulares do Hospital São Rafael, em parceria com a Fiocruz. Agora, você vai ver os primeiros resultados.
Cada passo é uma conquista, uma façanha para quem não conseguia ficar em pé. Maurício, um major da Polícia Militar de 47 anos, caiu de um telhado e passou os últimos nove anos sem nenhum movimento da cintura para baixo.
"Eu dei o passo e me senti estranho, porque foram nove anos sem caminhar e perceber que eu estava conseguindo fazer isso sobre minhas próprias pernas. Então, foi uma sensação muito boa", conta.
Segundo os médicos, o que tornou possível todo este avanço, toda esta mudança na vida do Maurício, foi um transplante de células-tronco realizado em Salvador. A cirurgia foi há seis meses, resultado de cinco anos de pesquisa.
Os médicos retiraram do osso do quadril do próprio paciente células-tronco mesenquimais, que têm grande capacidade de se transformar em diversos tipos de tecido, e injetaram diretamente no local onde a coluna foi atingida.
A técnica pioneira no país foi desenvolvida por cientistas da Fundação Osvaldo Cruz no laboratório do hospital São Rafael, em Salvador, onde está um dos mais avançados centros de terapia celular da América Latina.
Dois meses depois de operado, Maurício já se equilibrava sobre as pernas e até pedalava nas sessões de fisioterapia. Os médicos não sabem ainda se ele e os outros 19 pacientes que serão submetidos ao mesmo tratamento vão voltar a andar normalmente, mas já comemoram os resultados.
"Saber que a gente conseguiu uma resposta dessa com comandos, é muito gratificante, e não somente isso, saber que isso é apenas uma ponta de iceberg, que, com os resultados positivos, nós podemos expandir essa técnica para um número maior de pacientes no futuro, além de continuar pesquisando formas de aprimorá-la", avalia o neurocirurgião Marcus Vinícius Mendonça.
A família do policial militar nunca perdeu a esperança. "Quando aconteceu essa cirurgia, eu tive certeza de que Deus estava com a gente e que ele ia conseguir andar", diz Márcia Ribeiro, esposa do paciente.
"Para quem não tinha nenhuma perspectiva, e hoje eu já tenho uma perspectiva de estar no andador, dando os primeiros passos, já é sinal de que alguma coisa está acontecendo, e daqui para frente, acho que só tende a melhorar", comemora Maurício.

Fonte: G1


                                                                           
Rua Piraju, 139
Vila Monte Belo – Itaquaquecetuba – SP
CEP: 08577-770

Responsável Pastor Ricardo Melchert





Rua Santo Antonio,395- Centro- SP /São Caetano do Sul
  Responsável Pastor Luiz Galhardo


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Pesquisadores australianos descobriram a capacidade das células-tronco do leite humano de se transformar em células de várias partes do corpo

Amamentação leite materno

Leite materno: a descoberta de que possui células-tronco dará início a pesquisas para entender seu papel na saúde dos bebês (Thinkstock)
Desde 2008, já se sabe que o leite materno contém células-tronco. Agora, uma nova descoberta foi feita pelo Grupo de Pesquisa sobre Lactação Humana da Universidade de Western Australia (UWA): o leite materno contém células-tronco capazes de se transformar não apenas em células da mama, mas também em células de outras partes do corpo, como do fígado, ossos, cartilagens, pâncreas e cérebro.
A pesquisa pode, no futuro, ajudar pacientes de doenças como o Parkinson e a diabetes, por meio de tratamentos baseados em células-tronco. "Se conseguirmos entender as propriedades e o papel dessas células nas mamas e nas crianças que são alimentadas com leite materno, poderemos usá-las como modelos para na pesquisa do câncer de mama e em tratamentos inovadores com células-tronco", disse a doutora e professora da UWA Foteini Hassiotou.
Um dos benefícios de obter células-tronco por meio do leite materno, segundo Hassiotou, é que ele pode ser coletado por métodos não-invasivos, diferentemente da maioria dos métodos atuais. "O próximo passo da pesquisa será implantar células-tronco do leite materno humano em animais para examinar seu potencial", afirmou Hassiotou.
De acordo com os pesquisadores, são realizados mais de 1.000 transplantes de células-tronco na Austrália todo ano, e 60.000 em todo o mundo.

Fonte: VEJA

 

 

terça-feira, 11 de outubro de 2011
FESTA DA LASANHA
Dia 16 de outubro-12:00hs
Muita música e Diversão

Local:Estrada do Itapeti Pedreira,100-Cidade
Parquelândia-Condomínio Aruã
Mogi das Cruzes-SP

Convites antecipados R$18,00
No dia R$23,00

OBS:passar nome completo para autorização na
portaria
sexta-feira, 7 de outubro de 2011




quinta-feira, 6 de outubro de 2011


CAMPANHAS RUMO À ESPERANÇA DA CURA

Nesse Dia das Crianças dê um presente diferente! Presenteie esses pequenos com uma doação e ajude-os a tornar o sonho realidade.

Visite os sites relacionados no Blog, conheça a história dessas crianças e saiba como ajudá-las.

Todos estão indo em busca de uma qualidade de vida melhor e buscam no tratamento com células-tronco essa esperança!


Depende de Nós
Ivan Lins


Depende de nós

Quem já foi ou ainda é criança
Que acredita ou tem esperança
Quem faz tudo pra um mundo melhor


Depende de nós
Que o circo esteja armado
Que o palhaço esteja engraçado
Que o riso esteja no ar
Sem que a gente precise sonhar


Que os ventos cantem nos galhos
Que as folhas bebam orvalhos
Que o sol descortine mais as manhãs


Depende de nós
Se esse mundo ainda tem jeito
Apesar do que o homem tem feito
Se a vida sobreviverá


"Nunca abandone a criança que existe dentro de você"

Feliz Dia das Crianças!!! 

Clonagem humana gera células-tronco embrionárias

Clonagem humana

Cientistas afirmam ter criado células-tronco humanas por meio de clonagem.

Essencialmente, a técnica envolve pegar um óvulo humano e combiná-lo com uma célula de outra pessoa adulta, sem retirar o DNA original da célula.

Esta área de pesquisas é altamente controversa, não apenas por suas implicações éticas, mas também por causa de uma fraude científica recente.

Em 2004, o cientista sul-coreano Hwang Woo-suk ganhou fama meteórica ao anunciar que teria produzido uma linhagem de células-tronco geradas a partir do embrião de um clone humano.

Como todo bom meteoro, Hwang queimou-se na atmosfera quando se descobriu que ele tinha forjado resultados, além de ter obtido os óvulos de forma antiética e ilegal.

Preservando o DNA

Agora, Scott Noggle, Dieter Egli e seus colegas do Laboratório da Fundação de Células-Tronco de Nova Iorque (EUA), anunciaram, em um artigo publicado na revista Nature, ter alcançado resultados intermediários, mas por uma via diferente.

Eles usaram uma tecnologia de clonagem chamada transferência de núcleos de célula somática.

A técnica mais comum de clonagem consiste na remoção do núcleo de um óvulo e sua substituição pelo núcleo da célula do doador, cujo DNA é então inserido no óvulo inicial. Imerso em nutrientes, o óvulo se divide, passando então por uma reprogramação genética, assumindo o DNA do doador.

Na nova técnica, o DNA do óvulo é mantido, recebendo o material genético de células epiteliais de um doador adulto.

Células-tronco embrionárias clonadas

O resultado é uma célula triploide, com três pares de cromossomos: 23 do óvulo original e 46 (dois pares de 23) da célula do doador - teoricamente um embrião inviável, embora ele não tenha sido deixado para se desenvolver.

O óvulo se desenvolveu até o estágio conhecido como blastocisto, composto por cerca de 100 células.

O blastocisto é usado como fonte de células-tronco embrionárias, usadas em inúmeras pesquisas e vistas como um recurso futuro para a cura de várias doenças.

Os cientistas afirmam ter visto nas células do embrião triploide indícios de células-tronco embrionárias normais, o que comprovaria a importância de se manter o DNA original do óvulo.

Isto também pode ser uma demonstração de que as chamadas "técnicas tradicionais" de clonagem não são eficientes como se acreditava.

Células-tronco personalizadas

A clonagem é um recurso idealizado para evitar o problema da rejeição que ocorre quando um paciente recebe células-tronco de um doador.

Neste caso, o sistema imunológico do receptor vê as células-tronco como invasoras, exigindo o uso de imunossupressores, o que complica e pode até inviabilizar o tratamento.

Com a clonagem, torna-se teoricamente possível criar "células-tronco personalizadas", criadas com o próprio DNA do receptor, evitando então o problema da rejeição.

Ética na clonagem

A pesquisa está em um passo bastante inicial. Um editorial da revista Nature, onde a pesquisa foi publicada, afirma que os embriões triploides são geneticamente anômalos e inviáveis.

Os pesquisadores vão precisar ainda produzir um embrião diploide, com 46 cromossomos, antes de pensar em usar terapeuticamente as células-tronco clonadas.

Se eles conseguirem, recomeçará então todo o debate ético sobre o que fazer com estes embriões, até que ponto eles poderão ser deixados crescer, e se será permitida a realização da clonagem reprodutiva.

"Pode ser um bom momento para as Nações Unidas começarem a forjar regulamentações ou restrições sobre a clonagem, que têm estado paralisadas pelo debate político e religioso," afirma a revista Nature em editorial. "[E] pacientes desesperados vão encontrar médicos prontos a lhes dar tratamentos com células-tronco embrionárias não-comprovados e inseguros."

Fonte: Diário da Saúde



Descoberta abre caminho para a produção de células usando material genético do próprio doente
Uma equipe de cientistas de Nova York afirmou nesta quarta-feira que estão mais perto de conseguirem criar a chamada célula-tronco personalizada.
A técnica envolve pegar um óvulo humano e combiná-lo com uma célula de outra pessoa.
Segundo os pesquisadores, os resultados podem ser usados para tratar várias doenças, já que seria possível produzir, de maneira personalizada para cada paciente,células saudáveis para substituir as doentes.
Em um artigo para a revista científica Nature, a equipe Fundação de Células-Tronca do Nova York disse ter usado uma tecnologia de clone (chamada transferência de núcleos de célula somática) para criar células-tronco embrionária para combinar com o DNA específico de cada pessoa.
Potencial
As células-tronco têm um grande potencial na medicina, à medida que podem ser desenvolvidas em qualquer outro tipo de célula no corpo.
Ao se criar células do coração, por exemplo, talvez seja possível reparar os danos causados por um ataque cardíaco.
Já há alguns testes clínicos em curso. O primeiro feito com células-tronco embrionárias da Europa está sendo feito em Londres e é relacionado a um tratamento para a perda progressiva da visão.
O teste, porém, não usa as próprias células dos pacientes e por isso é necessário o uso de imunossupressores para evitar o risco de rejeição. E é por isso que o teste da equipe americana é tão importante.
Interrogação
O pesquisador Dieter Egli, do laboratório da Fundação de Células-Tronca de Nova York, afirma que havia até então um grande ponto de interrogação sobre a possibilidade de a técnica do clone ser usada em seres humanos.
“Outras equipes já haviam tentado, mas falharam”, disse, explicando que seu grupo também não conseguiu ser bem-sucedido ao usar as técnicas tradicionais.
Quando eles removeram o material genético de um óvulo e o substituíram com cromossomos de uma célula epitelial, o óvulo se dividiu, mas não passou do estágio de 6 a 12 células.
No entanto, quando eles deixaram o material genético no próprio óvulo e adicionaram os cromossomos epiteliais, o óvulo se desenvolveu até o estágio do blastocisto, que pode contar até 100 células e é usado como fonte para células-tronco embrionárias.
“As células produzidas por nossa equipe ainda não são para uso terapêutico. Ainda há muito a ser feito”, afirmou Egli à BBC. “Vemos isso como um passo adiante na estrada, porque agora sabemos que óvulos podem transformar células adultas especializadas, como células da pele, em células-tronco.”

Fonte: BBC BRASIL
quarta-feira, 5 de outubro de 2011


Colônia de células tronco (em vermelho) se prolifera em planária adulta

A planária, um verme em forma de seta que vive em córregos, está contribuindo para o entendimento sobre a regeneração de tecidos em humanos. O animal tem uma capacidade impressionante de recompor partes do corpo, levando cerca de uma semana para reconstruir cabeça e rabo que foram perdidos. Agora, cientistas começam a entender a receita deste poder extraordinário das planárias. A descoberta de como os animais coordenam isto é a chave para entender este potencial em tratamentos humanos.
Pela primeira vez, pesquisadores da Universidade de Cambridge conseguiram mostrar provas concretas de que planárias adultas produzem células-tronco pluripotentes. O diferencial é preponderante para a reconstrução completa do animal. A célula-tronco pluripotente é uma espécie de curinga genético, capaz de se converter em qualquer outro tipo de célula do corpo, como neurônios, músculos, células sanguíneas, por exemplo. Na maioria dos animais, inclusive humanos, as células pluripotentes só são encontradas em células-tronco embrionárias. Os pesquisadores conseguiram identificar que nas planárias estas células persistem ao longo da vida adulta.
“Esperamos que a compreensão dos mecanismos moleculares que dão às planárias a capacidade de avaliar o que deve ser regenerado e também quais são as diferenças entre organismos altamente regenerativos e organismos com menor potencial de regeneração, como os humanos, se transforme em avanços para a medicina regenerativa”, disse ao iG Peter Reddien, autor do estudo publicado no periódico científico Science. O pesquisador ressalta que a comparação pode dar bons resultados, visto que a maioria dos genes das planárias tem seus pares no genoma humano.
O segredo da planária
Os pesquisadores descobriram que células das planárias chamadas neoblastos, necessárias para regenerar seus tecidos, podem ser isoladas individualmente e colocadas em outros vermes. O poder de regeneração das planárias tem intrigado cientistas desde o século 17, mas cientistas ainda não tinham certeza de como funcionava este mecanismo, se a regeneração do animal era estimulada por todas as células-tronco ou por uma específica.

Para entender melhor os mecanismos, pesquisadores da equipe de Reddien deram uma dose de radiação nas planárias que matou células comuns. Como a regeneração era creditada aos neoblastos, a equipe de pesquisa usou uma dose de radiação baixa o suficiente para deixar algumas destas células vivas.
A equipe então transplantou clones destes neoblastos em planárias que receberam doses maiores de radiação e que não tinham seus próprios neoblastos. Como as células do doador se distinguiam das do receptor, os pesquisadores demonstraram que os neoblastos clonados e transplantados se multiplicaram e substituíram todos os tecidos do hospedeiro.
Mas a habilidade da planária não para por aí. Em outro estudo, a equipe descobriu que os animais são capazes de orientar os tecidos nos locais onde acontecem as feridas, ou perda dos órgãos. A orientação está relacionado com a ativação do gene Wnt. Eles observaram que quando a cabeça ou o rabo da planária é cortado, o gene é ativado.
“Os resultados sugerem que o animal ‘decide’ o que precisa ser regenerado, em parte pelo uso de pistas que indicam a direção da ferida”, disse, Christian Pettersen, do Instituto de Biomedicina da Universidade de Cambridge e também autor do estudo, juntamente com Peter Reddien. “Isto significa que a decisão de regenerar a cabeça ou o rabo exige sensibilidade nos locais da ferida”, disse.

Fonte: ÚLTIMO SEGUNDO




Pela primeira vez, cientistas conseguiram criar célula-tronco embrionária a partir de transferência de material genético. Na foto, um exemplo de célula-tronco
Em 1998, cientistas isolaram pela primeira vez células-tronco embrionárias, células capazes de se transformar em qualquer tecido do corpo (chamada pluripotentes). Desde então pesquisadores do mundo buscam criar estas células de forma personalizada para humanos.

Na edição desta quarta-feira (5) do periódico científico Nature cientistas publicaram um artigo mostrando pela primeira vez que é possível gerar estas células usando a chamada transferência nuclear somática com material genético humano – a técnica já havia sido aplicada em outros mamíferos com sucesso.
Basicamente, a tecnologia pega uma célula adulta, por exemplo, da pele, retira seu núcleo e o coloca em um óvulo cujo núcleo original foi retirado. Com o novo núcleo dentro dele, o óvulo se desenvolve, formando um blastocisto, que possui células-tronco embrionárias. Estas podem então ser diferenciadas em qualquer tecido do corpo.
“Acreditamos que essa técnica tem um grande potencial terapêutico. Nosso intuito nesta pesquisa era comprovar se ela era passível de ser utilizada. Muitos já haviam tentado usar óvulos para transformar células adultas em células-tronco pluripotentes e não tinham conseguido. A resposta que encontramos foi sim, é possível”, afirmaram Dieter Egli e Scott Noggle, do Laboratório de Células Tronco de Nova Iorque, nos Estados Unidos, principais autores da pesquisa, em conversa com jornalistas de todo o mundo.

O feito permitiria que uma pessoa adulta utilize suas próprias células para tratar uma lesão medular ou um infarto, evitando problemas de rejeição. O problema é que o trabalho de Egli, Noggle e colegas não retirou o núcleo original do óvulo.
Ou seja: eles injetaram o núcleo da célula da pele com o núcleo original do óvulo ainda dentro dele, gerando uma célula com um genoma de 69 cromossomos, chamado triplóide -- 46 da célula adulta, chamado diploide, mais 23 do óvulo, conhecido como haplóide. E não foi uma questão de escolha dos pesquisadores. “Tentamos tirar o núcleo do óvulo antes e depois de colocar o genoma da célula adulta. Nos dois casos o desenvolvimento parou”, explicou Egli.

Mesmo sendo triploide, o genoma da pele adulta se reprogramou e gerou células-tronco pluripotentes, capazes de criar qualquer tecido humano. “O objetivo é desenvolver uma tecnologia que remova o DNA do óvulo antes da inserção do núcleo da célula de pele. Acreditamos que não seja possível realizar este procedimento depois de ele ser colocado lá”, afirmou Egli. E completou: “Atualmente estamos testando diversas possibilidades para fazer isso”.

A taxa de sucesso criação de células-tronco pluripotentes foi grande. Dos 52 óvulos com genoma triploide gerados pelos pesquisadores, 13 chegaram ao estágio de blastocisto e produziram duas linhagens de células pluripotentes. Ao todo foram doados 270 ovócitos por 16 mulheres e os fornecedores das células adultas foram dois homens, um diabético e outro saudável.

A tecnologia utilizada para gerar as células-tronco pluripotentes neste estudo foi a mesma que levou a criação da ovelha Dolly. A diferença é que, no caso dela, foi retirado o genoma original do óvulo antes de se colocar o genoma da célula adulta, e, principalmente, que o blastocisto resultante foi implantado no útero de uma ovelha que então levou à Dolly.

Fonte: ÚLTIMO SEGUNDO
domingo, 2 de outubro de 2011
Dois cientistas que descobriram alguns dos mistérios relacionados à obesidade e um professor que conseguiu fazer células-tronco sem usar embriões humanos estão entre os mais cotados candidatos para ganhar o Nobel de Medicina. O prêmio de 2011 será anunciado nesta segunda-feira.

Douglas Coleman e Jeffrey Friedman, que descobriram a leptina

O comitê não dá pistas sobre os candidatos - os nomeados ficam em segredo por 50 anos - mas os ganhadores costumam ter ganho muitos outros prêmios e distinções antes de serem considerados para o Nobel.
O canadense Douglas Coleman e o americano Jeffrey Friedman ganharam vários prêmios pela descoberta da leptina, um hormônio que regula o apetite e o peso do corpo e estão na corrida pelo prêmio de US$ 1,5 milhões do Nobel.
No último ano, Coleman, do Laboratório Jackson e Friedman, da Univeversidade de Rockefeller receberam o prêmio Lasker, frequentemente visto como uma prévia do Nobel, por mostrar que a obesidade está mais ligada a distúrbios do metabolism, ou a falta de leptina, do que aos hábitos das pessoas.
O japonês Shinya Yamanaka, outro potencial candidato a Nobel ofereceu uma grande contribuição a medicina regenerativa mundial. Ele mostrou que células tronco podem ser feitas a partir de células comuns retiradas da pele. A descoberta reduz a necessidade de uso de embriões humanos.
Yamanaka ganhou o Lasker em 2009 e este ano o Prêmio Wolf. Membro da Universidade de Kyoto, no Japão, e do Instituto Gladstone para Doenças Cardiovasculares, em São Francisco, ele poderia dividir o prêmio com o pioneiro em clonagem John Gurdon ou o pesquisador de células-tronco canadense, James Till. Till descobriu células-tronco sanguíneas, que salvaram a vida de milhares de pacientes de leucemia.
"A técnica de clonagem de Gurdon e as células-tronco de Yamanaka são de altamente interessantes no campo da ciência básica", escreveu a repórter de ciência Karin Bojs do jornal suéco Dagens Nyheter, que tem dado pistas sobre os futuros prêmios Nobel há anos. "No entanto, nenhuma pessoa foi curada por causa destas descobertas. Por isso Yamanaka e Gurdon teriam que dividir o prêmio com o canadense James Till."
Bojs diz que outros possíveis candidatos são os franco-americanos Ronald Evans, Elwood Jensen e Pierre Chambon pela pesquisa nuclar de hormônios receptores e o americano David Julius por desvendar o mecanismo pelo qual a pele avisa ao cérebro a sensação de dor, calor ou frio.
"Serão premiados pelas descobertas fundamentais que guiam o entendimento do corpo e o tratamento e prevenção de doenças", diz o secretário do comitê do Nobel, Goran Hansson, sem dar mais detalhes. Ele diz que há tantos merecedores que é difícil selecionar.
No ano passado, um jornal suéco adiantou o ganhador do prêmio  — o britânico Robert Edwards. Desde então, o comitê restringiu ainda mais as regras para manter o segredo. Mas isso não impede as pessoas de fazerem previsões.
O departamento científico de Thomson Reuters, que analisa artigos acadêmicos de alto impacto para fazer apostas, sugere que os cientistas americanos Brian Druker, Nicholas Lydon e Charles Sawyers poderiam ser premiados pela descoberta de drogas que transforma leucemias mielóides, que eram um câncer fatal, em doença tratável.
Suas previsões também incluem Robert Langer e Joseph Vacanti "por suas pesquisas pioneiras em engenharia de tecido e medicina regenerativa", assim como Jacques Miller, Robert Coffman e Timothy Mosmann pela descoberta de dois tipos de células sanguineas e suas correspondências a respostas imunológicas.
Desde que foi criado o Nobel de Medicina costuma premiar mais descobertas que significam avanços em tratamentos do que pesquisas que mostram o funcionamento do corpo. As outras categorias incluem Física, Química, Literatura e Paz. Outro prêmio, de Economia, foi criado mais recentemente, em 1968.


Tradutor

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(pais do Arthur)

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