Apenas os eventos, rifas e as demais ações postadas neste blog serão usados em prol do tratamento do Arthur.

ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR
I Samuel 7.12

sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Após ser considerado um "caso perdido" pelos médicos, um homem de 36 anos que lutava contra um câncer na traqueia conseguiu a cura e vive uma vida normal graças a um transplante a partir de células-tronco. O método, desenvolvido por cientistas da Suécia que conseguiram criar, pela primeira vez, um órgão a partir de células-tronco, foi publicado na edição de quinta-feira da revista científica The Lancet. As informações são do jornal El País.
O câncer pode desaparecer? Veja curiosidades sobre a doença

Próstata: todos os homens precisam do exame de toque retal? O câncer de Teklesenbet Andemariam Beyene, morador da Islândia, era considerado incurável pelos médicos. Ele sofria de um tumor que ocupava a parte inferior da traqueia, incluindo ramificações dos brônquios. A quimioterapia não tinha dado resultados e a possibilidade de reconstruir a região atingida com tecidos do próprio paciente não foi possível.
Para curar o paciente, os médicos extraíram as células-tronco da medula óssea, que foram cultivadas em um molde de plástico construído no formato do órgão do paciente. Segundo a equipe médica, esse processo demorou 36 horas. Depois, Beyene foi operado para substituir a parte com tumor pelo molde. Cinco meses depois, Beyene leva uma vida normal. "Claramente esse é o futuro", disse Paolo Paolo Macchiarini, principal autor do trabalho, sobre o potencial das células-tronco.
O tratamento é uma das primeiras demonstrações de uso prático de células-tronco, e, acima de tudo, o primeiro originário de um órgão. Até agora, estas terapias eram desenvolvidas principalmente para ajudar na regeneração de ossos e músculos. O maior benefício da técnica, segundo os pesquisadores, é que o corpo produzido é geneticamente idêntico ao receptor, o que evita o maior problema do transplante: a rejeição.
O impacto deste tipo de pesquisa é tão grande que Gonzalo Varela, vice-presidente da Sociedade Espanhola de Pneumologia e Cirurgia Torácica, que trabalha como cirurgião no Hospital Clínico Universitário de Salamanca, não hesita em descrever o trabalho de "espetacular". "Vou ter que rever o que eu sei, porque puxa para baixo muitas ideias", diz ele.

Fonte: TERRA
quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Cérebro
Pesquisadores da Universidade da Flórida Central, nos EUA, usaram, pela primeira vez, células-tronco para fazer crescer junções neuromusculares entre células humanas dos músculos e da medula espinhal, ambos conectores importantes usados pelo cérebro para se comunicar e controlar o corpo. Isso está sendo chamado de "human-on-a-chip", ou, traduzindo ao pé da letra, "humano-no-chip", que é quando os sistemas artificiais recriam uma série de órgãos que funcionam perfeitamente no organismo, como se fossem os originais.

O objetivo do "human-on-a-chip" é produzir sistemas que simulam funções do corpo humano. Isso torna possível, por exemplo, testar medicamentos em células humanas bem antes de serem usadas segura e eticamente em pessoas vivas, além de ser potencialmente mais rápido e eficaz do que testes em camundongos e outros animais.

As células-tronco musculares foram coletadas por meio de biópsia de adultos voluntários para a realização dos testes. Em seguida, foram exploradas diferentes concentrações das células e da medula espinhal, entre outros parâmetros, para então se juntarem e formarem conexões entre si.

"Esses tipos de sistemas têm de ser desenvolvidos se você quiser obter um 'human-on-a-chip' capaz de recriar a função de um orgão humano. Foram muitas as tentativas ao longo de vários anos para chegarmos às células tronco que conhecemos hoje, mas esse trabalho mostra que, biologicamente, isso é viável", explica James Hickman, bioengenheiro da UCF que liderou a pesquisa.

Não é de hoje que testes são realizados com o tal "human-on-a-chip". Várias agências do governo americano já lançaram planos de investimento para financiamento desse tipo de pesquisa.



Fonte: Olhar Digital
sábado, 19 de novembro de 2011
A escoliose grave (curvas maiores que 60 graus) pode causar problemas respiratórios.
A curvatura do Arthur é de 90° graus um milagre do Senhor ele não está tendo sérios problemas respiratórios.Por isso estamos correndo atrás de hospitais que possa ser feita essa cirurgia de escoliose para que não chegue ao estagio final e não possa ser feito, nada mais.





Pesquisadores brasileiros devem testar em seres humanos um tratamento inédito com células-tronco. Portadores de distrofia muscular de duchenne vão receber, pela primeira vez no país, células-tronco retiradas de uma terceira pessoa. Até hoje, o Brasil só tratava com células-tronco do próprio paciente.
Segundo a pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP) Mayana Zatz, os primeiros testes com pacientes devem ocorrer no final de 2012. Os voluntários para a pesquisa serão jovens com a doença que atinge crianças do sexo masculino e causa a degeneração dos músculos. “Alguns meninos perdem a capacidade de andar muito cedo”, disse.
Mayana Zatz é diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano e do Instituto Nacional de Células-Tronco. É também uma das maiores autoridades em pesquisas sobre o assunto no país. A pesquisadora foi entrevistada do programa 3 a 1, na sede da TV Brasil, na última quinta-feira (17), .
Ela disse, durante o programa, que o Brasil tem centros de pesquisa desenvolvendo estudos de ponta sobre células-tronco. No caso do tratamento dos pacientes com distrofia de muscular de duchenne, serão usadas células-tronco extraídas da gordura.
Segundo Mayana Zatz explicou que células-tronco de doadores saudáveis serão tratadas e implantadas nos músculos dos pacientes doentes. As células, por suas características biológicas, se transformarão em tecido muscular e regenerar músculos comprometidos pela doença. “As células retiradas em uma lipoaspiração poderão gerar músculo”, declarou.
A pesquisadora declarou que esse procedimento já foi testado em ratos e cães. Segundo ela, os animais foram observados por até três anos e não apresentaram nenhum efeito colateral. “Até agora, tivemos resultados muito interessantes”, disse. “Nada de tumores”, completou.
A possibilidade do desenvolvimento de tumores em pacientes que passam por tratamento com células-tronco é justamente a maior preocupação dos pesquisadores. Na Alemanha, uma criança que passou por esse tipo de tratamento teve esse efeito colateral.
Por causa do risco, Mayana Zatz disse que é preciso ter muita cautela antes de qualquer teste em humanos. Ela acredita, porém, que a técnica desenvolvida no Brasil está pronta para entrar nessa fase. Para que isso aconteça, o projeto de pesquisa sobre o tratamento para distrofia muscular terá de passar pela avaliação de um comitê de ética de pesquisadores. Para a pesquisadora, a aprovação pode demorar um tempo, porém dará mais segurança para o prosseguimento da pesquisa.

Fonte: Pernambuco.com
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Encerrou-se no Vaticano o Congresso Internacional que reuniu cientistas que trabalham no campo da pesquisas com células-tronco.

Especialistas, personalidades políticas, bispos e embaixadores, participaram de três dias de debates dedicados a esse tema, ainda pouco conhecido pelo grande público e que surge como uma alternativa ao recurso às células embrionárias. Para conhecer melhor o assunto, a RV entrevistou o Padre Hélio Luciano, da Diocese de Florinanópolis, estudante de Bioética na Universidade Biomédica de Roma. Especialista no tema, ele explica primeiramente o que é uma célula-tronco:

“É uma célula que é capaz de se diferenciar em outros tipos de células. Há vários tipos de células-tronco: adultas, embrionárias e de vários tecidos diferentes que podem ser recolhidas. Uma definição geral é que ela é uma célula que pode se diferenciar em tecidos aonde não se localiza. Uma célula-tronco do sangue pode se tornar uma célula muscular, por exemplo”.

“Um caso que emergiu nesta Conferência do Vaticano: foi apresentado um caso de um coração que tinha muitas células, em toda a sua parte inferior, com deficiências bastante grandes, porque havia falta de irrigação sanguínea. Muitas estavam mortas e havia uma deficiência cardíaca bastante significativa. Pegaram células-tronco da medula óssea, milhares, mas são poucas para regenerar um órgão. Retiraram estas células, as isolaram, cultivaram para que se reproduzisse muito e as injetaram no coração com déficit. O tecido cardíaco conseguiu se regenerar, não 100%, mas em grande parte conseguiu voltar a ter funções normais. Estas células, que estavam dentro da medula óssea, que eram indiferenciadas ainda, como se diz na medicina, ao entrar em contato com as células cardíacas defeituosas, mortas, conseguiram se transformar em células cardíacas funcionais. Em contato com outro tecido, elas se transformam neste tecido por serem ainda indiferenciadas”.

“O que se tem feito ultimamente é o auto-transplante, retirando células da mesma pessoa, mas existem estudos com transplantes de outras pessoas. A reunião do ano passado na Academia Pontifícia das Ciências foi sobre os bancos de cordão umbilical, e foi falado justamente que não há necessidade de cada um reservar o seu cordão, mas poucos, porque podem servir para muitos. A proporção – acredito – pode ser de cerca de 50 mil para uma população de 1 milhão”.

Para a Igreja católica, esta pesquisa tem a vantagem que não interfere na vida desde a sua concepção, ao contrário da retirada das células de embriões, não?

“É claro, esta é a grande intenção da Igreja, deste Congresso no Vaticano: mostrar isso, que a Igreja não é contra nada. A Igreja é a favor da vida e nos pontos em que toca a vida, em que se pode matar uma pessoa para tentar salvar outra, não se justifica. Agora, com as células-tronco adultas, é muito positivo. O presidente da Pontifícia Academia da Vida, numa intervenção nesta Congregação, falou que o primeiro objetivo, o primeiro princípio da Igreja Católica em relação à investigação cientifica é que se faça a pesquisa e neste caso, com células adultas, que não interfere em nada. Outra coisa é retirar uma célula embrionária, que pode se transformar em outros tecidos, mas matando uma pessoa, um embrião. Na prática, se vê que hoje por hoje, as células embrionárias não funcionam neste sentido. Todas as publicações e resultados positivos com células tronco são com células adultas”.


Fonte: Rádio Vaticano
Produto é feito com sangue de cordão umbilical. Foto: Getty Images

Produto é feito com sangue de cordão umbilical

A Food and Drug Administration (FDA) aprovou o primeiro produto feito com sangue de cordão umbilical para ser usado nos procedimentos de transplante de células-tronco. As informações são da Fox News. O Hemacord, desenvolvido pelo Centro de Sangue de Nova York, será usado para tratar certos tipos de câncer no sangue e doenças hereditárias do sistema imunológico.
O sangue do cordão umbilical é uma das três fontes de células-tronco que podem se transformar em uma variedade de tipos de células do sangue. As duas outras fontes são ossos de medula e sangue periférico.
Uma vez infundido nos pacientes, as células-tronco são absorvidas pela medula óssea, onde se reproduzem. Após a maturação, as células se movem para a corrente sanguínea e podem ajudar a fortalecer o sistema imunológico.

Fonte: Terra
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
O ator Reynaldo Gianecchini terá mais um desafio em sua luta contra um câncer linfático. Em breve, ele terá que passar por um procedimento para a retirada das células-tronco da medula óssea, que poderiam ser afetadas pelo tratamento da quimioterapia. Segundo a Revista ‘Caras’, o transplante deve ser realizado após a quinta sessão de terapia.
A técnica tem como objetivo preservar as células da medula de Gianecchini. O procedimento consiste em retirá-las do sangue do ator e congelá-las. Após o fim do tratamento, as células serão novamente implantadas no organismo do paciente.
Segundo o coordenador do Núcleo de Pesquisa de Câncer da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Eduardo Côrtes, a quimioterapia é muito forte e pode destruir, além das cancerosas, outras células do organismo do ator. “A terapia mata as células com câncer, mas também as normais. A pessoa fica anêmica e a medula fica destruída”, explica.
Arte: O Dia
O procedimento pode ser realizado de duas formas. A primeira e mais tradicional consiste em uma punção realizada com uma agulha sobre a medula óssea. Uma segunda técnica, mais moderna e menos agressiva, se assemelha a uma hemodiálise. “As células-tronco da medula circulam também pelo sangue. Você põe uma agulha grossa que captura o sangue. Este passa por uma máquina, que vai reter as células-tronco. O resto do plasma e as demais células voltam para a circulação”, ensina.
Após o fim do tratamento contra o câncer, o ator passa por outro procedimento para reinfundir as células-tronco. Elas vão recompor a medula óssea destruída pelo tratamento de quimioterapia.
“É como se você fosse tomar um remédio e precisasse tirar o pulmão durante esse período. Você tira, congela, faz o tratamento e depois reimplanta”, compara o especialista.
Otimista, ator só pensa na cura e em uma vida melhor
Em entrevista a uma revista semanal, Gianecchini se disse confiante no tratamento. O ator afirmou que só pensa na cura e em uma vida melhor do que antes depois do terminado o tratamento. Procurada para comentar o tratamento, a assessoria do ator não respondeu às solicitações.
Gianecchini descobriu um tipo de câncer raro no sistema linfático em agosto. Ele foi internado por causa de uma faringite, mas exames diagnosticaram o tumor. Durante o tratamento, o ator chegou a dizer que a doença era uma dádiva e visitou crianças internadas com câncer, além de participar de campanhas educativas sobre o câncer.
Gianecchini recorreu também ao espiritismo, ao fazer cirurgia espiritual para tentar se curar da doença. Em outubro, passou por outro drama com a morte do pai. Assim como o filho, Reynaldo Cisoto sofria de câncer. Aos 72 anos, ele não resistiu à doença espalhada pelo pâncreas e o fígado.

Fonte: SRHOJE
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Cidade do Vaticano (RV) - Está em andamento no Vaticano o Congresso Internacional que reúne cientistas que trabalham em pesquisas com células-tronco adultas.

No total, 350 especialistas, personalidades políticas, bispos e embaixadores, participam de três dias de debates dedicados a esse tema, ainda pouco conhecido pelo grande público e que surge como uma alternativa ao recurso às células embrionárias.

Para a Igreja, a pesquisa tem a vantagem de não interferir na vida desde a concepção, ao contrário das células retiradas de embriões - consideradas promissoras por grande parte da comunidade científica - mas que acarretam a destruição desses embriões.

As células-tronco adultas localizadas, por exemplo, na medula espinhal, no sangue ou no fígado, podem ser modificadas e formar tecidos com usos terapêuticos múltiplos: curar doenças como a esclerose em placas ou leucemias.

Segundo o presidente da fundação estadunidense ‘Stem for Life’, Max Gomez, a pesquisa evidenciou perspectivas particularmente promissoras: tratadas especialmente, essas células podem não apenas regenerar os tecidos de onde provêm, mas também adaptar-se a outros tecidos. Essas terapias, em pleno desenvolvimento, abrem novas esperanças, principalmente para as pessoas com doenças cardíacas e diabetes.

Para Dom Ignacio Carrasco de Paula, presidente da Pontifícia Academia para a Vida, “a própria realização do colóquio derruba a ideia segundo a qual a Igreja “estaria em briga” com a ciência, permanecendo fechada numa atitude hostil.

“No campo da pesquisa médica, a Igreja sabe que não existe alternativa à experimentação no homem, mas o que vale é que o homem não deve jamais ser objeto, mas sujeito. Os atores são dois, médico e paciente” - disse o Cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho da Cultura, que organizou o encontro.

Dom Vincenzo Paglia, bispo de Terni-Narni, deve anunciar nesta quinta-feira, no encontro no Vaticano, que depois de anos de expectativa, estaria tudo pronto para a experimentação clínica de células-tronco adultas em pacientes com esclerose lateral amiotrófica, na cidade de Terni. O jornal L’Osservatore Romano antecipou a notícia de que um grupo de cientistas, coordenado e apoiado pelo bispo há anos, finalmente recebeu dos organismos competentes as autorizações necessárias para iniciar o programa de experimentação. A prática consiste no transplante de células-tronco do cérebro humano na medula espinhal de 18 pacientes de esclerose lateral amiotrófica, cuja seleção deve começar em dezembro.
(CM)

Fonte: Rádio Vaticano

A bactéria Escherichia Coli, presente em grande quantidade em nossos intestinos, pode ser o marco inicial de uma grande descoberta. A partir da estrutura do seu organismo, cientistas britânicos lançaram um projeto para criar uma célula sintética “reprogramável”, em laboratório.
A pesquisa é encabeçada por pesquisadores da Universidade de Nottingham (Inglaterra), com ajuda de outros cientistas da comunidade internacional. É importante destacar, a princípio, que existe uma diferença básica entre as famosas células tronco e as células sintéticas que se pretende obter.
No caso das células tronco, uma unidade inicial tem o poder de se dividir ou se transformar, e passa a ser outra célula. No caso das células sintéticas, a ideia é que exista uma base fixa, capaz de mudar suas funções por um número ilimitado de vezes, conforme a necessidade.
Para facilitar o entendimento, os pesquisadores fazem uma analogia com um computador. O organismo, como um todo, seria uma “unidade de hardware”, imutável. Com os procedimentos celulares atuais, não há um “software” (no caso, uma célula) que possa ser modificado sem causar alterações no hardware. Quando os cientistas querem alterar alguma célula, precisam começar do zero na fase embrionária, ou seja, “reinstalar” o software.
Caso a pesquisa seja bem sucedida, teremos uma célula que pode programar o seu próprio “software” sempre que for preciso. Passando para termos práticos, aconteceria algo semelhante ao seguinte: uma célula que atua no intestino, por exemplo, poderia ser programada para atuar no estômago caso houvesse uma doença nesse órgão, e depois ser transferida para outra função ou voltar para a anterior, sem se prejudicar.
Os testes, na primeira fase da pesquisa, serão feitos com a bactéria Escherichia Coli, que é unicelular. A ideia é tornar o organismo da bactéria (ou seja, sua célula) capaz de desempenhar tarefas não naturais, previamente manipuladas por processos químicos. As pesquisas, contudo, estão em sua fase inicial, e não há prazo para a divulgação dos primeiros resultados concretos.

Fonte: hypescience
O Vaticano reuniu nesta quarta-feira cientistas que trabalham em pesquisas com células-tronco adultas, aplicadas em terapias promissoras e que ofereçam garantias de "respeito à vida" - uma forma também de expressar o desejo de colaborar com a ciência, no front da saúde.
No total, 350 especialistas, personalidades políticas, bispos e embaixadores, participaram de três dias de reuniões dedicadas a esse assunto mal conhecido pelo grande público e que aparece como uma alternativa ao recurso às células embrionárias.
Em maio de 2010, a Santa Sé havia assinado com a empresa biofarmacêutica americana NeoStem um acordo sobre o uso de células-tronco adultas, o que valeu um repasse de US$ 1 milhão, num primeiro acordo contratual jamais assinado pelo Vaticano com uma sociedade comercial.
Para a Igreja, a pesquisa tem a imensa vantagem de não interferir na vida desde a concepção, ao contrário das células retiradas dos embriões, consideradas promissoras por numerosos cientistas, mas que acarretam a destruição desses embriões.
As células estaminais adultas que ficam, por exemplo, na medula espinhal, no sangue ou no fígado, podem se transformar para formar tecidos com usos terapêuticos múltiplos: podem curar doenças como a esclerose em placas ou as leucemias.
Segundo o presidente da fundação americana Stem for Life, Max Gomez, a pesquisa pôs em evidência uma perpectiva particularmente promissora: tratadas especialmente, essas células podem não apenas regenerar os tecidos de onde provêm, mas também adaptar-se a outros tecidos. Essas terapias em pleno desenvolvimento abrem novas esperanças, principalmente para as pessoas com doenças cardíacas e a diabetes.
Segundo Gomez, 3.5 mil tratamentos estão sendo realizados no mundo. No total, 160 empresas, a maioria delas americanas, trabalham nesses programas como parte de um mercado que deverá representar US$ 88 bilhões em 2014, de acordo com a Fundação.
Monsenhor Ignacio Carrasco de Paula, presidente da Academia pontifical para a Vida, considerou que a própria realização do colóquio põe por terra a ideia segundo a qual a Igreja "estaria em briga" com a ciência, "permanecendo fechada como no século XVIII", numa atitude hostil.
Em pesquisa médica, a Igreja sabe que não existe "alternativa" à experimentação no homem, destacou o prelado, mas o que vale é que o homem não deve jamais ser "objeto" mas "sujeito". "Os atores são dois, médico e paciente", disse o cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho pontifical da Culture, que organizou o encontro.
"Nosso corpo tem a capacidade de curar o que está doente, sem destruir nenhum embrião", afirmou Tommy Thompson, ex-secretário americano da Saúde, de 2001 a 2005. Segundo ele, o presidente Barack Obama deve criar uma comissão em nível presidencial para ampliar a colaboração com o setor privado, principalmente para desenvolver as terapias a partir das células-tronco adultas.
Enquanto a população envelhece, os tratamentos longos a que se submetem milhões de enfermos, entre eles os diabéticos, agravam os orçamentos dos Estados, quando poderiam ser curados logo, segundo Tommy Thompson. Um possível acordo "bipartidário" (republicanos/democratas) sobre o assunto começa a tomar forma, disse.
Heather Abrams, jovem americana que tinha um linfoma de Hodgkin e foi submetida a um transplante, in extremis, aos 6 anos no ano 2000, contou que o tratamento com células-tronco adultas a obrigaram a ficar um mês de cama, mas permitiu a ela uma "ressurreição".

Fonte: TERRA
Quando o tecido foi transplantado em camundongos com problemas na hipófise, os níveis de hormônios que faltavam voltaram a subir

Cientistas japoneses conseguiram construir uma hipófise - aquela glândula do cérebro que tem o tamanho de uma ervilha e que produz hormônios sexuais e do crescimento - a partir de células-tronco embrionárias de camundongos. Quando o tecido foi transplantado em camundongos com problemas na hipófise, os níveis de hormônios que faltavam voltaram a subir. Se o mesmo método funcionar com células-tronco humanas, a glândula desenvolvida em laboratório pode transformar completamente tratamentos de pessoas com disfunções na hipófise.
No estudo, os pesquisadores utilizaram uma cultura de células-tronco agregadas em três dimensões, ao invés de em duas ou só uma camada, que mimetizou o modo como as células se desenvolvem no embrião. A interação dos tecidos produziu os cinco tipos de células que constituem a hipófise.
O estudo foi feito com células tronco-embrionárias de camundongos e agora os pesquisadores pretendem aplicar a tecnologia em células-tronco embrionárias de humanos e células-tronco pluripotentes induzidas, que são geradas a partir de tecidos adultos. Estes dois tipos de célula são capazes de se converter em qualquer outro tipo de célula do corpo. “É difícil dizer, mas esperamos que em três anos seja possível produzir hipófises humanas a partir de células- tronco humanas”, disse ao iG Yoshiki Sasai, do Centro Riken, no Japão e autor da pesquisa publicada no periódico científico Nature.

Fonte: Último Segundo
domingo, 6 de novembro de 2011

A psicóloga Fernanda Fernandes, 24 anos, de Birigui, está prestes a ser submetida à terceira aplicação de células-tronco nos olhos. 
Fernanda foi a primeira pessoa no Brasil, e, segundo ela, no mundo, a receber implante de células retiradas da própria medula óssea para saber se o procedimento pode constatar melhora ou controlar a retinose pigmentar - doença genética que causa a perda gradual da função retiniana, provocando cegueira irreversível. 

Como se trata de um estudo inédito, desenvolvido pelo Centro de Pesquisa Rubens Siqueira, de São José do Rio Preto, a aplicação está sendo feita somente no olho esquerdo para que não ocorram riscos.
Quando foi submetida à primeira implantação das células-tronco, em maio de 2009, a psicóloga tinha menos de 5% da visão. A expectativa é que sejam recuperados pelo menos 20%.

"Hoje eu estou bem, já fiz duas aplicações, a última na metade do ano passado e sinto uma melhora na percepção de vulto e de luz, apenas", disse ela, salientando que houve uma melhora pequena em seu campo visual.

"O tratamento é muito gradativo e volto no médico dia 2 de dezembro para saber da próxima aplicação. Agora estou indo para a segunda fase do estudo, em 20 pessoas também estão participando."
Para Fernanda, esse estudo, "provavelmente será um benefício, e não uma cura." "É um ganho na qualidade de vida", ressaltou.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Pesquisadores da Uerj (Universidade Federal do Rio de Janeiro) desenvolveram uma técnica que aumenta, em até dez vezes, a quantidade de células-tronco presente no leite materno. A produção em larga escala ajuda no uso das células em tratamentos regenerativos.
O objetivo é que até o fim desta década as células encontradas no leite possam ser usadas na regeneração de ossos, cartilagens, músculos e até tecidos neurais.
De acordo com Janaína Machado, pesquisadora da Uerj, as células poderão se transformar e recuperar um tecido que tenha sofrido algum tipo de lesão.
- Você pode armazenar essa célula, que pode ser expandida e colocada na lesão. Nesse local da lesão essa célula começaria a se reproduzir e a regenerar o próprio tecido lesionado.
Os testes em seres-humanos devem começar em 2014.
Assista ao vídeo:

 Fonte: R7
Há 9 anos, o policial militar Maurício Ribeiro, 47, caiu do telhado durante uma viagem com a família e sofreu um trauma raquimedular, lesão que causa comprometimento da função da medula espinhal. Depois de passar nove anos em uma cadeira de rodas, ele volta a dar os primeiros passos com auxílio de um andador e a sustentação de uma órtose no tornozelo. O PM, que passou por um transplante de células-tronco em abril deste ano, é um dos 20 voluntários paraplégicos que participam de uma pesquisa baiana com resultados inéditos no Brasil. Para conhecer esta e outras histórias de superação, que representam um passo importante para os estudos com células-tronco no país, veja a reportagem completa no vídeo abaixo.

Fonte: BN


Mais uma novidade chega ao tratamento com células-tronco no Brasil. Agora a manipulação de células já está sendo usada para o tratamento de lesões nos ossos e nos músculos, ocorridos depois de contusões.


O procedimento começou a ser usado no Brasil em 2007 e recentemente passou a ter mais adeptos. Ele tem o poder de acabar com dores graças a regeneração da cartilagem.
As células-tronco são retiradas da medula óssea ou da pele do paciente lesionado um mês antes da aplicação. Em laboratório elas se multiplicam e são devolvidas ao corpo do paciente com uma injeção. O processo evita a colocação de próteses e cirurgias.
Segundo os médicos, os resultados costumam aparecer em seis meses.
Essas células podem ser armazenadas por anos, a temperaturas negativas. Congeladas, preservam as características genéticas do paciente. Por isso, o ideal é retirá-las enquanto jovem ou quando apresentar uma boa situação de saúde.
O ortopedista Carlos Bittencourt explica mais como funciona o processo no vídeo abaixo.
Assista:



Fonte: R7
terça-feira, 1 de novembro de 2011


Reynaldo Gianecchini (Foto: Reprodução / TV  Vanguarda) 
Reynaldo Gianecchini (Foto: Arquivo)

Na luta contra um câncer do tipo linfoma não Hodgkin T angioimunoblástico desde agosto deste ano, Reynaldo Gianecchini deve passar por um novo tratamento nas próximas semanas. De acordo com informações da revista "Caras", o ator vai fazer um transplante autólogo após completar o ciclo da quinta sessão de quimioterapia. A técnica é utilizada para obter células-tronco do sangue ou da medula óssea do paciente e retorná-las a ele.
Ainda em entrevista à publicação, Gianecchini diz estar muito confiante em sua cura.
"Sempre fui uma pessoa otimista e, agora, mais do que nunca. Não penso em coisas ruins, somente coisas boas. Por todo esse amor que tem sido movimentado, eu acredito na cura, não acredito na doença", disse o ator. "Só consigo pensar na minha vida muito melhor daqui para frente", afirmou confiante.

Fonte: EGO

Tradutor

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Bem vindos!!



Criamos este blog para ajudar na Campanha pela recuperação
do Arthur com o transplante de células -tronco que será feito
na China.
Saiba todas as formas de se envolver na campanha
em busca de uma qualidade de vida para o Arthur.
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Ajude doando e divulgando essa campanha.

Adriana e Edvaldo
(pais do Arthur)

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